Mitos sobre CRM E CRM Social

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Tags relacionadas a CRM e CRM SocialTer um bom relacionamento com os clientes é fundamental para o sucesso de uma marca. Com o “boom” das redes sociais que vivemos hoje, os consumidores estão cada vez mais propensos a expressar suas opiniões sobre uma determinada marca ou produto, que irão viralizar esta mensagem a potenciais clientes. Se essas pessoas não forem bem atendidas, vão se transformar em detratores da marca (conhecidos como “haters”), criando testemunhos negativos e causando grandes prejuízos.

Ao analisarmos o mercado e o comportamento dos consumidores, observamos por meio de pesquisas que a maioria dos consumidores consideram as redes sociais como sendo o meio mais eficiente de atendimento. 64% deles reclamam em plataformas sociais após serem mal atendidos pelo SAC tradicional e elegem o Facebook como a plataforma de propagação de sua mensagem.

Para se adaptar a esta nova forma de relacionamento, as empresas estão adotando a estratégia de CRM Social, que é a evolução do tradicional CRM (Customer Relationship Management) ou estratégia de gestão de relacionamento com os clientes, com foco nas redes sociais e web. O CRM Social tem um grande potencial, mas percebo que alguns vícios do mercado reduzem sua eficiência durante a implantação. São na verdade mitos, criados durante a evolução do CRM e muitas vezes usados para explicar questões difíceis de compreender na época, onde havia uma mínima noção de Big Data e sobre o real poder da opinião de um único consumidor social.

  1. CRM Social é uma ferramenta. CRM é o acrônimo para Customer Relationship Management ou Gerenciamento das relações com consumidores e é uma estratégia e não uma ferramenta, como muitas pessoas dizem. As ferramentas ou softwares são utilizadas na automatização dos processos e na análise e medição dos resultados da estratégia, prática fundamental em uma estratégia focada nos canais digitais.
  2. CRM é uma ferramenta de vendas. Sem vendas não existem clientes. Porém apenas com vendas também não existirão clientes a médio e longo prazo, caso não se crie um relacionamento duradouro. A manutenção, fidelização do cliente e consequente geração de novas vendas com as indicações deste mesmos em redes sociais, por exemplo, depende do relacionamento. Parece básico, mas muitas empresas esquecem que cliente mal atendido no pós-vendas e durante o relacionamento comercial irá difamar a marca nas redes sociais e não voltará a fazer negócios. Por este motivo, normalmente o ciclo do CRM é pautado por uma tríade: vendas, promoção e atendimento. Se a estratégia de CRM das empresas se baseiam apenas em um destes pilares é melhor repensar o que se perdeu no caminho.
  3. E-mail, gerenciador de projetos, agenda de vendas: tudo é CRM. Como em qualquer estratégia, utilizam-se diversas ferramentas para sua execução. Por sua característica multidisciplinar e multicanal, o CRM se espalha por todos os departamentos de uma empresa e por diversos canais de contato com o cliente. Para se gerenciar uma estratégia de CRM completa são necessárias diversas ferramentas. O ponto é, ao adquirir um software de CRM para gerenciar sua estratégia, faça a pergunta básica: Como a sua empresa irá vender, promover e atender os clientes com este software? Se a resposta for: Me atenderá parcialmente, lembre-se que necessitará investir em outros softwares complementares para fechar o ciclo. Realize então uma análise dos custos e dos benefícios desta aquisição e do impacto em todas as áreas da sua empresa.
  4. A mesma estratégia de atendimento é utilizada em todos os canais. O cliente que utiliza um canal nem sempre é o mesmo que utiliza outro. Portanto, apenas repetir o script pode não funcionar. Já se sabe que as gerações mais novas preferem os canais digitais como web e redes sociais para serem atendidas. Muitas empresas falham ao subestimar o poder da venda e da fidelização destes canais. Por exemplo: O site da sua empresa e suas redes sociais, juntos podem gerar milhões em vendas ou no mínimo impedir que sejam perdidos milhões por falta de gerenciamento e atendimento adequado.
  5. Não preciso de CRM para gerenciar o relacionamento com meu cliente. Então, boa sorte pois neste exato momento diversos clientes podem falar sobre sua marca ou produto nas redes sociais. Ou pior, pesquisar opções de seu concorrente por não ter encontrado a sua marca. Mas, o pior mesmo será não receber qualquer “feedback” seu, o que será encarado pelo consumidor social como uma falha bem grave. Estes clientes não voltarão a fazer negócios com sua empresa, segundo pesquisas, nem a procurar sua empresa ou ao menos lhe indicar. O mesmo pode acontecer com o site da sua empresa e outros canais digitais que não estão sendo monitorados e nem estão interagindo com seu consumidor de forma adequada. Na maioria dos casos, não é necessário um acompanhamento em tempo real, mas ao menos uma visão macro do comportamento de seus canais digitais é o mínimo para iniciar uma tomada de decisão consistente e passar uma boa imagem ao cliente.
  6. Uma “Euquipe” dá conta do recado. Ao analisar os dados gerados pelos consumidores, muitos gestores não percebem dois fatores: um deles é a riqueza das informações compartilhadas pelos clientes espalhadas sem organização por diversos canais; e o outro é o volume de trabalho necessário para extrair e cruzar esses dados dentro da empresa com o objetivo de criar um diferencial nas estratégias de comunicação e relacionamento. Porém muitas empresas subestimam esses fatores e delegam todo o trabalho a um único profissional ou a uma “euquipe”, que em muitas vezes não está dedicada e focada a esta atividade específica, mas sim a dezenas de outros projetos paralelos. Obviamente não atingem o resultado esperado e culpam as ferramentas. Por isso, muitas vezes vale a pena terceirizar parte do projeto para empresas especializadas a fim de reduzir custos, melhorando o desempenho, satisfação do consumidor e o gerenciamento do processo, criando indicadores reais e eficientes sobre seus consumidores e sob o ciclo de consumo para tomada de decisão.

José Jarbas é o CEO e fundador da eCRM123, que tem como objetivo oferecer tecnologia e serviços para ajudar empresas na gestão de seus consumidores utilizando as redes sociais e a web.

Elsys lança telefone celular de mesa Dual Chip EPFS11

Telefone Celular de Mesa Dual Chip EPFS11
Telefone Celular de Mesa Dual Chip EPFS11Este ano a Elsys, fabricante de equipamentos eletrônicos, efetuou o lançamento do novo telefone celular de mesa GSM Quadriband EPFS11. O aparelho chega para atender as mais diversas necessidades com robustez e qualidade de sinal muito superior aos celulares convencionais, pois possui a melhor tecnologia do mercado em telefonia móvel de longa distância. Além de ser o único com a função Instala Fácil, é Dual Chip, desbloqueado, compatível com todas as operadoras, tem antena removível de alto ganho, conector TNC para antena externa, viva-voz, envia e recebe SMS* e muito mais.
Ele pode usado nas mais diversas aplicações como locais com sinal celular fraco: fazendas, sítios, chácaras etc; Lugares onde há dificuldade de fazer a instalação de uma linha convencional por não ser possível passar fiação; Eventos e estabelecimentos comerciais fixos ou móveis; Instalações de quiosques, carrinhos e food trucks, que necessitam alta qualidade de comunicação para não perder negócios.
O aparelho dispõe de bateria interna recarregável que garante seu funcionamento longe da tomada por um longo período. Para locais com sinal mais fraco há possibilidade de instalar uma antena externa, inclusive a própria Elsys já oferece de dois kits com antena externa de 15 e 18dBi respectivamente.
O telefone celular de mesa funciona com até dois chips SimCard GSM convencionais simultaneamente e pode ser habilitado com qualquer operadora pois suporta todas as frequências. Podem ser utilizados planos pré ou pós-pagos, e existem até opções que utilizam um número de linha fixa funcionando através de chip. Para maiores informações sobre os planos consulte as principais operadoras disponíveis na sua região.

Aplicações

– Fazendas, sítios, chácaras e regiões com sinal celular fraco
– Locais com dificuldades para instalação de linha por fiação convencional
– Quiosques e estabelecimentos comerciais fixos ou móveis
– Food trucks, carrinhos e outros veículos de serviços móveis
– Instalação de linha telefônica em eventos temporários

Principais Características

– Tecnologia GSM Quadriband
– Suporta até dois chips simultâneamente
– Desbloqueado: compatível com todas operadoras
– Função Instala Fácil

– Conector para antena externa
– Envia e recebe SMS
– Viva-voz
REQUISITOS PARA INSTALAÇÃO

– Disponibilidade de cobertura GSM da operadora a ser utilizada conforme alcance da antena
– Um ou dois chips SIM Card GSM habilitados e funcionais nas operadoras a serem utilizadas
– Pode ser utilizado com planos pré ou pós pagos de qualquer operadora que utilize chip SIM Card GSM
Plano celular com linha fixa: TIM
Planos celular com linha móvel: TIM, Vivo, Claro, Oi, Nextel

Mercado brasileiro de smartphones registra queda pela primeira vez, aponta estudo da IDC

Mercado brasileiro de smartphones cai pela primeira vez

Mercado brasileiro de smartphones cai pela primeira vezSegundo o estudo Mobile Phone Monthly Tracker foram vendidos cerca de 4,86 milhões de aparelhos em abril, 1% a menos do que no mesmo mês do ano passado. Em maio, a queda foi maior: 16%, com 3,89 milhões de smartphones comercializados no país.

“O mercado brasileiro de smartphones não está mais blindado em relação ao momento econômico que atravessa o país”. Esta constatação faz parte do estudo Mobile Phone Monthly Tracker, realizado pela IDC, líder em inteligência de mercado, serviços de consultoria e conferências com as indústrias de Tecnologia da Informação e Telecomunicações. Segundo o levantamento, as vendas de celulares inteligentes registraram queda pela primeira vez no país: em abril, foram cerca de 4,86 milhões de aparelhos comercializados, 1% a menos do que no mesmo mês de 2014. Em maio, a queda foi de 16%, com 3,89 milhões de smartphones vendidos. Para o segundo trimestre, os números preliminares mostram que as vendas devem cair 12% na comparação com o mesmo período do ano passado. “Prevíamos um crescimento de pelo menos 5%, mas agora trabalhamos com volume negativo. Isso é reflexo do momento econômico do Brasil. Em 2014, qu ando o mercado de smartphones estava forte, houve um aumento de 56% frente ao segundo trimestre de 2013”, avalia Leonardo Munin, analista de pesquisas da IDC Brasil.

Por conta do Dia das Mães e do Dia dos Namorados, historicamente os meses de abril e maio são bons para o mercado brasileiro de smartphones. “Porém, devido a vários fatores o mercado desacelerou”, afirma Munin. A alta do dólar gerou repasses de preços ao consumidor e os aparelhos intermediários ficaram de R$ 30 a R$ 60 mais caros e os tops de linha tiveram aumento de R$ 100 a R$ 200, afetando diretamente o volume de celulares comercializados. Além disso, o poder de consumo e a confiança do brasileiro também colaboraram para o desempenho do mercado de smartphones. O Índice de Confiança do Consumidor (ICC) caiu 1,4% em junho e chegou a 83,9 pontos, segundo menor nível desde que o índice foi criado, em setembro de 2005. Já o Índice de Confiança da Indústria (ICI) recuou 4,9% no mês passado, com 68,1 pontos, o menor nível da série iniciada em outubro de 2005.

Ainda de acordo com o estudo, os canais de varejo e de distribuição estão com estoque de produtos lotados. “É algo nunca visto no mercado de smartphones”, disse Munin. As operadoras estão reduzindo o volume de compras de aparelhos e a maioria das fabricantes está reajustando os negócios e as projeções de venda frente a essa nova realidade do mercado brasileiro.

A IDC Brasil revisou para baixo as suas expectativas para este mercado em 2015. De uma previsão inicial de 63.5 milhões, caiu para próximo a 54 milhões de unidades. “Essa revisão está sendo um indicador de que realmente a economia no país não vive seu melhor momento”, completa o analista da IDC Brasil. Uma boa alternativa para as fabricantes, segundo ele, é apostar nas pessoas que querem trocar de aparelho. “Convencer quem tem um celular tradicional a comprar um smartphone e quem já tem um celular inteligente de entrada ou intermediário optar por um modelo mais robusto é a solução para que o mercado continue girando um bom volume de dispositivos”. Hoje, o Brasil ainda tem uma base instalada muito grande de feature phones – mais de 45% da população ainda tinha esse tipo de celular até o fim de 2014.

Prefeitura de Manaus adota storages Nutanix

Storage Nutanix

Storage NutanixEm abril de 2013, o secretário de Finanças da cidade Manaus (AM) Ulisses Tapajós definiu como meta estratégica a modernização de todos os processos da prefeitura, iniciando pelas secretarias de Finanças e de TI. Nessa mesma época, a equipe de TI da prefeitura de Manaus deu início aos estudos das tecnologias que pudessem atender as especificações do projeto de modernização.

Para tanto, a equipe de TI da prefeitura de Manaus definiu três métricas estratégias: identificar novas tecnologias que estivessem alinhadas à modernização das secretarias; melhorar a infraestrutura tanto do data center como a do ambiente que suporta os sistemas tributários do órgão executivo; e que todas as tecnologias que fossem implantadas tivessem longevidade e escalabilidade de cinco a oito anos para manter o investimento no futuro.

Nesse período, explica Adonai Fernandes, chefe de Divisão de Suporte da prefeitura de Manaus, o órgão executivo realizou uma série de convênios com fundações e outras prefeituras para conhecer e buscar as melhores práticas na gestão tributária e tecnológica. “Estudamos exemplos de estruturas bem-sucedidas de TI e verificamos profundamente a tecnologia adequada às nossas necessidades”, diz Fernandes.

A área de TI de Manaus, cidade mais populosa do Amazonas com cerca de 2 milhões habitantes, demanda uma estrutura tecnológica bastante robusta e também cresce rapidamente, necessitando de capacidade de processamento e armazenamento de longo prazo.

Fernandes conta que o planejamento para a modernização foi realizado em cima de uma arquitetura tradicional, com storage, soluções de rede e servidores blade. “Tínhamos uma necessidade imediata de expansão do storage que custaria R$ 3 milhões”, informa o chefe de Divisão de Suporte da prefeitura de Manaus.

Nas andanças pelo Brasil, em busca das tecnologias adequadas ao projeto, a equipe de TI da prefeitura, comandada por Fernandes, foi parar em São Paulo para acompanhar o evento do Gartner em abril de 2014. “Fomos avaliar as tecnologias apresentadas no Gartner, mas ainda com a ideia da arquitetura tradicional, porém quando vimos a arquitetura da Nutanix ficamos muito curiosos e interessados”, conta Fernandes.

De volta a Manaus, passaram a analisar as tecnologias vistas no Gartner. “A tecnologia da Nutanix é robusta e extremamente simplificada”, afirma o chefe de Divisão de Suporte da prefeitura de Manaus. A partir dessa análise, Fernandes falou com o integrador que já atendia a prefeitura e também integra a plataforma da Nutanix, solicitando mais informações da tecnologia da empresa. O gerente-geral da Nutanix foi até Manaus e fez uma apresentação para a equipe de TI da prefeitura.

Com o objetivo de conhecer mais sobre a plataforma da Nutanix, em julho 2014 foi realizada uma prova de conceito (POC). O integrador montou um comparativo da solução Nutanix com a plataforma da IBM, que era utilizada na prefeitura, com storage DS 8000, servidor blade center H, entre outras aplicações). O ambiente de quatro servidores foi montado em apenas um appliance da Nutanix.

“Todos os testes foram feitos em cinco dias, o acesso à aplicação e ao banco de dados. A estratégia utilizada foi gerar scripts para simular altas cargas de aplicação”, diz Fernandes, acrescentando que o planejamento previa cinco dias para a implantação do equipamento. “Nos testes em uma manhã já estava tudo pronto, disponível para utilizar. Ficamos surpresos porque tínhamos como referência arquiteturas tradicionais que demandam quase uma semana”.

Em razão da necessidade de concorrência por tratar-se de um órgão do Governo, a equipe de TI da prefeitura foi atrás para ver se outros fornecedores que tivessem tecnologia hiperconvergente. “Os fornecedores que encontramos têm caixas separadas. Com a Nutanix é tudo dentro da mesma caixa, processamento, memória e armazenamento”, diz Fernandes. O executivo conta também que durante o processo de escolha da tecnologia, uma grande empresa de tecnologia lançou um servidor com chassis da Nutanix. “Aí vimos que a Nutanix veio para ficar”, diz.

A definição pela aquisição da plataforma da Nutanix ocorreu em outubro de 2014. Em razão das normas de aquisições em período de eleições, o processo de compra só foi aberto em janeiro. No início de março 2015 foi feita a implantação, que durou dois dias.

“Qualquer nova implantação de appliance da Nutanix é só plugar no rack. A disponibilidade de serviços com essa estratégia possui downtime zero, e a operação é muito mais rápida e segura. Em caso de recuperação dos dados, na arquitetura tradicional leva de dois a três dias, com a Nutanix, é reduzida a questão de minutos porque permite a replicação dos dados de forma quase automática”, enfatiza Fernandes.

A alta disponibilidade da estrutura é outro ponto que Fernandes destaca. “É muita simplicidade, muito a frente dos concorrentes. Com base em solução única e integrada, baseada em software, reduzimos custos com: refrigeração, energia elétrica, espaço, manutenção e de equipe de TI”.

O conceito de data center definido por software oferece mais flexibilidade. “A arquitetura tradicional nos amarra e cria soluções para atender determinadas cargas de trabalho, o que torna o orçamento muito alto. Temos de enxugar, fazer mais com menos. A Nutanix nos permite quebrar paradigmas na gestão de recurso e na escalabilidade e convergência de dados. A solução da Nutanix veio agregar à necessidade de modernização”, afirma o chefe de Divisão de Suporte da prefeitura de Manaus.

Outro benefício que a prefeitura de Manaus vai conquistar com a plataforma da Nutanix é com a comunicação de alta velocidade, pois a empresa já oferece interfaces de 10 gigas em cada servidor. Numa segunda fase de modernização, a prefeitura tem o objetivo de aprimorar a infraestrutura e comunicação do site de backup que fica a 10 quilômetros do data center, onde terá toda a transmissão de forma muito rápida.

O investimento na aquisição de três appliances da Nutanix foi de R$ 2,3 milhões. “O foco principal era o armazenamento. E apenas nisso o ganho foi de aproximadamente 40%. O processamento e memória nem é possível comparar porque a arquitetura tradicional não oferece”, explica Fernandes. Na arquitetura tradicional todos os equipamentos custariam R$ 6 milhões (servidores rack, rede SAN, rede ethernet e o storage).

A prefeitura de Manaus é a primeira prefeitura do país a ter uma arquitetura tão inovadora. Se no início do processo de modernização, a prefeitura foi conhecer a tecnologia de outras prefeituras, agora é ela que está sendo procurada por outros órgãos executivos pela forma de gestão. “Somos convidados a participar de eventos para falar do nosso modelo de gestão”.

A Nutanix possui infraestrutura de TI que é indicada às médias e grandes empresas e data centers tradicionais e virtuais, oferecendo uma plataforma de computação virtual, que nativamente converge computação virtual e armazenamento em uma única solução a fim de promover maior simplicidade na gestão das redes. Os clientes podem começar o uso dessa plataforma com alguns servidores e ampliar para milhares, com bom desempenho e redução de custos.
www.nutanix.com

Riscos cibernéticos ameaçam negócios

Ciber ataques

Ciber ataquesÉ quase impossível citar um único setor em todo o mundo que não tenha sido atingido por algum tipo de ameaça cibernética no último ano. Os casos de violação de segurança continuam aumentando progressivamente, assim como os danos causados por eles. De acordo com a Pesquisa Global sobre Segurança da Informação 2015 da PwC, entre 2014 e 2013, mesmo com a alta de 48% na detecção de incidentes, a soma dos prejuízos financeiros cresceu 34%. Por outro lado, um estudo do Gartner aponta que os investimentos na área, considerando as verbas de TI, devem aumentar de 10% (2012) para 75% até 2020.

Os impactos decorrentes do cibercrime cada vez mais têm batido à porta das salas de reuniões e são tratados, muitas vezes, sem o cuidado e a atenção necessários. O Arcon Labs revelou que as tentativas de ataques a redes corporativas aumentaram 339%, nos três primeiros meses deste ano. Apenas o mês de janeiro registrou mais ciberameaças do que o primeiro trimestre inteiro do ano passado. Em números absolutos, foram 259.421 ameaças entre janeiro e março de 2015, contra 76.533 nos três primeiros meses de 2014.

Mas o que mudou? O mundo mudou. Temos que considerar que hoje as pessoas possuem maior flexibilidade de horário, trabalham remotamente, são por natureza mais impacientes e adeptas à informalidade, estão 100% do tempo conectadas e muito mais dispersas. Consequentemente, ocorre o crescimento do número de plágios, pirataria e um risco maior do vazamento de informações, com ataques que podem surgir dos mais diversos tipos de dispositivos e em qualquer lugar.

Em paralelo, a eliminação de práticas antigas parece não ter acompanhado a interconectividade dos ecossistemas de negócios na mesma velocidade. São recorrentes os casos de compartilhamento de senhas, sistemas operacionais desatualizados, códigos inseguros e falta de reforço em políticas de segurança para os dados compartilhados com parceiros de negócios e fornecedores.

Também é comum observarmos grandes companhias que ainda investem altos valores em hardwares e softwares e acreditam que essa prática será suficiente para assegurar os dados imprescindíveis do negócio. Em uma comparação simples, é o mesmo que instalar câmeras de segurança, mas não contar com um responsável para gerenciar as imagens captadas. De nada adianta monitorar os dados, se não há alguém olhando para os eventos, que saiba responder por eles, analisar e correlacioná-los, gerando inteligência e alertas para o negócio.

Os riscos cibernéticos nunca serão eliminados, mas cabe a nós, enquanto organizações, tomarmos atitudes para minimizá-los. As empresas devem se manter vigilantes e ágeis para operar em um ambiente de ameaças crescentes, que há algum tempo deixaram de ser simples códigos maliciosos. A prevenção efetiva só é possível com a combinação de tecnologias, processos muito bem definidos e maduros, monitoração constante e pessoas especializadas para identificar o que está acontecendo e como os incidentes devem ser tratados. Somente assim vamos alcançar patamares expressivos nessa curva de transição pela qual passam os negócios, e evoluir para um cenário de mudança, performance, segurança e resultados.

Cristiano Pimenta é diretor de Operações da Arcon, empresa especializada em segurança de TI com foco em Serviços Gerenciados de Segurança

Grupo Herval migra para plataforma Microsoft Office 365

Microsoft Office 365

Microsoft Office 365O Grupo Herval, organização com sede em Dois Irmãos-RS e composta por 11 empresas e 20 linhas de negócios, migrou sua plataforma de e-mails de um ambiente Linux para a nuvem Microsoft Office 365, em um projeto desenvolvido pela NGXit, empresa de tecnologia com sede em Porto Alegre e atuação nacional.

A migração compreendeu cerca de 2,5 mil caixas postais. Das licenças utilizadas no projeto, fornecidas pela Brasoftware, 40% são do tipo E3, que contempla o pacote Office completo e beneficiam imediatamente boa parte dos usuários, que até então utilizavam apenas Suítes Office Livres, com limitações de recursos apenas a e-mail, oferecendo poucas opções de integração e automatização.

“Mensalmente, eram gerados muitos chamados para tarefas simples, como troca de senha, mensagem de férias e aumento de cota. Esse tipo de chamado foi praticamente eliminado com o Office 365”, conta Leandro Lehnen, gestor de Infraestrutura de TI do Grupo Herval.

Devido ao crescimento do grupo, que conta com mais de 200 filiais e mais de 7 mil colaboradores distribuídos por várias cidades do país, a necessidade de uma solução de colaboração completa e integrada foi se tornando cada vez mais latente, e a migração para a nuvem da Microsoft, que contemplou, além do pacote Office, também a ferramenta de agenda corporativa, o MS Lync (agora Skype for Business) e o OneDrive, foi muito bem aceita entre os usuários de todas as áreas de negócio. Tanto que, no momento, o Grupo já estuda o início da utilização do Yammer, a rede social corporativa da Microsoft.

Os ganhos também vieram em capacidade de armazenamento: hoje, cerca de 40% das caixas postais do Grupo Herval chegam a 50 GB, garantindo utilização máxima sem a necessidade de investimento em infraestrutura.

No projeto, a NGXit atuou com a expertise de parceiro Microsoft com competência Cloud Deployment, o que isentou o Grupo Herval do investimento nos serviços de implantação e migração, pagos diretamente pela Microsoft à NGXit. Além disso, a NGXit responde pela parte de treinamentos e suporte à nova estrutura.

“A NGXit mostrou-se um grande parceiro, atuando junto à equipe de TI do Grupo Heval no projeto com conhecimento de sobra, competência e responsabilidade”, comenta Lehnen. “Já o Office 365 está se demonstrando uma solução robusta, dinâmica e altamente escalável. Temos a certeza que ambos continuarão nos atendendo de forma plena, independente do crescimento do Grupo”, finaliza.

O Grupo Herval atua em áreas diversificadas, incluindo materiais de construção, ferramentas, móveis, eletrodomésticos, bazar e informática. A organização mantém 87 unidades da rede de lojas taQi no Rio Grande do Sul e Santa Catarina, além de ser o maior revendedor Apple oficial no Brasil, com 35 lojas iPlace em 14 estados e 63 lojas My Store em 12 estados, e compreender, ainda, 12 HP Stores, 6 Lojas Beden e 3 LF Máquinas e Ferramentas.

A NGXit foi fundada em 2011, resultante da fusão entre as empresas e-Partner, focada em infraestrutura e comunicações, e Toptrend, especialista em soluções de segurança. Com isso, a companhia reuniu competências capazes de entregar soluções completas e orientadas às necessidades específicas de cada cliente.

4 motivos para ter um certificado SSL em seu site

Certificado SSL

Certificado SSLCertificado Secure Socket Layer ou, simplesmente, Certificado SSL. Há empresas e consumidores que não sabem, mas essa tecnologia é essencial na experiência e segurança do usuário dentro do site ou loja virtual. O Certificado SSL de servidor é um protocolo de proteção que garante a criptografia das informações e resguarda os internautas durante toda a navegação.

Este tipo de tecnologia é primordial, por exemplo, para empresas de comércio eletrônico, que precisam proteger dados como informações de cadastro e números de cartão de crédito dos clientes. Cada vez mais, para obter sucesso no mundo digital, é preciso ter a segurança como prioridade.

Confira abaixo quatro motivos para investir nessa tecnologia:

  1. Segurança. Todas as informações trafegadas entre o navegador do usuário e o site são criptografadas. Os dados ficam totalmente protegidos, uma vez que são totalmente codificados, impedindo que hackers interceptem as informações para utilizá-las de forma fraudulenta.
  2. Confiança do usuário. Para ter acesso aos leilões em andamento da Receita Federal ou Polícia Federal, basta que o interessado, pessoa física ou jurídica, acesse o Centro Virtual de Atendimento ao Contribuinte (e-CAC) por meio de certificado digital válido, utilizando a opção de atendimento “Sistema de Leilão Eletrônico”. Nesse link é possível visualizar os editais disponíveis, os lotes de cada um, preços e as datas de início e fim de recebimento das propostas. Também é possível acessar fotos de cada um dos itens.
  3. Mais vendas. Para as lojas virtuais, a garantia de segurança oferecida pelo cerificado SSL pode resolver o problema do abandono dos carrinhos de compra, já que um dos principais receios dos consumidores na internet continua sendo a troca de informações no e-commerce. Soluções como essa ajudam a aumentar a confiança dos compradores e, consequentemente, promovem o crescimento das vendas.
  4. Boa reputação. Muitas empresas já ficaram mundialmente conhecidas por grandes vazamentos de informações de usuários. Investir em tecnologias que impeçam este tipo de “mancha” na reputação garante que a imagem da companhia não ficará arranhada por conta de possíveis fraudes.

 

Os Certificados de Servidor SSL Protectweb são voltados para a segurança de transações feitas na internet. A solução é voltada para lojas virtuais ou sites que queiram garantir que seus clientes naveguem seguros no ambiente virtual. Os certificados estão disponíveis em três versões: Protectweb, Protectweb Pro e Protectweb Pro EV, que variam de acordo com o nível de validação para obtenção do certificado.

A solução faz com que as informações recebidas e enviadas, como dados bancários, sejam protegidas por meio de um protocolo de segurança, o SSL (Secure Sockets Layer), que estabelece uma conexão criptografada na transmissão dos dados. Com a solução, as empresas e profissionais liberais garantem uma vantagem competitiva a seus sites, mostrando um ambiente confiável e legítimo com o Selo de Site Seguro da Serasa Experian.

A certificação digital é uma tecnologia que permite a identificação de pessoas físicas e jurídicas no ambiente eletrônico, regulamentada no país pela Infraestrutura de Chaves Pública Brasileira (ICP-Brasil), vinculada à Casa Civil da Presidência da República. Tem validade jurídica e confere aos documentos eletrônicos autenticidade, integridade, sigilo e atributo de não repúdio.

A Serasa Experian promove a certificação digital como tecnologia efetiva para a desmaterialização dos processos, com atributos de validade jurídica, agilidade e praticidade, a serviço da sustentabilidade dos negócios e processos.

http://serasa.certificadodigital.com.br

Segurança de sistemas é demanda dos setores de telecom e data center

slide03Os setores de data center e telecomunicações enfrentam muitos desafios em comum no cenário atual. Um dos principais é a demanda por serviços e aplicações 24 horas por dia, de qualquer lugar. Isso vale tanto para um usuário final, que quer assistir a vídeos no smartphone enquanto está a caminho do trabalho, quanto para empresas e usuários corporativos, que dependem deste acesso para garantir a produtividade de seus negócios.
Com o avanço da tecnologia e mobilidade, aparecem mais desafios e problemas para serem resolvidos. As operadoras e provedoras de serviços precisam entender e acompanhar o ritmo de seus clientes, cada vez mais exigentes. Os data centers precisam garantir disponibilidade a todo o tempo, acompanhando o ritmo desenfreado de informações, além de evitar a perda de dados em situações críticas. Por fim, a infraestrutura precisa ser capaz de suportar tudo isso.
Mas um dos grandes desafios dessas áreas – talvez subestimado – é a segurança de sistemas. De nada adianta oferecer um serviço inovador, tecnológico e acessível, se usuários e empresas correm o risco de terem seus equipamentos infectados com malwares.
Os consumidores e as corporações não sentem falta da segurança de sistemas até que um ataque aconteça. E a previsão é de que os ataques aumentem e fiquem mais sofisticados conforme o avanço da tecnologia. Atualmente, o McAfee Labs detecta 387 novos malwares por minuto.
Uma das prioridades dos setores de telecomunicações e data center deve ser que empresas e usuários “esqueçam” da segurança, mas no bom sentido. Ou seja, que confiem nas soluções que contrataram e que não precisem se preocupar com riscos e perda de dados. Um usuário não precisa saber se tem que atualizar um software embarcado, e sim aproveitar sua experiência de uso sem impactos, seja em casa ou na empresa.
Para que isso seja possível, é essencial que as soluções de segurança, principalmente corporativas, entendam a dinâmica das companhias. Elas não podem ser uma barreira ou dificuldade que a empresa precisa lidar, mas sim aliadas do negócio.
Felizmente, hoje já existem soluções mais flexíveis, capazes de se moldarem de acordo com a necessidade da empresa. A chave para isso é a integração, que permite que produtos se comuniquem para que as informações de diferentes camadas sejam analisadas e a melhor decisão possa ser tomada.
Sempre vai haver o desafio de identificar as áreas que trarão um retorno positivo, e ser mais seletivo em relação a isso é uma forma inteligente de lidar com o negócio. Do outro lado, a equipe de TI tem a dificuldade de justificar o retorno de investimento das ferramentas que utiliza, inclusive as de segurança de sistemas, e muitas vezes, as soluções são vistas apenas como um custo.
A saída, neste caso, é mostrar para a equipe de orçamento como tais ferramentas podem amenizar riscos, aumentar a produtividade e reduzir custos. Mesmo em um cenário de crise econômica, as áreas de data center e telecomunicações não podem deixar de investir em segurança. Enquanto deixar de fazer isso pode resultar em um incidente ou mesmo levar a empresa a falhar. Investir numa solução integrada pode aumentar a capacidade e maturidade dos negócios, consequentemente gerando um retorno sobre investimento positivo.
Marcos Ferreira é engenheiro de sistemas da Intel Security