Eutelsat provê entretenimento e comunicação em aviões da Panasonic

Panasonic contrata mais capacidade em satélite da Eutelsat para serviços de Internet e TV a bordo

A Eutelsat Communications (NYSE Euronext Paris: ETL) anunciou hoje que a empresa aérea Panasonic Avionics Corporation (Panasonic), o maior fornecedor de serviços de entretenimento e comunicação a bordo, contratou capacidade adicional no satélite Eutelsat 172A para oferecer serviços de Internet banda larga e de TV para companhias aéreas comerciais sobre a região do Oceano Pacífico. … Ler mais

China lança novo satélite do sistema Beidou

China lançou seu 23º satélite de navegação para seu sistema de navegação próprio Beidou

A China lançou mais um satélite de navegação para seu sistema de navegação próprio Beidou, a versão chinesa equivalente ao sistema de geolocalização americano, o GPS. Agora a constelação Beidou contam com 23º satélites o que aumenta a área de cobertura e a precisão do sistema. O satélite foi lançado às 23h30 (horário local, 15h30 … Ler mais

ESA lança Satélite Sentinel-2 em nova fase do programa Copernicus

ESA lança Satélite Sentinel-2 em nova fase do programa Copernicus

ESA lança Satélite Sentinel-2 em nova fase do programa CopernicusCom o programa de observação Copernicus, a Agência Espacial Europeia (ESA) estabeleceu um objetivo ambicioso: uma rede de satélites deve fornecer uma enorme quantidade de dados sobre a Terra. Combinados, os dados devem resultar num retrato abrangente das mudanças verificadas no planeta.

Nesta terça-feira, à 1h51min (GMT), começou oficialmente a segunda fase do Copernicus, com o lançamento do satélite Sentinel-2A na Guiana Francesa. No começo do ano que vem, será a vez do Sentinel-2B. Ambos trabalharão em conjunto ao redor da Terra.

Sentinel-2: imagens detalhadas
A cada cinco dias, os dois satélites cobrirão toda a superfície da Terra. E, a cada sobrevoo, eles captarão uma faixa de até 290 quilômetros de largura usando câmeras de alta resolução com 13 bandas espectrais. Elas são capazes de captar muito mais cores e comprimentos de onda do que o olho humano, reconhecendo até mesmo a quantidade de clorofila e de água em uma folha.

Assim, os Sentinel-2A e 2B podem fornecer dados importantes para a agricultura e a silvicultura, mas também informações sobre a poluição em rios, lagos e mares.

Os satélites também ajudarão na prevenção de catástrofes. Bombeiros poderão verificar o risco de incêndios florestais ou estimar melhor a capacidade de reservatórios de água. Assim, talvez eles consigam saber, por exemplo se ainda há risco de enchente depois de um evento extremo.

Sentinel-1: radar em órbita
Desde abril de 2014, o primeiro satélite do programa Copernicus, o Sentinel-1A, está em órbita. Ele é o primeiro de dois satélites-radares, que será seguido pelo Sentinel-1B.

Juntos, ambos os satélites do modelo Sentinel-1 devem fornecer imagens de radar detalhadas da superfície terrestre. Essas poderão ser sobrepostas e complementadas pelas imagens óticas dos satélites Sentinel-2, resultando num retrato complexo e abrangente da Terra.

Sentinel-3 a 6: oceano, gelo e atmosfera
Ainda neste ano, deve ser lançado o primeiro dos dois Sentinel-3, que, com diversas ferramentas, será capaz de medir as cores do oceano e da terra, determinar as temperaturas das superfícies e registrar a topografia dos continentes e a situação das regiões cobertas de gelo no Ártico e na Antártica.

Futuramente, os Sentinel-3 devem ser complementados pelos Sentinel-6, também equipados com radioaltímetros, cujo foco será a observação dos oceanos.

Planejados para mais tarde, os Sentinel-4 e 5 contarão com vários instrumentos para analisar a composição atmosférica, ou seja, gases, nuvens e vapores. Esses instrumentos deverão ser colocados em órbita a bordo de satélites meteorológicos comuns.

Aplicação sem limites
O programa Copernicus deve estar em completo funcionamento a partir de meados de 2020. E não há limites para a aplicação dos dados coletados, que serão colocados à disposição de pesquisadores e empresas de todo o mundo.

A partir do cruzamento da enorme quantidade de dados, será possível determinar relações entre diferentes fatores. Um exemplo pode ser o mapeamento da zona de risco de malária, que poderia ser feito a partir da combinação de informações sobre temperatura da superfície terrestre, vegetação, umidade do ar, quantidade de água no solo e densidade populacional.

Além de cientistas, empresas também podem se beneficiar dos dados. Exemplos são as empresas que gostariam de otimizar a rota de navios cargueiros ou companhias aéreas que gostariam de saber mais sobre as correntes de ar. Também construtoras que querem entender melhor movimentos sísmicos antes de erguer pontes ou escavar túneis poderiam contar com os dados coletados pelos satélites Sentinel.

Deutsche Welle
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Brasil e China assinam protocolo para o satélite CBERS-4A

O protocolo complementar estabelece as bases jurídicas para a construção conjunta do satélite CBERS-4A, a fim de garantir o fornecimento contínuo de imagens aos dois lados da cooperação e a outras nações.

O protocolo complementar estabelece as bases jurídicas para a construção conjunta do satélite CBERS-4A, a fim de garantir o fornecimento contínuo de imagens aos dois lados da cooperação e a outras nações.O ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação, Aldo Rebelo, e o diretor da Administração Nacional Espacial da China (CNSA), Xu Dazhe, firmaram nesta terça-feira (19) um protocolo de intenções para desenvolver e lançar o sexto Satélite Sino-Brasileiro de Recursos Terrestres CBERS-4A. A assinatura ocorreu durante visita oficial do primeiro-ministro da China, Lĭ Kèqiáng, à presidenta Dilma Rousseff. No Brasil, os satélites do Programa CBERS são desenvolvidos pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE).

Com o lançamento, em dezembro último, do satélite CBERS-4, a China e o Brasil consolidaram uma iniciativa emblemática no mundo em desenvolvimento, que contribui na fiscalização do desmatamento da Amazônia. Além disso, os serviços de imagens territoriais geradas pelo satélite contribuem muito para os países africanos”, disse a presidenta, ao destacar os avanços da parceria bilateral nos campos da educação, da tecnologia e da inovação.

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Inpe anuncia ampliação do Laboratório de Integração e Testes de satélites

Ampliação do Laboratório de Integração e Testes de satélites do INPE

Ampliação do Laboratório de Integração e Testes de satélites do INPEO Laboratório de Integração e Testes de satélites (LIT) do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) será expandido em cerca da metade de sua área útil atual, para atender às necessidades do Programa Espacial Brasileiro. Os atuais 22 mil m2 de instalações ganharão outros 14 mil m2, por meio de projeto apoiado pela FUNCATE e financiado pela FINEP. A principal demanda é o desenvolvimento dos futuros satélites do programa Satélite Geoestacionário de Defesa e Comunicação (SGDC).

A ampliação do LIT/INPE permitirá a integração e testes de satélites com até seis toneladas e setemetros de altura (satélites geoestacionários meteorológicos ou de telecomunicações, satélites radar etc). Atualmente, a capacidade do Laboratório é limitada a satélites de até duas toneladas e quatro metros de altura (por exemplo, os satélites da família CBERS, desenvolvidos pelo Brasil em cooperação com a China). Concluída a ampliação, o LIT/INPE poderá integrar e testar até quatro satélites de diferentes classes, simultaneamente.

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Prós e contras de Internet via satélite Serviço

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Componentes para satélites de comunicação para comunicação Satélites Parte III

[ad_1] A aplicação simples e básica de qualquer satélite de comunicação, se é baixo terra órbita geoestacionária ou, envolve a transmissão de informações a partir de uma estação terrestre de origem para o satélite em questão, o que é denominado como “up-linking”, seguido de re-transmissão da mesma informação para a estação de terra designada. Esta … Ler mais