Segundo teorias evolucionistas, nós, assim como os demais mamíferos e aves, somos resultado de transformações pelas quais passaram os répteis. Daí, depreende-se que estamos (e devemos permanecer) sujeitos a processo de desenvolvimento. No entanto, o processo de desenvolvimento pressupõe que o indivíduo esteja disposto a se ajudar e ser ajudado. Assim, atitude é pré-requisito para tanto.
No contexto organizacional, é comum nos depararmos com pessoas, grupos e, até mesmo, culturas em que a busca da melhoria contínua é considerada perda de tempo ou heresia, fruto da insegurança e/ou ignorância dos benefícios do ajuste e da adaptação pelo aprimoramento constante. Pode parecer exagero afirmar algo assim em pleno século XXI (onde o dinamismo dos mercados não tolera a acomodação e deixa para trás os que não admitem tal mecânica) ainda existam indivíduos e organizações que neguem a busca da melhoria contínua. Entretanto, quando realizamos um diagnóstico objetivo da realidade empresarial, notamos que tal fato ocorre, inclusive, com instituições reconhecidas como “cases” em seus respectivos segmentos de atuação. Continue reading ‘Coruja ou jabuti: eis a decisão’ »