Eutelsat provê entretenimento e comunicação em aviões da Panasonic

A Eutelsat Communications (NYSE Euronext Paris: ETL) anunciou hoje que a empresa aérea Panasonic Avionics Corporation (Panasonic), o maior fornecedor de serviços de entretenimento e comunicação a bordo, contratou capacidade adicional no satélite Eutelsat 172A para oferecer serviços de Internet banda larga e de TV para companhias aéreas comerciais sobre a região do Oceano Pacífico.

Meridiano 172 Leste

Localizado a 172 ° Leste, um gateway privilegiado para os serviços via satélite na região Ásia-Pacífico, o satélite de alta performance da EUTELSAT 172A permite que a Panasonic cubra a região da costa oeste da América do Norte até a Ásia, e de lá para a Austrália e ilhas do Pacífico. Isso irá dar suporte ao rápido crescimento do tráfego aéreo na região.

A Panasonic já garantiu capacidade para um crescimento futuro na posição 172 ° Leste como cliente âncora da carga útil de Alto Rendimento do satélite EUTELSAT 172B que será lançado no ano que vem nesta região-chave da Asia-Pacífico.

David Bruner, vice presidente de Serviços Globais de Comunicação da Panasonic Avionics, disse: “Temos experimentado um crescimento sem precedentes em todos nossos mercados aeronáutico, marítimo e de energia na Ásia. Mesmo após a Panasonic ter contratado uma grande quantidade de capacidade nos satélites EUTELSAT 172A e 172B , nos simplesmente expandimos. Com uma capacidade adicional no EUTELSAT 172A podemos oferecer um serviço de ótima qualidade em todos os nossos mercados verticais”.

Michel Azibert, Chefe Comercial e Diretor de Desenvolvimento da Eutelsat, concluiu: “Com este novo contrato a Panasonic está confiando seu portfolio global de capacidade na Eutelsat, somando-se ao recursos já contratados em quatro dos nossos satélites, EUTELSAT 10A, EUTELSAT 70B, EUTELSAT 115 West B e EUTELSAT 117 West A.Estamos orgulhosos de que nossa infra-estrutura apóia a missão da Panasonic em colocar os passageiros em uma experiência de entretenimento e comunicação a bordo aumentando o valor percebido da companhia aérea.”

Sobre a Eutelsat Communications

Estabelecida em 1977, a Eutelsat Communications (Euronext Paris: ETL, código ISIN: FR0010221234) é uma das maiores operadoras de satélites de comunicação do mundo. A empresa mantém uma frota de 40 satélites e atende clientes que incluem radiodifusores (TV aberta), operadoras de TV paga, provedores de serviços de Internet, dados e vídeos, empresas e agências governamentais.

Os satélites da Eutelsat têm cobertura total na Europa, Oriente Médio, África, Ásia e Pacífico e nas Américas, permitindo que comunicações de vídeo, dados, banda larga e de governos sejam realizadas de modo independente por seus próprios usuários.

Sediada em Paris, com escritórios e centrais de telecomunicação ao redor do mundo, a Eutelsat tem uma força de trabalho formada por mais de 1.000 pessoas de 37 países que são especialistas em suas áreas e que trabalham com seus clientes para fornecer a mais alta qualidade de serviço.

Portal Nacional de Seguros

China lança novo satélite do sistema Beidou

A China lançou mais um satélite de navegação para seu sistema de navegação próprio Beidou, a versão chinesa equivalente ao sistema de geolocalização americano, o GPS. Agora a constelação Beidou contam com 23º satélites o que aumenta a área de cobertura e a precisão do sistema.

O satélite foi lançado às 23h30 (horário local, 15h30 em Brasília) do domingo a partir do centro de Xichang na província sudoeste de Sichuan e foi posto em órbita pelo foguete “Longa Marcha 3C”, segundo um comunicado do centro espacial.

Uma vez o satélite acabe com os testes em órbita, passará a fazer parte da constelação de satélites de geoposicionamento e navegação do sistema Beidou, um projeto iniciado pela China em 1994 que continua se preparando para oferecer uma cobertura global.

O primeiro satélite que fez parte do Beidou só foi lançado em 2000 mas, em questão de 12 anos, a China conseguiu ativar seu sistema regional, que para 2012 fornecia serviços de navegação, posicionamento, hora e mensagem para os países asiáticos.

Agora, o objetivo da segunda maior economia mundial é expandir os serviços do Beidou para a maioria das nações envolvidas na iniciativa “Um cinturão, uma rota” – o corredor econômico e comercial entre Ásia e Europa promovido pelo presidente Xi Jinping – por volta de 2018 e conseguir uma cobertura mundial dois anos mais tarde, em sua busca de transformar o “Bússola” em uma alternativa ao GPS.

Agência Xinhua

ESA lança Satélite Sentinel-2 em nova fase do programa Copernicus

ESA lança Satélite Sentinel-2 em nova fase do programa CopernicusCom o programa de observação Copernicus, a Agência Espacial Europeia (ESA) estabeleceu um objetivo ambicioso: uma rede de satélites deve fornecer uma enorme quantidade de dados sobre a Terra. Combinados, os dados devem resultar num retrato abrangente das mudanças verificadas no planeta.

Nesta terça-feira, à 1h51min (GMT), começou oficialmente a segunda fase do Copernicus, com o lançamento do satélite Sentinel-2A na Guiana Francesa. No começo do ano que vem, será a vez do Sentinel-2B. Ambos trabalharão em conjunto ao redor da Terra.

Sentinel-2: imagens detalhadas
A cada cinco dias, os dois satélites cobrirão toda a superfície da Terra. E, a cada sobrevoo, eles captarão uma faixa de até 290 quilômetros de largura usando câmeras de alta resolução com 13 bandas espectrais. Elas são capazes de captar muito mais cores e comprimentos de onda do que o olho humano, reconhecendo até mesmo a quantidade de clorofila e de água em uma folha.

Assim, os Sentinel-2A e 2B podem fornecer dados importantes para a agricultura e a silvicultura, mas também informações sobre a poluição em rios, lagos e mares.

Os satélites também ajudarão na prevenção de catástrofes. Bombeiros poderão verificar o risco de incêndios florestais ou estimar melhor a capacidade de reservatórios de água. Assim, talvez eles consigam saber, por exemplo se ainda há risco de enchente depois de um evento extremo.

Sentinel-1: radar em órbita
Desde abril de 2014, o primeiro satélite do programa Copernicus, o Sentinel-1A, está em órbita. Ele é o primeiro de dois satélites-radares, que será seguido pelo Sentinel-1B.

Juntos, ambos os satélites do modelo Sentinel-1 devem fornecer imagens de radar detalhadas da superfície terrestre. Essas poderão ser sobrepostas e complementadas pelas imagens óticas dos satélites Sentinel-2, resultando num retrato complexo e abrangente da Terra.

Sentinel-3 a 6: oceano, gelo e atmosfera
Ainda neste ano, deve ser lançado o primeiro dos dois Sentinel-3, que, com diversas ferramentas, será capaz de medir as cores do oceano e da terra, determinar as temperaturas das superfícies e registrar a topografia dos continentes e a situação das regiões cobertas de gelo no Ártico e na Antártica.

Futuramente, os Sentinel-3 devem ser complementados pelos Sentinel-6, também equipados com radioaltímetros, cujo foco será a observação dos oceanos.

Planejados para mais tarde, os Sentinel-4 e 5 contarão com vários instrumentos para analisar a composição atmosférica, ou seja, gases, nuvens e vapores. Esses instrumentos deverão ser colocados em órbita a bordo de satélites meteorológicos comuns.

Aplicação sem limites
O programa Copernicus deve estar em completo funcionamento a partir de meados de 2020. E não há limites para a aplicação dos dados coletados, que serão colocados à disposição de pesquisadores e empresas de todo o mundo.

A partir do cruzamento da enorme quantidade de dados, será possível determinar relações entre diferentes fatores. Um exemplo pode ser o mapeamento da zona de risco de malária, que poderia ser feito a partir da combinação de informações sobre temperatura da superfície terrestre, vegetação, umidade do ar, quantidade de água no solo e densidade populacional.

Além de cientistas, empresas também podem se beneficiar dos dados. Exemplos são as empresas que gostariam de otimizar a rota de navios cargueiros ou companhias aéreas que gostariam de saber mais sobre as correntes de ar. Também construtoras que querem entender melhor movimentos sísmicos antes de erguer pontes ou escavar túneis poderiam contar com os dados coletados pelos satélites Sentinel.

Deutsche Welle
www.dw.com

Brasil e China assinam protocolo para o satélite CBERS-4A

O protocolo complementar estabelece as bases jurídicas para a construção conjunta do satélite CBERS-4A, a fim de garantir o fornecimento contínuo de imagens aos dois lados da cooperação e a outras nações.O ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação, Aldo Rebelo, e o diretor da Administração Nacional Espacial da China (CNSA), Xu Dazhe, firmaram nesta terça-feira (19) um protocolo de intenções para desenvolver e lançar o sexto Satélite Sino-Brasileiro de Recursos Terrestres CBERS-4A. A assinatura ocorreu durante visita oficial do primeiro-ministro da China, Lĭ Kèqiáng, à presidenta Dilma Rousseff. No Brasil, os satélites do Programa CBERS são desenvolvidos pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE).

Com o lançamento, em dezembro último, do satélite CBERS-4, a China e o Brasil consolidaram uma iniciativa emblemática no mundo em desenvolvimento, que contribui na fiscalização do desmatamento da Amazônia. Além disso, os serviços de imagens territoriais geradas pelo satélite contribuem muito para os países africanos”, disse a presidenta, ao destacar os avanços da parceria bilateral nos campos da educação, da tecnologia e da inovação. Continue reading ‘Brasil e China assinam protocolo para o satélite CBERS-4A’ »

Inpe anuncia ampliação do Laboratório de Integração e Testes de satélites

Ampliação do Laboratório de Integração e Testes de satélites do INPEO Laboratório de Integração e Testes de satélites (LIT) do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) será expandido em cerca da metade de sua área útil atual, para atender às necessidades do Programa Espacial Brasileiro. Os atuais 22 mil m2 de instalações ganharão outros 14 mil m2, por meio de projeto apoiado pela FUNCATE e financiado pela FINEP. A principal demanda é o desenvolvimento dos futuros satélites do programa Satélite Geoestacionário de Defesa e Comunicação (SGDC).

A ampliação do LIT/INPE permitirá a integração e testes de satélites com até seis toneladas e setemetros de altura (satélites geoestacionários meteorológicos ou de telecomunicações, satélites radar etc). Atualmente, a capacidade do Laboratório é limitada a satélites de até duas toneladas e quatro metros de altura (por exemplo, os satélites da família CBERS, desenvolvidos pelo Brasil em cooperação com a China). Concluída a ampliação, o LIT/INPE poderá integrar e testar até quatro satélites de diferentes classes, simultaneamente. Continue reading ‘Inpe anuncia ampliação do Laboratório de Integração e Testes de satélites’ »

Desafios para comunicações via satélite na Fornecendo Dados em Tempo Real

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As comunicações por satélite é um satélite de observação da Terra usado por qualquer uma operação de inteligência ou um militar. Um telescópio está posicionado para levar em informação para a terra. O primeiro tipo de comunicação por satélite levou filme imagem que mais tarde foi enviado de volta à Terra por meio de uma vasilha. Estes botijões foram recolhidos antes da aterragem como eles flutuaram de volta por meio de um pára-quedas. Analog então imagem digital substituiu a fotografia como uma maneira de recuperar dados de inteligência e reconhecimento.

C4ISR satélite de comunicação [1.999.003] [1.999.002] Estes satélites modernos são usados ​​por operações de banda apoio militar e vários sistemas de informação e espaço. O C4ISR representa as operações que vão para este tipo de comunicação (comando, controle, comunicações, computadores, inteligência, vigilância e reconhecimento).

[1.999.002] Estes satélites têm desafios no fornecimento de dados em tempo real. A preocupação parece ser a relevância dos dados recolhidos desde que os computadores são configurados com apenas uma função de tempo discreto. Isto significa que os computadores e outros dispositivos digitais estão restritos a este tipo de informação em tempo discreto. Quando os dados são reunidos digitalmente os sinais em tempo contínuo são amostrados. Amostragem só fornece aproximações para os dados, e a relevância do tempo pode ser um desafio.

EXTREME ALTA FREQUÊNCIA

A solução para este problema de relevância parece ser actualmente satisfeitas com uma nova velocidade de largura de banda e recebendo habilidade para os satélites. Usando alta freqüência extremo para uma largura de banda move a sensibilidade à velocidade e recebendo ao longo da quantidade de movimento do tempo. A capacidade de largura de banda ampliada pode transferir dados com muito mais rapidez e precisão, portanto. Muitas das operações que são particularmente sensíveis mudaram-se para este tipo de sistema, principalmente os comandos nucleares. Estes terminais estão fora da linha de visão e são mais flexíveis na entrega.

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parceiros internacionais

Existem parceiros internacionais que se uniram para fiscalizar e lançar este tipo de satélite. Os parceiros incluem os seguintes países: Estados Unidos, Grã-Bretanha, Canadá e Holanda. O lançamento deste programa em particular satélite está previsto para começar no final de abril de 2012. [1.999.003] [1.999.002] INTELIGÊNCIA e reconhecimento [1.999.003] [1.999.002] Estes tipos de satélites espiões apoiará operações de comando tático e militares. Satélites deste calibre são, também, ser utilizado para a tecnologia da informação de negócio e exploração espacial. Muitas aplicações para a largura de banda melhorada estão sendo disponibilizados. Inteligência e reconhecimento estão à frente do mercado em sua aceitação e apoio para os extremos redes de alta freqüência, uma vez que a coleta de informações é fundamental para seu sucesso.

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Prós e contras de Internet via satélite Serviço

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Satellite TV Internet, você já ouviu falar sobre isso e você pode estar pensando em ter um para si mesmo. Se for esse o caso, já se perguntou o que é bom e ruim sobre a conexão de Internet via satélite? Aqui está a melhor vista sobre prós e contras de acesso à Internet via satélite.

Quais são os benefícios?

o acesso à Internet via satélite dá solução de Internet de alta velocidade para os residentes em área remota. Enquanto uma visão clara do céu do sul está disponível, os usuários podem desfrutar de acesso à Internet de alta velocidade através de sinais de satélite. Tecnologia de Internet via satélite proporcionam alta velocidade e sempre em conexão com a Internet. Pense nas mudanças pode ser feito quando a Internet via satélite traz o acesso à informação, conhecimento, serviços on-line e comunicação para as regiões remotas extremos, onde foi uma vez isolados do resto do mundo moderno.

A experiência de navegação com sistema de satélite é bastante parecidos com conexões de banda larga eo serviço recebe um monte de feedbacks positivos dos clientes e mais e mais pessoas estão mudando de ISP dial-up convencional para ISP satélite. Hughes Net, por exemplo, havia instalado mais de 800.000 sistemas encomendados ou embarcados para clientes em 85 países através de fora 30 anos no negócio.

[1.999.002] [1.999.005] Quais são as costas de puxar? [1.999.006] [1.999.003] [1.999.002] Em geral satélite Internet enfrenta dois problemas, que são a latência da rede e conexão instável.

problemas de latência de rede em satélite Internet

O problema de latência de rede em serviços de Internet via satélite permanecem sem solução até hoje. Tal questão com que o serviço Internet inutilizável para completamente algumas aplicações online, como jogos em rede e videoconferência. Um exemplo de destaque é o jogo de rede. Vários jogadores conectar seus consoles de jogos ou computadores pessoais para a Internet e participar de um jogo online, World of Craft Guerra, por exemplo, para competir uns contra os outros. A comunicação e sincronização entre cada jogador é muito importante. Estes jogos exigem a possibilidade de reagir rapidamente aos eventos que ocorrem no jogo (por exemplo, escapar de ataque do adversário). Com uma latência de até 0,5 segundo, o jogo normal é afetado, fazendo com que os jogadores usando internet via satélite a estar em desvantagem.

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degrada-se no desempenho do serviço devido a forte tempestade

sinais de satélite são normalmente transferidos em freqüências banda Ku para o ISP satélite. Sinais de banda Ku são interferiu sempre que fortes tempestades e isso fará com que as conexões de Internet instáveis ​​ou interrupções totais ainda curto prazo sobre o serviço.

Conclusões

Sem dúvida, a Internet via satélite não é vai substituir a cabo ou DSL ligação à Internet em qualquer futuro próximo. A menos que haja drama melhorias na qualidade do serviço ou queda marcante no preço de serviços, serviços de Internet via satélite provavelmente vão interesse apenas aqueles que vivem em área sem cabo e DSL ligação à Internet.

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Componentes para satélites de comunicação para comunicação Satélites Parte III

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A aplicação simples e básica de qualquer satélite de comunicação, se é baixo terra órbita geoestacionária ou, envolve a transmissão de informações a partir de uma estação terrestre de origem para o satélite em questão, o que é denominado como “up-linking”, seguido de re-transmissão da mesma informação para a estação de terra designada. Esta re-transmissão é denominado como “down-linking”. A ligação descendente das informações pode ser a de um particular estação terrestre ou transmitido ao longo de um número seleccionado de estações terrenas, situado a uma área maior. A fim de executar este se-linking e para baixo-linking, o satélite tem um receptor e uma antena de recepção, um transmissor e uma antena de transmissão, assim como um conjunto de radiotransmissor, que tem um receptor e um transmissor com uma antena, no entanto, aqui, o “receber” e “transmitir” são feitas através da mesma antena. Satélites precisa antenas separadamente para as suas duas funções de recepção e transmissão. Além disso, o satélite tem interruptores electrónicos. Isto é usado para alternar logicamente os sinais de uplink, para baixo vinculando-lo para as estações terrenas apropriadas. Tem uma caixa-preta eletrônico para determinar o destino ou destinos dos sinais sendo down-ligados às estações terrestres. Não é que a energia elétrica já importante em um satélite necessária para manter vivo o circuito eletrônico. A estrutura exacta de um satélite componente pode diferir de uma para a outra, dependendo da sua aplicação real, mas os requisitos básicos de componentes permanecem os mesmos.

A energia eléctrica necessária por satélites para receber e transmitir sinais dependem grandemente sua trajetória orbital, ou seja, se é uma terra baixa ou satélite orbital geoestacionária. Requisito de energia elétrica na maior parte depende da altura do satélite acima da Terra. Quanto maior ele é, um satélite que seria necessário muito poder para o seu funcionamento básico em receber e transmitir sinais Com base neste, um satélite geoestacionária, sendo a uma altitude de 22.300 milhas, exigiria muito mais energia elétrica do que o satélite de baixa órbita terrestre , que está situado a apenas algumas centenas de quilômetros da Terra. Em teoria, um satélite geoestacionária seria necessário 10 mil vezes a energia elétrica que o satélite em órbita baixa da Terra. Esta é uma enorme quantidade de poder e do satélite é projetado de forma a elaborar um acordo, sem perder a confiabilidade do aplicativo.

Um satélite é normalmente alimentado por uma bateria ou um sistema de energia solar. Em alguns dos satélites de comunicação, uma combinação de bateria e energia solar é utilizada, com as baterias que fornecem energia aos circuitos eletrônicos do satélite, com uma mudança para a energia solar durante o ciclo de luz solar, quando as baterias são deixados sobre a tarifação. A bateria é ativada durante eclipses solares, quando os painéis solares se tornam inativos.

A principal diferença entre os satélites em órbita diferente é a antena. Este design da antena define a exigência de um ótimo poder de um satélite. Existem, basicamente, muitos projetos disponíveis para uma antena. Alguns direta a sua radiação para uma direção particular, e há outros que são omni-direcional, irradiando toda a volta. Este princípio é levado adiante por um satélite de comunicação. Se você considerar a altura em que o satélite está em órbita, mesmo uma grande área na Terra será um mero local de uma área daquela altura. Com as estações terrenas localizadas em uma área relativamente pequena, um feixe vontade antena projetada corretamente seus sinais dentro dessa área de constrição e não em qualquer outra direção. Com um diâmetro maior antena parabólica, a área de radiação diminui em relação a determinados parâmetros de projeto.

Um dos parâmetros de tal projeto é chamado “ganho” de uma antena. Este ganho nos diz quanto mais energia seria necessária para transmitir os sinais de um quilômetro quadrado de uma área, com a potência do transmissor distribuído uniformemente (distribuição isotrópica) ao longo de todas as direções dentro dessa área. Este é um dos critérios de desenho primário, o qual vai para a exigência de menos energia eléctrica necessária para um satélite geosíncrona, em comparação com o que seria, em teoria.

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A diferença maior no sistema de antena de um satélite geoestacionária ea baixa satélite Terra é que, a antena deve sempre olhar para a Terra. Embora seja relativamente fácil para o satélite geoestacionária, sendo estacionário em relação à rotação da Terra, os satélites de baixa órbita terrestre zoom passado qualquer ponto da Terra a cada 5 a 10 minutos. Neste caso, torna-se difícil manter a orientação da antena, conforme necessário.

A estação de terra é um alvo em movimento, quando olhei para a baixa órbita da Terra por satélite e algum tipo de sistema de rastreamento devem ser incorporadas ao projeto , de modo a que a antena da estação terrestre faixas como local que passa no seu percurso orbital. A outra alternativa é fazer uma tal concepção, de tal modo que a antena pode feixe num ângulo maior que cobre uma área mais larga da Terra, de modo a que o receptor ou transmissor está sempre dentro do alcance de recepção e de transmissão dos sinais. Ao fazer isso, o ganho da antena reduz e para manter o ganho certo, muito mais poder seria necessário para o transmissor para fornecer tal transmissão do sinal.

Onde é que vamos começar esse poder? Pode-se perguntar por que os transmissores não são projetados dessa maneira para fornecer milhares de watts de potência. É simplesmente que não é possível fazer esse tipo de energia disponível em uma nave espacial. A alimentação a bordo é gerado por uma série de baterias no ofício ou pelas enormes painéis solares, instalados nos satélites. Estes painéis solares têm inúmeras células solares que geram a energia elétrica necessária a partir da luz solar, durante o carregamento das baterias durante períodos de sol luz. Durante o tempo quando está escuro, a geração de energia está ligado às baterias .. Estas células solares são semelhantes aos que você encontra em você calculadora. Há um limite de quanto estes painéis solares pode gerar. Esta limitação define o limite da quantidade de energia pode ser gerada num sistema de satélite. Na prática, em alguns dos satélites, estes painéis solares geram poucos milhares de watts de potência eléctrica. Não é apenas concebível no fornecimento de que os transmissores de alta potência a bordo dos satélites, como é desejado.

As baterias a bordo são implantados, quando a Terra passa entre o satélite eo Sol, quando os painéis solares fazer não receber a luz solar necessária para produzir a energia elétrica. Por conseguinte, as baterias têm de permanecer em boa condição carregada, a fim de assumir a geração de energia quando necessário.

O satélite recebe e transmite os sinais em duas frequências diferentes. Aqui encontramos a aplicação de transponders em um sistema de satélite. Um transponder é um componente de um sistema de satélite que recebe os sinais provenientes de estações terrenas e transmite-o de volta para a estação de terra ou estações designado. O uplink de qualquer sinal da estação de terra é feito usando uma antena de “prato”, apontando para o satélite. Este sinal é enviado para um dos transponders a bordo. O transponder amplifica este sinal, desloca-o para uma freqüência diferente e transmite para a Terra. Esta mudança de frequência, a partir do sinal recebido com o sinal de transmissão, é para evitar qualquer interferência entre o receptor e transmissor de frequências. Um prato downlink como antena na estação de terra, olhando para o satélite, capta esse sinal do transponder, que é então processado. Os satélites podem downlink os sinais recebidos, para muitas estações da Terra em um dado momento. O sistema tem a vantagem de ter a capacidade de uplink e downlink então para várias estações terrenas milhares de quilômetros de distância e, com vários satélites de afinação dos sinais, ele pode facilmente cobrir o mundo inteiro.

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Televisão por Satélite: Saiba como a tecnologia via satélite funciona

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Você já se perguntou como o sinal de televisão torna a sua casa? Todas as empresas de TV por satélite oferecer um serviço de satélites de alta potência localizados a milhares de quilômetros no espaço sideral. Serviço de satélite é uma tecnologia altamente sofisticada que consiste em muitos componentes, incluindo: uma estação de uplink, um satélite de alta potência no espaço exterior, junto com uma pequena antena e unidade receptora para sua casa ou empresa. Se você optar DIRECTV, DISH ou outro provedor que você vai ter uma boa compreensão de como o serviço torna-lo em sua casa.

Aqui estão alguns detalhes sobre as peças que fazem tudo isso possível.

[1999002 ] sinal de satélite

Emissoras produzir conteúdo e, em seguida, estabelecer acordos com fornecedores para realizar seus programas. Uma vez que as emissoras produziram o conteúdo é enviado para o fornecedor de satélite, que é então criptografado para um formato digital e transferido para a estação de ligação ascendente para a transmissão localizado algures na terra. Nos Estados Unidos, a maioria dos satélites são operados no hemisfério sul.

A Estação de Uplink

Em meios de comunicação este termo pode ser usado para descrever a transmissão de sinais de rádio a partir de terra para o satélite de alta potência no espaço exterior. Estações são configurados com pequenas a muito grandes pratos que vão desde um par de pés até 40 pés de diâmetro. Pratos maiores satélites muitas vezes produzem a capacidade de enviar mais informações em um ritmo mais rápido e são conhecidos por ser muito mais confiável do que pratos menores. Cada estação transmite dados para um satélite específico no céu dentro de uma faixa de freqüência específica.

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de alta potência por satélite

A estação de uplink criptografa os dados, em seguida, envia-lo para a alta potência de satélite para o espaço exterior. Os dados viaja cerca de 22.000 milhas para o espaço. O satélite gira dentro da órbita geoestacionária na mesma taxa como a terra. Se o satélite não rodar na mesma velocidade que a terra esta tecnologia não seria possível.

Antena de prato pequeno e Receptor de Satélite

antenas parabólicas de hoje estão muito econômico tipicamente variando de um a três pés (um metro). Lembre-se, você sempre pode obter um prato maior, que irá aumentar o seu sinal e deixá-lo menos suscetível a falhas. A antena parabólica está configurado fora, em seguida, um cabo é executado a partir da antena parabólica em sua casa e no receptor de satélite. O cabo de satélite não está conectado a uma rede e, normalmente, você não compartilhar o sistema com os outros para que haja pouco espaço para erro, se há um problema.

Em conclusão, o usuário final irá receber canais com base em sua subscrição do serviço. Disponibilidade de canal baseia-se no provedor de satélite. Televisão por satélite pode ser configurado independentemente da localização junto como não há uma visão clara do céu do sul.

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