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MS: PESCADOR DEVE TIRAR LICENÇA PARA FERIADO  by

 Antônio Madeira
4/16/2008 at 17:45
Pescadores amadores e turistas que forem aproveitar o feriado de Tiradentes, 21 de abril, para pescar nos rios de Mato Grosso do Sul devem requerer a licença de pesca, informou a Polícia Militar Ambiental. A autorização ambiental é individual, tem validade trimestral ou anual e é obrigatória para pesca em barcos e barrancos.

Continua proibida a utilização de rede, tarrafa, espinhel, cercado, covo, pari, fisga, gancho; substâncias explosivas ou tóxicas; equipamento sonoro, elétrico ou luminoso e nem anzol de galho. Os pescadores devem obedecer a cota de pescado permitida no Estado, conforme a seguir: piraputanga 30cm; curimbatá e piavuçu 38cm; pacu 45cm; dourado 65cm; barbado 65cm; pintado 85cm, cachara 80cm; jaú 95cm. A cota permitida por pescador devidamente licenciado é de 10 quilos, mais um exemplar de qualquer espécie e cinco exemplares de piranha.

Após a pescaria, o turista deve passar em um posto ou barreira da Polícia Militar Ambiental para preenchimento da guia de controle de pescado, que comprova a origem e permite o transporte do pescado em Mato Grosso do Sul e em outros estados.
A pesca ilegal é crime ambiental e prevê multa de R$ 700 a R$ 100 mil, mais R$ 10 por quilo de pescado irregular.

Áreas proibidas - Vale lembrar que em alguns rios de Mato Grosso do Sul a pesca de qualquer natureza é proibida permanentemente, a saber: rio Salobra, entre os municípios de Miranda e Bodoquena; Córrego Azul, no município de Bodoquena; rio da Prata, nos municípios de Bonito e Jardim; rio Formoso, no município ...
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PESCADORES NÃO SUSPENDEM VIAGEM   by

 Ieda Rodrigues
1/16/2008 at 21:14
Apesar de cinco pessoas já terem morrido vítimas da febre amarela neste ano no Brasil e existir vários casos suspeitos, os pescadores de Bauru não pensam em mudar os planos de viajar para o Mato Grosso e Mato Grosso do Sul.

Acostumados a pescar em áreas de mata e enfrentar mosquitos, eles dizem que tomam a vacina e não há risco de contrair a doença.

Aposentado, Fernando Lucilha Júnior está com pescaria no Mato Grosso programada para setembro, com um grupo de amigos. E antes, na próxima semana, ele pretende ir para Goiás, área de risco, acompanhar a filha e o neto que moram lá, mas estão em Bauru.

“Só vou tomar a vacina antes porque a minha está vencida. Minha filha e meu neto, que moram em Goiás Velho, já tomaram a vacina lá”, comenta o pescador.

Outro que não mudou os planos é o aposentado, pescador e contador de histórias Eurico de Oliveira. “Estou programando ir pescar em Rosana, que fica na divisa com o Mato Grosso, em março. Antes vou tomar a vacina de novo porque a minha está vencida”, relata. Também pescador, Eupídio Lima, que toma a vacina contra a febre amarela, tem duas pescarias programadas para este ano e diz que a doença não vai atrapalhar seus planos.
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VERÃO: É HORA DE PESCAR  by

 Felipe Rodrigues
1/12/2008 at 13:29
Um ritual que se torna sagrado, ainda mais em época de férias. São as pescarias nas tardes de verão à beira do rio Piracicaba. Para muitos, o que menos importa é o que será pescado. Vale mais é ficar próximo das águas do manancial que dá nome à cidade. Casos como o do missionário João de Oliveira, de 65 anos, que pesca há mais de 50 anos. "Isso aqui é uma maravilha. Sentar e ficar pescando a tarde inteira...", diz.

Para tornar a pescaria mais eficiente, os pescadores não podem dispensar alguns conselhos de quem conhece a prática. Uma boa dica para evitar que os anzóis fiquem soltos e acabem machucando alguém, é possível improvisar um prendedor de anzol (hook kepper) com um pedaço de arame e alicate de bico. "Comece dobrando o arame para que ele fique duplo. Em seguida faça uma pequena alça e prenda na parte superior da vara. Se quiser torná-lo fixo, use um pouco de cola de secagem rápida", explica o pescador Ulisses Souza.

O pescador também explica como fazer para evitar o mau-cheiro típico das iscas mortas. "Sempre as armazeno em um saco plástico dentro de uma caixa térmica com gelo. Mesmo assim, o líquido pode escorrer para fora do saco. Por isso, deve-se encher a caixa com uma solução de água com água sanitária e deixar a mistura por algumas horas", assinala. Para os motoristas, a resolução 197 do Departamento Nacional de Trânsito, (Denatran) regulamenta o uso de engates traseiros fixos em carros com peso ...
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PESCA NA PRAIA PODE TRAZER RISCOS AOS BANHISTAS  by

 Michelly Lauer
1/7/2008 at 08:23
Para algumas pessoas, sol combina com pescaria na praia. Mas apesar do lazer proporcionar tranqüilidade, a utilização do anzol, acessório indispensável para a pesca, deixa muitos freqüentadores dos balneários preocupados.

a Praia de Camburi, em Vitória, por exemplo, é comum encontrar varas de pesca sendo jogadas ao mar perto de crianças e adultos quase que diariamente. A questão é que a Capital não tem uma lei que regulamente a prática da atividade em seu litoral.

Segundo o coordenador do Serviço de Salvamento Marítimo da Prefeitura de Vitória, Emerson Anatólio de Oliveira, por falta de uma legislação, fica à cargo dos guardas-vidas pedirem aos pescadores que recolham os anzóis quando aumenta o movimento de banhistas.

"Têm os que atendem e outros que são resistentes. Alguns não se preocupam com quem está na água ou passando pelas linhas. Alegam que não existem placas proibitivas para a pesca" , frisa.


Cuidados
A orientação é que a pesca seja feita em locais e horários que não tenham um grande número de pessoas, como depois das 18h. A dica para os banhistas é evitar ficar próximo às varas de pesca. "Queremos garantir o lazer de todos. Mas contamos com a colaboração e o bom senso dos pescadores", diz.

O perigo todo, conforme Oliveira, está nos anzóis. A linha esticada, mergulhada no mar, é imperceptível e pode provocar cortes várias partes do corpo e danos à visão.

Já os anzóis, que possuem ganchos, podem cortar o pés quando se soltam e agarram no fundo do mar. Acontece ...
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MINISTRO DA AQÜICULTURA E PESCA DIZ QUE É PRECISO ADEQUAR A LEGISLAÇÃO  by

 Karin Seben
6/6/2007 at 06:32
O Ministro Altemir Gregolin, da Secretaria Especial da Aqüicultura e Pesca, disse durante a audiência pública "Gestão de recursos pesqueiros em Mato Grosso do Sul", acredita que é necessário adequar a legislação estadual com a federal. Em Mato Grosso do Sul, o órgão do governo emitiu licença ambiental para apenas 1,3 mil pescadores, e o Governo Federal emitiu a carteirinha para quase cinco mil pescadores.

Outra divergência é a classificação do pescador. Em âmbito federal, o pescador é aquele que tem como renda principal a pesca, e no Estado é aquele que vivem apenas da renda da pesca. De acordo com o Ministro, há recursos do Pronaf (Programa Nacional de Fortalecimento a Agricultura Familiar) porém devido a divergência da legislação o banco não sente segurança para liberar os recursos, o que acaba prejudicando os pescadores do Estado. Para Gregolin, seria necessário criar uma carteirinha nacional que comprovasse o exercício da profissão, garantindo desta maneira a sustentabilidade dos pescadores.

Durante discurso, o ministro disse que existe 500 mil pescadores profissionais no Brasil e 150 mil psicultores. O país captura um milhão de pescado anualmente e gera 3,5 milhões de empregos. Em Mato Grosso do Sul é capturado 12 mil toneladas por mês. "É um segmento muito importante que precisa receber investimentos. O mercado tem boas perspectivas para a pesca futuramente. Hoje é consumido 16kg de pescado por habitante/ano e estima-se que em 2030 este número chegue a 22,5 kg", acrescentou.

Gregolin ressaltou que o Brasil tem muita riqueza a explorar que muitos outros países ...
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DICAS PARA USO DO MOLINETE  by

 Sérgio Yuchenko
3/26/2007 at 12:11
Colocando a linha
A colocação de linha em um molinete requer um pouco de cuidado para não o fazermos com a linha torcida. Se nas primeiras voltas você reparar que a linha está torcendo, corrija virando o carretel e voltando a abastecer.

Caso se disponha de carretéis sobressalentes, recomenda-se abastecê-los com linhas de espessuras diferentes, aumentando os recursos do equipamento. Mas, em qualquer caso, o mais importante é que o carretel esteja carregado corretamente, cheio mas sem excessos, até o limite adequado, possibilitando uma boa saída de linha.

Linha demais resultará em "cabeleira", ao passo que linha de menos impedirá bons arremessos por causa do excessivo atrito contra o flange do carretel. O limite máximo aceitável é onde começa a curvatura da borda da flange, onde a linha se acomoda sem escorregar e sem se afrouxar. Passando deste ponto, a linha escorregará e não se assentará porque estará sobre a borda do flange.

Regulando a fricção
Um aspecto bastante importante é a regulagem da fricção, que deve ser feita a ¼ de resistência da linha usada ou da vara, quando esta for de resistência menor que a linha.

Exemplo: se você abasteceu o seu molinete com linha de 12 libras de resistência, o seu ajuste deverá ser de 3 libras.

Para executar esse ajuste, monte seu conjunto vara, molinete e a linha passada, coloque uma balança na ponta da linha e aplique pressão na vara. Ela deverá acusar as 3 libras quando começar a soltar linha e, caso a marcação seja inferior, girar ...
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MOLINETES E CARRETILHAS  by

 Sérgio Yuchenko
3/26/2007 at 11:58
Carretilhas e molinetes foram criados com o mesmo objetivo: facilitar o arremesso, melhorar o desempenho da isca e possibilitar maior força de tração depois da fisgada. Mas existem diferenças entre um e outro que o pescador deve conhecer para adequar seu equipamento e garantir o melhor rendimento. Para isso, é preciso observar dois pontos:
- o tipo e as condições da pescaria;
- sua própria habilidade.

Tecnicamente, a diferença entre molinete e carretilha é mínima – basicamente a posição de entrada da linha no carretel, que no molinete é longitudinal e na carretilha é transversal.

A “alma” de um equipamento desses é o sistema de rolamento interno. Quanto mais rolamentos, melhor o desempenho e maior a facilidade de trabalho, seja no lançamento ou no recolhimento das iscas.

Além de rolamentos, todos vêm equipados com sistemas de fricção e freios, que também devem ser observados.

A velocidade de giro (ou recolhimento) é outro elemento importante numa carretilha ou molinete; em geral, essa informação vem impressa no equipamento com números representados assim: 6 : 1, isto é, com uma volta na manivela, o carretel gira seis vezes - pesca de peixes que correm muito, é melhor uma velocidade de recolhimento maior.

Molinetes e carretilhas também devem estar de acordo com as especificações da vara e linha; ou seja, para varas “ultraleve”, molinetes ou carretilhas “ultraleve” e assim por diante, respeitando também a resistência das linhas – evite linhas grossas em equipamento leve, por exemplo. Além de molinetes e carretilhas, existem ainda o “spincast”, ...
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PRAIA E PESCA ATRAEM TURISTAS PARA PEREIRA BARRETO  by

 Thomaz Vita
1/22/2007 at 16:31
A estância turística de Pereira Barreto, a 640 km de Săo Paulo, cidade quase transformada em ilha com a construçăo do canal Deoclécio Bispo dos Santos, no rio Tietę, e da hidrelétrica de Tręs Irmăos, no rio Paraná, é cercada de água por quase todos os lados.

Assim passou a atrair turistas, fascinados com a praia Pôr-do-sol, onde săo concentrados eventos como carnaval, campeonatos de triatlo, vôlei e futebol de areia, festa das naçőes e encontro de bandas e fanfarras.

Mas a pescaria ganha destaque. No imenso lago alimentado pelo rio Tietę pode-se fisgar o feroz tucunaré, a predadora corvina ou os ariscos porquinho e zoiúdo. Homens e mulheres com varinhas de bambu ou molinete, fazem a festa, fisgando corvinas e porquinhos de quase meio quilo cada uma.

Ali perto, na praia Pôr-do-sol, famílias vindas de Araçatuba, Andradina, Auriflama, Ilha Solteira e Rio Preto se divertem em concorridos churrascos regados a vinho e cerveja.

Na praia existe excelente infra-estrutura, com quiosques, banheiros públicos e cobertura de ambulância e da Polícia Militar.

Para quem curte a prática de esportes radicais, nada como um bom passeio de barco ou jet-ski, além de mergulhos ecológicos para ver de perto, a 14 metros do nível normal da represa, a ponte submersa construída em 1935 pela colônia japonesa.

Com o grande lago, a piscicultura está em franco desenvolvimento. Ali está nascendo uma usina de açúcar, com a cana tomando lugar da laranja, milho e melăo. Mas é o turismo que expande o município com grande geraçăo de renda.

Como a cidade ...
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EMATER-RO:EXTENÇÃO EM PISCICULTURA É INÉDITO NO BRASIL  by

 Carlos Pescoto
10/27/2006 at 22:38

A piscicultura tem sido uma das principais atividades para o desenvolvimento econômico auto-sustentável em Rondônia. Grande parte desse desenvolvimento deve-se ao incentivo dado pelo Governo Estadual, através da Secretaria de Estado da Agricultura, Produção e Desenvolvimento Econômico e Social, Seapes e a ação da Associação de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado de Rondônia, Emater, junto aos pequenos produtores rurais.

A atividade piscícola no Estado começou a ser impulsionada há pouco menos de dez anos. Mas uma ação voltada para a produção de peixes em pequenas propriedades não somam nem cinco.

As primeiras unidades de observação foram implantadas em 10 municípios da região centro sul do estado (Espigão do Oeste, São Felipe, Primavera de Rondônia, Pimenta Bueno, Nova Brasilândia do Oeste, Novo Horizonte, Alto Alegre dos Parecis, Alta Floresta, Rolim de Moura e Santa Luzia do Oeste). O Projeto recebeu o nome de “Água Viva”. O resultado desse experimento foi apresentado durante o I e II Agropeixe - Seminário do Agronegócio da Piscicultura em Rondônia realizados no ano passado nos municípios de Pimenta Bueno e Ariquemes. O sucesso foi tanto que muitos produtores buscaram na Emater orientações para investirem na piscicultura.

Outros projetos foram surgindo. Hoje a piscicultura já pode ser considerada de essencial para a economia estadual. Mas a busca pela melhor qualidade e por alimentos que melhor se adequam às espécies da região estão cada vez mais intensas. Técnicos em piscicultura da Emater, Cooperativa de Trabalho Ambiental de Rondônia, Cotraron, Cooperativa Millenium e Banco da Amazônia, Basa estão participando de ...
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O ARUANà by

 Carlos Pescoto
8/2/2006 at 06:40
O Aruanã é um peixe encontrado nos principais rios da bacia amazônica e alguns do Mato Grosso e Goiás. Pertence à família do Pirarucu, tem o corpo alongado, atingindo cerca de um metro e até 5 Kg. de peso.
Aruanã, pesca esportiva pelo Brasil
A principal característica dessa espécie quando fisgados são os fantásticos saltos que dão fora da água, às vezes de até 2 metros de altura, exigindo muita habilidade do pescador para dominá-lo, tornando-se um peixe altamente esportivo.
Aruanã, pesca esportiva pelo Brasil
A pesca pode ser feita com iscas naturais da região, de preferência os pequenos peixes do lugar, ou então com o uso de iscas artificiais de meia água e spinner bait, arremessados junto às estruturas como troncos e galhadas. Na artificial a pesca é bem mais emocionante, pois o peixe ataca a isca com voracidade e em seguida corre com ela dando uma série de saltos, fazendo o coração do pescador quase sair pela boca.
Aruanã, pesca esportiva pelo Brasil
Assim, quando o pescador estiver pescando em algum rio onde o Aruanã possa ser encontrado, não deve deixar de tentar a sua captura, pois esse é sem duvida, mais um dos peixes esportivos brasileiros considerados como “fora de série”. Quanto a sua carne não é tão saborosa e para aqueles que vão fazer a sua pescaria na Amazônia, fica a dica dificilmente você sairá de lá sem fisgar algum exemplar.
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BALNEÁRIO COMBORIU PROMOVE CAMPEONATO DE PESCA DE ARREMESSO  by

 PortalDaIlha.com.br
7/18/2006 at 23:47
Para quem gosta de pescaria, uma excelente opção é garantir presença no Campeonato de Pesca de Arremesso que será realizado na Barra Sul, domingo, 23, das 8h30 às 13h. A competição é uma promoção do Camboriú Clube de Pesca e do Tortuga Clube de Pesca de Joinville.

O evento faz parte da programação do 42º aniversário de Emancipação Política de Balneário Camboriú. Este ano, a previsão é de que pelo menos 80 duplas participem do campeonato. Participarão pescadores de Joinville, Blumenau, Itajaí, Florianópolis e também de Balneário Camboriú, entre outros municípios.

Os primeiros colocados levam para casa um troféu estilizado. O prêmio é uma obra de arte do artista plástico, Reiner Wolff. “É grande a procura de pescadores interessados em participar do campeonato”, destaca Rogério Matheus, o Maguila, um dos responsáveis pela organização da competição. O campeonato será disputado na região compreendida entre as ruas 3.700 e a Barra Sul. A comissão organizadora vai se concentrar na faixa de areia, em frente ao Hotel Fischer.

Até o 10° colocado, o prêmio será o troféu geral. Do 1º ao 3º classificado, a premiação será por categoria. A competição se divide em masculino, feminino, master, avulso (atletas sem clube) e clube filiado. Cada peixe vale dois pontos e cada 100 gramas um ponto. Quem somar o maior número de pontos fica com o prêmio do campeonato.
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LICENÇAS PARA PESCA  by

 Carlos Pescoto
7/15/2006 at 04:08
PESCA AMADORA:
Retirar em quaiquer agências do Banco do Brasil o Formulário de Licença para Pesca Amadora Embarcada (R$ 60,00) e/ou Desembarcada (R$ 20,00), pagável em qualquer banco.

PESCA PROFISSIONAL:
Preencher formulário específico em qualquer unidade ou sub-unidade do IBAMA. Esta licença somente é fornecida a pescadores que façam da pesca sua atividade exclusiva, sem quaisquer outras fontes de renda.
Os dados apresentados no referido formulário são comparados com as informações da Receita Federal.

INFORMAÇÕES:
1 - Validade:
Esta licença é válida em todo Território Nacional pelo período de um ano, contando a partir da data da autenticação bancária, devendo, inclusive, acompanhar o transporte interestadual do pescado.

2 - Petrechos permitidos:
Categoria A - Desembarcada: A categoria A abrange a pesca desembarcada, usando linhada de mão, puçá, anzóis simples ou múltiplos empregados com caniço simples, carretilhas ou molinetes e tarrafa (com malha mínima de 25mm e só usada no mar, não águas interiores e estuarinas), com isca natural ou artificial.

Categoria B - Embarcada: A categoria B refere-se à pesca com os mesmos equipamentos e permite o uso de embarcações de classe "recreio". Estas categorias valem também para a pesca subaquática com espingarda de mergulho, desde que praticada em mergulho livre (sem aparelhos de respiração artificial), conforme Decreto 221. Nas agências do Banco do Brasil, Banespa ou Nossa Caixa, o pescador pode efetuar o pagamento da Licença da Pesca, que tem validade de um ano, em todos os rios da União. Aqueles que utilizam somente linhada de mão ou vara e anzol simples em pescaria desembarcada, estão dispensadas da taxa. ...
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