Como escolher a bateria para seu nobreak

Garantir a energia em casa e no trabalho vem sendo uma das preocupações mais recorrentes ultimamente. E o avanço da tecnologia tem contribuído para isso. Hoje, para que essa preocupação seja sanada, um mix de equipamentos como nobreaks tem sido lançado no mercado, com o objetivo de suprir essa necessidade. Mas a pergunta é: se um nobreak necessita de bateria, qual a de melhor qualidade?

De acordo com a especialista em marketing da NHS, Débora Skrobot, empresa fabricante de nobreaks no Brasil, a bateria ideal para um equipamento como este dependerá da aplicação em que ele será usado, ou seja, para que tipo de dispositivo ele precisa proteger.

Segundo Débora, modelos de baterias Estacionárias apresentam alta capacidade de acúmulo de carga, altíssima qualidade e tecnologia e melhor desempenho quando expostas a altas temperaturas (seu eletrólito em forma fluida permite melhor dissipação térmica). Além dessas características, se destacam também por serem livres de manutenção (não é necessário adicionar água) e pela facilidade de diagnóstico (possuem indicador visual que facilita o trabalho do técnico em campo).

“Elas são as mais recomendadas e feitas especialmente para uso em aplicações como nobreaks e inversores, proporcionando um tempo de vida útil, em condições normais, de aproximadamente 500 ciclos de carga e descarga, o que corresponde entre três e cinco anos de utilização”, afirma.

Já os modelos de baterias Seladas são assim chamadas, por não apresentarem risco de vazamento do seu eletrólito, permitindo desta forma o seu transporte em várias posições. As aplicações das baterias seladas estão inseridas nas mais diversas áreas da tecnologia, como computadores, equipamentos fotográficos, equipamentos de iluminação, ferramentas elétricas, brinquedos, equipamentos hospitalares, inversores solar e etc. Em nobreaks também se destacam pela facilidade do transporte permitindo que saiam de fábricas instaladas internamente nos gabinetes.

“É um desafio alcançar o máximo de tempo de vida útil que as baterias podem proporcionar, isto porque geralmente não é possível ter controle de variáveis tais como: temperatura ambiente em que as baterias estão acondicionadas, ciclos de carga e descarga, umidade, manipulação de instalação e manutenção preventiva ideais, sendo estas condições de uso os principais motivos de redução de vida útil das baterias”, comenta.

Baterias automotivas?

Outra bateria bastante conhecida são as Automotivas. Para Débora, estas são as menos recomendadas para nobreaks, pois suas características não preveem os longos ciclos de carga e descarga a que serão submetidas. “Ela é ideal para veículo, pois o mesmo conta com o alternador que assume a função de manter o fluxo de energia, ou seja, ela é desenvolvida apenas para dar suporte no momento da ‘partida’ no veículo e não para sustentar uma carga por longos períodos”, garante a especialista. “Se aplicadas em nobreaks normalmente após 06 meses de aplicação sua desempenho estará muito comprometido trazendo danos ao nobreak”, finaliza.

Geração de energia eólica faz Brasil dobrar redução de emissões de CO2

A geração de energia eólica no Brasil evitou a emissão de um milhão de toneladas de CO2 na atmosfera no primeiro semestre de 2014. Isso contribuirá para que o País chegue ao final do ano com um recorde de 3,25 milhões de toneladas mitigadas, duas vezes mais do que o total reduzido em 2013 (1,6 milhão de toneladas). Os dados são da Associação Brasileira de Energia Eólica (Abeeólica).

A estimativa é que a redução de emissões de CO2 e da poluição do ar graças à energia eólica se intensifique nos próximos anos porque o Brasil está investindo pesadamente no setor. Em média, são R$ 15 bilhões anualmente na construção de parques eólicos, expandindo de forma significativa a geração desse tipo de energia e contribuindo para reduzir a emissão de gases poluentes na atmosfera.
AeroGerador
“O Brasil é um dos países que mais está expandindo sua capacidade eólica no mundo”, observa Élbia Melo, presidente da Abeeólica. Com o aumento do investimento, o mercado brasileiro está se tornando cada vez mais atraente a investidores externos. “Até 2018, deveremos gerar 120 mil postos na cadeia produtiva como um todo, desde a fabricação até a instalação dos aerogeradores”, afirma Élbia.

As regiões brasileiras com melhores condições para receber parques eólicos são o Nordeste e o Sul.

Fonte:Abeeólica

Projetos de parques eólicos recebem financiamento do BNDES

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A diretoria do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) aprovou financiamento para dois projetos de parques eólicos, no valor total de R$ 422,3 milhões e capacidade de geração de 201,56 MW.

Os recursos serão destinados à construção do parque Morro dos Ventos II, no Rio Grande do Norte, nos municípios de João Câmara e Parazinho, e a seis parques no Piauí, denominados Complexo Eólico Chapada do Piauí II, nos municípios de Caldeirão Grande do Piauí e Marcolândia.

Morro dos Ventos – Com capacidade de geração de 29,16 MW, o parque Morros dos Ventos entrará em operação em 2016. O BNDES financiará R$ 84,3 milhões do total de investimentos de R$ 132 milhões, incluindo programas sociais e o sistema de transmissão associado. O projeto pertence ao Complexo Eólico Morro dos Ventos e Eurus, formado por oito usinas eólicas. Os demais sete parques que compõem o projeto já estão em operação e também foram financiados pelo BNDES.

A energia do parque, constituído por 18 aerogeradores fabricados pela General Electric do Brasil, foi comercializada no Ambiente de Contratação Regulada, do leilão de energia nova, em 2011. Os recursos serão liberados para Desa Morro dos Ventos, Sociedade de Propósito Específico, criada para construir e operar o complexo eólico.

Parque Eólico

Chapada do Piauí II – Os recursos aprovados para os parques eólicos, no valor de R$ 338 milhões, são um empréstimo-ponte. A operação ainda encontra-se em análise no Banco e a aprovação do empréstimo contribuirá para a execução dos investimentos até a conclusão do processo no BNDES. Os parques terão capacidade de geração de 172,4 MW e serão conectados ao Sistema de Interligado Nacional. O complexo eólico contará com 100 areogeradores fornecidos pela GE e criará 2.750 empregos diretos e indiretos durante as obras.

Os investimentos apoiados pelo BNDES contribuirão para a diversificação da matriz energética e com a redução de gases de efeito estufa por MWh de energia gerada no sistema interligado.

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Fonte: Ascom/BNDES