A greve dos transportes e a continuidade de negócios

A implantação de um Programa de Gestão de Continuidade de Negócios e Crises é fundamental para a resiliência das empresas em situações de interrupções e crises

 

A interrupção das atividades de transportes de carga não é uma novidade. Só no Brasil, há histórico de greve dos transportes nos anos 1999, 2008, 2013, 2015, 2017, além da recente paralisação nacional organizada em função do reajuste do preço do óleo diesel.

Este cenário não é exclusivo do nosso país, de acordo com o Relatório de Resiliência no Supply Chain de 2017, do Business Continuity Institute (BCI). Realizado em 64 países, o documento apresenta a Interrupção das Atividades de Transporte como a 5ª maior causa de ruptura no Supply Chain, precedida por questões relacionadas a telecomunicações e ciberataques.

O relatório aponta que os principais impactos destas rupturas estão relacionados a perda de produtividade e de receita e aumento dos custos após o evento, seguindo o perfil da realidade brasileira.

Pela ótica de perda de produtividade, algumas empresas sofrem rapidamente com as rupturas, principalmente, aquelas que trabalham com alto giro ou baixos estoques, como as indústrias automobilísticas no modelo just in time ou varejistas, bem como os operadores logísticos, que contam com centros de distribuição e precisam de recorrência no fluxo de entrega.

Além disso, por conta do desabastecimento, também há perda de receita, que pode vir a comprometer de 2% a 5% do faturamento mensal das companhias. Com relação ao aumento de custos, no setor agropecuário, por exemplo, em que a escassez de produtos afeta rapidamente os preços, é possível que haja aumento de mais de 100%. Para se ter uma ideia, na greve de 2015, o preço da batata subiu 250%.

Se este assunto não é novidade para os empresários brasileiros, por que sempre em situações de paralisações há surpresas e os impactos são tão significantes? A resposta está na falta de um Programa de Gestão de Continuidade de Negócios e Crises, que permite as organizações se prepararem para reagirem ao evento de forma rápida e retomarem as atividades com o menor impacto.

Para quem ainda não sabe, o primeiro passo do programa é o planejamento. Nesta fase, são identificados os processos e recursos críticos à empresa, para que sejam traçadas alternativas com o intuito de evitar e/ou minimizar impactos e definir os papéis e responsabilidades dos executivos e suas equipes. Dessa forma, é possível identificar, por exemplo, outros fornecedores ou parceiros de distribuição, que podem atender em casos de emergências, ou formas de aumentar o nível de estoque, conforme o tempo de ruptura médio provável.

A segunda fase, a de preparação, envolve a execução de passos previstos no planejamento, a formalização e a divulgação dos planos para os responsáveis, como no exemplo anterior, em que é preciso entrar em contato com os parceiros e fornecedores, para definir os gatilhos e o formato de abastecimento de itens críticos, ou aumentar os espaços para atender o novo nível de estoque. Essas etapas são as mais importantes e seguem o princípio de que “o momento de consertar o telhado é quando o sol está brilhando”. Após o planejamento e a preparação, a empresa passa a ter um plano com ações definidas, para ser ativado no momento de um evento, como no caso da greve dos caminhoneiros.

A implantação de um Programa de Gestão de Continuidade de Negócios e Crises é fundamental para a resiliência das empresas em situações de interrupções e crises, tanto que 74% das que foram analisadas no relatório da BCI contam com um plano de continuidade. Vale ressaltar ainda que o compromisso da alta gestão aumentou de 33%, em 2015, para 41%, em 2017.

Victor Tubino é gerente de BPI (Business Performance Improvement) e Risk Management e líder da prática de Distribuição e Gestão de Estoques da Protiviti do Brasil, consultoria especializada em gestão de negócios, tecnologia, riscos e auditoria interna.

A Protiviti é uma empresa global de consultoria que ajuda empresas a resolverem problemas em finanças, tecnologia, operações, governança, risco e auditoria interna. A companhia presta serviços para mais de 60% das empresas da Fortune 1000® e 35% da Fortune Global 500®.

O sistema parou: e agora?

Um sistema de informação ou aplicativo se dá com diferentes camadas de hardware, rede local, rede remota, sistemas operacionais e aplicações que, geralmente, são de responsabilidade de diferentes fornecedores. Isso impõe o dilema – o sistema parou. E agora?

Lidamos diariamente com serviços e aplicações que param de funcionar e deixam os usuários na mão. Isso é inevitável. Porém, mais importante do que reduzir a ocorrência desses acontecimentos é acabar com o jogo de empurra/empurra.

Quantas vezes ouvimos a frase: “a minha parte está OK, o problema deve estar do outro lado”? O usuário liga para o service desk para informar que não está conseguindo usar o sistema e recebe como resposta que o servidor de front end está funcionando e, portanto, o problema deve ser no banco de dados. Então, o analista de banco de dados verifica que o banco está funcionando e diz que a questão deve ser na WAN, rede de longa distância. E por aí vai.

Por que o sistema parou?

É preciso identificar, desde o começo, o foco do problema para que os reais responsáveis possam atuar. A demora pela resposta de um serviço pode acarretar perdas significativas às empresas. Imagine um sistema de banco com as aplicações paradas ou uma companhia área que demora para responder sobre uma compra a um cliente.

O desafio não é simples. As aplicações estão cada vez mais complexas, com diversas integrações e componentes on-premises e na nuvem. Isso quer dizer que, nos sistemas financeiros, por exemplo, quase todas as transações são feitas de maneira online – das validações dos pagamentos à checagem do histórico do cliente.

Muitas vezes o sistema parou e não se sabe em qual equipamento ou  localidade ocorreu a falha.

Assim, quando a transação de um usuário não funciona, é muito difícil apontar com exatidão o que deu errado e onde os esforços devem ser despendidos. Sem saber exatamente em que focar, todas as áreas são envolvidas – muitas delas sem motivo.

APM

Na correção desse problema, ganha força o conceito de APM (Application Performance Management, ou gerenciamento de desempenho de aplicação). Com a ferramenta, é possível:

  • Desenvolver um mapa visual das aplicações, incluindo todos os componentes e integrações;
  • Criar um padrão de performance das aplicações, apontando quando e qual componente ou integração passou a responder mal;
  • Permitir acesso rápido aos logs do componente problemático;
  • Possibilitar a automatização de tarefas, executando atividades que possam tratar incidentes sem intervenção humana;
  • Gerar painéis que apontem a experiência dos usuários;
  • Elaborar indicadores de negócio, como taxa de conversão, custo por transação e perdas com a indisponibilidade do sistema.

Mas lembre-se: APM é uma solução que deve oferecer visibilidade não apenas à TI, mas, principalmente, às áreas de negócio que consomem as aplicações monitoradas. Projetos nessa linha normalmente são justificados e pagos pelos valores economizados com a maior disponibilidade das aplicações.

Se o APM puder auxiliar a empresa a vender mais, como no caso de um e-commerce, o retorno de investimento (ROI) é ainda mais rápido. E cenas como as descritas no início deste texto ficam no passado, permitindo o alcance de resultados mais satisfatórios, com atendimento de qualidade aos clientes.

João Paulo Wolf — Diretor de soluções e serviços da 2S Inovações Tecnológicas.

Backup: a importância das cópias de segurança

No mundo da segurança da informação, uma das melhores práticas para evitar uma possível emergência inclui a implementação de um plano de backup e recuperação de dados. É fundamental fazer cópias de segurança como medida prévia para enfrentar incidentes, pois a perda de informações pode ser causada pela falha de um dispositivo ou sistema físico, por erro humano, código malicioso ou ataque cibernético.

De acordo com uma pesquisa recente da ESET, 87% dos usuários fazem backup de suas informações, principalmente em HDs externos e depois na nuvem, escolhendo prioritariamente documentos de trabalho ou estudo, fotos e senhas. Entre as principais razões, 32% dizem que é por medo de defeito ou erro de hardware, 21% por roubo de informação e 20% por informação corrompida.

Por outro lado, entre os usuários que não realizam backup, 72% mencionaram que isso se deve ao esquecimento e, por não saber fazê-lo, 78% perderam informações e 31% perderam dinheiro.

À medida que as ameaças evoluem, a resposta e a recuperação de incidentes prendem cada vez mais a atenção dos defensores cibernéticos de organizações e equipes. De fato, o cenário de ameaças dá a impressão de estar em constante crescimento e, dada nossa dependência em tecnologia, ter um plano de resposta para quando estivermos diante de situações de risco nunca foi tão importante quanto agora.

Em relação às organizações, os incidentes de segurança da informação apresentam um número expressivo de desafios específicos tanto para detecção como para recuperação. Pode ser que a falha e a extensão do dano causado não sejam imediatamente identificadas ou o momento em que a intrusão ocorreu não é evidente em um primeiro momento.

Por outro lado, o risco de se espalhar para outros sistemas é um dos desafios específicos percebidos nos incidentes de segurança cibernética. Seja qual for a causa, a organização precisa restaurar a dinâmica natural de suas operações, e a reconstrução de dados corrompidos ou perdidos, especialmente dados críticos de negócios coletados em um backup, pode representar a sobrevivência da empresa.

Meios de armazenamento de backup

Existem vários meios de armazenamento que permitem fazer backup dos dados. Neste ponto, o espaço físico onde o backup está armazenado também deve ser seguro. Os usuários domésticos podem optar por diversas opções.

– Disco rígido – Ter um disco apenas para este fim é uma boa pedida. O ideal é que seja um HD externo, mas caso seja interno, ele deve ser fisicamente diferente daquele usado para iniciar o sistema operacional.

– Dispositivo de armazenamento USB – É aconselhável usar um pen drive exclusivamente para backups, no entanto, é importante ser cuidadoso, pois eles podem ser frágeis ou facilmente perdidos devido ao seu tamanho.

– Dispositivos ópticos – Estes são mais suscetíveis a danos físicos, como arranhões, que podem corromper os dados. Recomenda-se armazenar as informações em mais de um meio ótico, no caso de ocorrer alguma falha.

– Nuvem (Internet) – Tem a vantagem de facilitar o acesso a informações de praticamente qualquer lugar. No entanto, é importante considerar as políticas de uso do serviço escolhido e os sistemas de proteção que ele usa para proteger os dados.

É recomendável, por fim, fazer backup contínuo dos arquivos para que todos os usuários tenham suas informações seguras. É uma prática importante de ser mantida como um hábito e garantir que os arquivos estejam a salvo de qualquer situação que possa causar sua perda.

Camilo Gutierrez — Chefe do Laboratório de Pesquisa da ESET América Latina.

Segurança de sistemas é demanda dos setores de telecom e data center

slide03Os setores de data center e telecomunicações enfrentam muitos desafios em comum no cenário atual. Um dos principais é a demanda por serviços e aplicações 24 horas por dia, de qualquer lugar. Isso vale tanto para um usuário final, que quer assistir a vídeos no smartphone enquanto está a caminho do trabalho, quanto para empresas e usuários corporativos, que dependem deste acesso para garantir a produtividade de seus negócios.
Com o avanço da tecnologia e mobilidade, aparecem mais desafios e problemas para serem resolvidos. As operadoras e provedoras de serviços precisam entender e acompanhar o ritmo de seus clientes, cada vez mais exigentes. Os data centers precisam garantir disponibilidade a todo o tempo, acompanhando o ritmo desenfreado de informações, além de evitar a perda de dados em situações críticas. Por fim, a infraestrutura precisa ser capaz de suportar tudo isso.
Mas um dos grandes desafios dessas áreas – talvez subestimado – é a segurança de sistemas. De nada adianta oferecer um serviço inovador, tecnológico e acessível, se usuários e empresas correm o risco de terem seus equipamentos infectados com malwares.
Os consumidores e as corporações não sentem falta da segurança de sistemas até que um ataque aconteça. E a previsão é de que os ataques aumentem e fiquem mais sofisticados conforme o avanço da tecnologia. Atualmente, o McAfee Labs detecta 387 novos malwares por minuto.
Uma das prioridades dos setores de telecomunicações e data center deve ser que empresas e usuários “esqueçam” da segurança, mas no bom sentido. Ou seja, que confiem nas soluções que contrataram e que não precisem se preocupar com riscos e perda de dados. Um usuário não precisa saber se tem que atualizar um software embarcado, e sim aproveitar sua experiência de uso sem impactos, seja em casa ou na empresa.
Para que isso seja possível, é essencial que as soluções de segurança, principalmente corporativas, entendam a dinâmica das companhias. Elas não podem ser uma barreira ou dificuldade que a empresa precisa lidar, mas sim aliadas do negócio.
Felizmente, hoje já existem soluções mais flexíveis, capazes de se moldarem de acordo com a necessidade da empresa. A chave para isso é a integração, que permite que produtos se comuniquem para que as informações de diferentes camadas sejam analisadas e a melhor decisão possa ser tomada.
Sempre vai haver o desafio de identificar as áreas que trarão um retorno positivo, e ser mais seletivo em relação a isso é uma forma inteligente de lidar com o negócio. Do outro lado, a equipe de TI tem a dificuldade de justificar o retorno de investimento das ferramentas que utiliza, inclusive as de segurança de sistemas, e muitas vezes, as soluções são vistas apenas como um custo.
A saída, neste caso, é mostrar para a equipe de orçamento como tais ferramentas podem amenizar riscos, aumentar a produtividade e reduzir custos. Mesmo em um cenário de crise econômica, as áreas de data center e telecomunicações não podem deixar de investir em segurança. Enquanto deixar de fazer isso pode resultar em um incidente ou mesmo levar a empresa a falhar. Investir numa solução integrada pode aumentar a capacidade e maturidade dos negócios, consequentemente gerando um retorno sobre investimento positivo.
Marcos Ferreira é engenheiro de sistemas da Intel Security

14 de julho: dia da Queda da Bastilha e do Windows 2003 Server

14 de julho será marcado pelo último dia de suporte do Windows 2003 Server. Coincidência ou não, a partir desta data, todas as torres de Windows 2003 estarão expostas a invasões populares, já que a Microsoft deixará de lançar as atualizações e correções de vulnerabilidades para este Sistema Operacional.A Bastilha era uma velha fortaleza construída em 1370, que inicialmente era usada como prisão de criminosos comuns, e depois em prisão de intelectuais e nobres opositores ao regime Francês. No dia 14 de julho de 1789, o povo a invadiu e a data histórica ficou conhecida como a Queda da Bastilha, um dos eventos decisivos para o início da Revolução Francesa.

Duzentos e vinte e seis anos depois, na mesma data de 2015, o 14 de julho será marcado pelo último dia de suporte do Windows 2003 Server. Coincidência ou não, a partir desta data, todas as torres de Windows 2003 estarão expostas a invasões populares, já que a Microsoft deixará de lançar as atualizações e correções de vulnerabilidades para este Sistema Operacional. Continue reading ‘14 de julho: dia da Queda da Bastilha e do Windows 2003 Server’ »

10 razões para escolher armazenamento em flash

SSD Flash

Este artigo lista 10 boas razões para escolher armazenamento em flash para seu ambiente doméstico ou corporativo.

1. Capacidade de aproveitar a explosão de dados
As empresas ainda lutam com apertados orçamentos de TI, ao mesmo tempo que tentam gerenciar grandes quantidades de dados. O IDC prevê que a quantidade de dados crescerá anualmente mais de 50% nos próximos anos. Isso só aumentará a demanda por sistemas de armazenamento. Além disso, hoje em dia as empresas estão exigindo maior desempenho, mais potência e maior eficiência, devido às novas iniciativas de tecnologia (como computação em nuvem, virtualização e big data). A velocidade é cada vez mais importante para as empresas; elas exigem maior eficiência e melhor resposta para manter sua vantagem competitiva. Todo armazenamento em flash oferece melhor desempenho do que o alcançado com as unidades de disco mecânico legado – ou seja, é essencial para as organizações que procuram evoluir. Continue reading ‘10 razões para escolher armazenamento em flash’ »

Empresas investem em gestão de infraestrutura de TI para evitar prejuízos

Gerenciamento de infraestrutura

A indisponibilidade da internet ou problemas nos servidores comprometem a produtividade de qualquer empresa e podem acarretar em diversos tipos de prejuízo, como o funcionamento de equipamentos, equipes impossibilitadas de trabalhar e falhas no contato com clientes, fornecedores e também entre os colaboradores. Por isso, as empresas não podem agir apenas reativamente e aí que entra a gestão de infraestrutura de TI. Pensando nisso, a Haco, líder mundial em etiquetas, ressalta a importância do serviço de monitoramento e suporte de infraestrutura de tecnologia para o bom funcionamento de suas fábricas e, por consequência, da produção. A companhia escolheu o TI Guard, desenvolvido pela Teclógica, que reduz em 95% os incidentes imprevistos e aumenta a disponibilidade para 99,99%.

“Se os nossos servidores param não conseguimos enviar as ordens de produção, por exemplo. As falhas de TI afetam todas as áreas e todos os funcionários são impactados, por isso, a importância deste serviço”, conta a gerente de TI da Haco, Zulaica Laffin Cardoso. O TI Guard foi criado para auxiliar as pequenas e médias empresas no gerenciamento da infraestrutura, prevenindo este tipo de situação. O serviço consiste no acompanhamento proativo dos equipamentos (software e hardware) para identificar e solucionar ocorrências que possam desestabilizar a área de TI visando à redução de custos e riscos.

Além disso, a Teclógica também oferece todo o suporte técnico, atuando em ocasiões críticas que precisam de uma solução rápida e eficiente com um corpo técnico qualificado para atender e manter todo o ambiente da corporação. Outro diferencial é a disponibilização de dashboards, que permitem que o cliente acompanhe o trabalho através do portal, e da TV Corporativa para a área de TI, que amplia a comunicação e facilita o acesso à informação.

“Trabalhamos no campo da ameaça. Realizamos o monitoramento para que possamos realizar uma ação corretiva antes que o problema se torne critico ao ponto de parar as atividades da empresa”, explica o diretor de Infraestrutura da Teclógica, Clóvis Murilo Vasselai. O objetivo é aumentar a real disponibilidade da TI, reduzindo as ocorrências. Para isso, é preciso detectar os perigos e erros antes que eles ocorram e solucioná-los com rapidez, sem afetar o cliente.

Com disponibilidade irrestrita (24X7) de monitoramento e atendimento à infraestrutura, a implementação na Haco também incluiu a unificação e a padronização do banco de dados e da rede e tornou todo o processo mais ágil e organizado. Este é um detalhe que faz diferença na gestão de TI. “Todo gerenciamento de softwares e hardwares é realizado pela Teclógica. Isto facilita nosso dia a dia, com um gerenciamento centralizado em um único fornecedor”, destaca Zulaica.

A Haco utiliza o TI Guard em sua matriz, localizada em Blumenau (SC), e em suas quatro filiais, que ficam em Criciúma (SC), Massaranduba (SC), Farroupilha (RS) e Eusébio (CE). A diretora de TI destaca a qualidade do atendimento oferecido pela equipe de suporte técnico. “Estamos completamente satisfeitos. Os profissionais são comprometidos e responsáveis. Recentemente, houve uma ocorrência na nossa filial no Nordeste e tivemos toda a assistência da equipe da Teclógica. Trabalharam direto até solucionar a questão”, finaliza.

Sobre a Teclógica
Fundada há 20 anos, a Teclógica é uma empresa especializada na gestão de TI e Negócios que oferece soluções sob medida para diversos segmentos, proporcionando operações inteligentes e flexíveis, além de crescimento sustentável. Suas principais ofertas são Consultoria, Desenvolvimento de Sistemas, Gerenciamento de Aplicações e prestação de serviços SAP. A Teclógica desenvolveu a plataforma Mobuss, projetada para facilitar a criação de aplicativos móveis, com destaque para a Mobuss Construção – solução de mobilidade para Construção Civil. Com sede em Blumenau (SC), a empresa conta com atuação em todo território nacional e na América Latina. Site: www.teclogica.com.br

Sobre a Haco
Empresa com portfólio integrado de soluções em identificação, a Haco tem em seu DNA a moda e participa com suas soluções no produto final de grandes marcas no País e no mundo. Além de etiquetas (tecidas, estampadas, adesivas e de papel), cria, desenvolve, reinventa e oferece soluções em identificação que atendem aos mercados de vestuário, calçados, lingerie, tecelagem e acessórios. Com soluções 100% personalizadas, desenvolvidas em conjunto com clientes, a companhia transmite a essência de marcas de forma única e diferenciada. A empresa lança coleções de tendências após pesquisas em centros de moda e sites especializados, sempre oferecendo o que há de mais atual no mercado.

Selecionando uma Estratégia de Continuidade de Negócio

A análise de risco e a análise de impacto de negócio identificam riscos para funções chave de negócio. Também, as conseqüências e as probabilidades potenciais desses riscos bem como os custos para prevenir ou reduzir os danos e o tempo de recuperação são estabelecidos.

A avaliação de Estratégias de Continuidade de Negócios é baseada no conhecimento registrado no Plano de Continuidade de Negócio.

A seleção de estratégia envolve focar os riscos das áreas chave e selecionar uma estratégia para cada um. As metas primárias são para manter a continuidade de negócio em caso de rompimento ou desastre, recuperar negócios chave rapidamente e minimizar os danos.

Estratégias de Continuidade de Negócio

Muitas companhias associam recuperação de desastre e continuidade de negócio somente com Tecnologia da Informação e Telecomunicações e ignoram outras áreas críticas que podem ter sério impacto sobre seu negócio.

Outras áreas comuns para desenvolvimento de estratégia e seleção são instalações, energia, atendimento ao consumidor, faturamento, relações públicas e com o cliente, e, não podemos esquecer, de pessoal. Todas essas áreas exigem uma estratégia clara baseada em objetivos de tempo de recuperação, impacto orçamentário e sobre a rentabilidade.

A recuperação relacionada aos empregados é a parte mais omitida na elaboração da estratégia. Coisas simples, como entrar em contato com os empregados em casa ou pelo telefone celular e assegurar que todos possam ser notificados ou convocados em suas instalações geralmente são omitidas.

Comunicação é fator crítico

A comunicação é crítica para manter os empregados informados e comprometidos. As ferramentas mais poderosas para continuidade e recuperação são o conhecimento, a capacidade e a motivação dos empregados.

A estratégia de recuperação com a descrição clara dos procedimentos de implementação significa que não se terá que perder tempo pensando no que fazer. O enfoque é para cumprir o plano rápida e apropriadamente. As estratégias certas quando bem compridas minimizam consideravelmente a paralisação e minimizam danos.

Planejamento é fundamental

Quem já passou por uma crise séria, como um incêndio ou desabamento sabe muito bem que são tantas as coisas que devem ser providenciadas e verificadas que sem um plano detalhado fica muito fácil esquecer, trocar a ordem ou fazer errado algo e comprometer a recuperação.

Em alguns casos, a decisão estratégica pode ser não possuir uma estratégia formal. Neste cenário e outros onde existe risco significante para a viabilidade financeira da organização, a interrupção de negócios ou uma apólice de seguro de renda pode ser uma estratégia viável.

Geralmente, o seguro fornece à empresa a renda que ele está perdendo devido aos danos em sua propriedade. Então aumenta as chances da companhia sobreviver e a habilidade de manter seus clientes e recuperar-se de desastres.

Autor: Marco Aurélio de Lima (maurelio@malima.com.br, http://www.malima.com.br)

O que é a Política de Continuidade de Negócios?

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Quando falamos de uma política de continuidade de negócios, queremos dizer algo que leva a ou contribui para o aperfeiçoamento e melhoria de um negócio. É, literalmente, um documento que é criado, a fim de sugerir e transmitir expectativas da administração e probabilidade de negócios, especialmente com foco no desempenho do programa de continuidade de negócios a longo prazo.

O ponto vital na tomada de uma política de continuidade de negócios é para ele a ser assinado e implementado em toda a empresa ou organização através dos esforços da administração para fazer a mesma tão eficaz quanto ele pode ser. Também deve ser notado que o conteúdo geral da declaração de política devem ser fixados ou consistente, desprovido de constantes mudanças. O mesmo deve ser capaz de definir e distinguir as acções específicas encarregadas de todos os funcionários pertencentes à organização. Além disso, a mesma política é a melhor fonte e referência quando se trata da visão geral dos objetivos e missão de toda a organização.

Hoje, há um número crescente de empresas e organizações que estão complementando declarações políticas com o de administração revisou charter, bem como quadro citação. O objetivo tanto da carta e quadro é oferecer e fornecer um maior nível de detalhe com o objetivo de esclarecer como a organização será capaz de realizar atividades vitais do programa. As referidas actividades incluídas tanto aquelas de curto e longo prazo. No entanto, também existem algumas organizações que expressam incerteza quando se trata de construir uma política. Então, a única maneira de convencê-los é por meio de compreender e entender os benefícios e vantagens de fazer e assiná-lo.

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Uma das normas mais importantes de qualquer política de continuidade é repetibilidade. Da mesma forma, ele serve como um fator muito convincente em qualquer organização, quando se trata de estabelecer o programa de continuidade de negócios. Deve-se notar que um nomes de políticos e curiosamente escrito corretamente os principais jogadores, bem como as suas responsabilidades no programa. Este, por sua vez, irá fornecer expectativas tangíveis e muito claras para o grupo de pessoas que inclui a gerência e os funcionários, pessoal de continuidade de negócios, e praticamente todos os funcionários envolvidos na organização.

Uma boa política, além disso evita a probabilidade de a organização de jogar fora que muito precisava de tempo em re-estabelecer ou alterar a imagem em uma base anual. O que ele faz ao contrário, é empurrar a mesma organização se ater a um conjunto de princípios com base em sua cultura e operações, com uma visão em mente para o objetivo final da resiliência organizacional.

Finalmente, a política deve ser colocado em execução consistente. Isso é para garantir que o programa será capaz de integrar efetivamente com as disciplinas estratégia, operação e gestão de risco realizadas pela organização em geral. O que estamos tentando exemplificar é o fato de que, se a organização não cumprir as medidas necessárias ao treinar seu povo em relação ao plano de continuidade de negócios atualizados, então o próprio negócio provavelmente será colocado em risco.

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