Os desafios da segurança de aplicativos em 2013

seguranca-eletronicaNunca antes a segurança da informação esteve tão presente no dia a dia das pessoas. Esta é uma questão que afeta a todos sem distinção, de grandes corporações, passando por pequenas empresas e organizações sem fins lucrativos, até pessoas físicas. Por outro lado, assistimos a uma grande difusão de dispositivos, não somente corporativos, mas também dos próprios usuários que passaram a se conectar a Internet para acessar aplicativos e informações, de forma ininterrupta.
 
E o que isso representa em termos de segurança da informação? De imediato, podemos perceber que as políticas tradicionais de segurança, especialmente voltadas à proteção das estações de trabalho, não são mais tão eficazes para conter as brechas de segurança, principalmente se levarmos em consideração a mobilidade dos usuários e dos sistemas de informação. Mas o que a mobilidade tem a ver com isto? Continue reading ‘Os desafios da segurança de aplicativos em 2013’ »

Termos Pesquisados
  • fortiguard rastreio site visitado

Segurança nos Negócios, além do Firewall

Segurança de negóciosO grande desenvolvimento tecnológico está transformando a maneira de como fazer negócios e como eles estão sendo estruturados. Uma maior conectividade e a computação em nuvem, em conjunto com as novas tendências de BYOD e práticas de trabalho flexíveis, estão apagando a linha de divisão dos negócios internos e externos e colocando as estratégias de segurança no centro da questão.

Com a evolução das práticas de trabalho, a barreira de proteção para as redes fornecidas pelo firewall parece cada vez mais incerta como um mecanismo de defesa primário. Caso isso seja sancionado ou não, os funcionários estão colaborando livremente para isso, conduzindo o seu trabalho fora da área de percepção do firewall, deixando dados corporativos mais vulneráveis do que nunca. Continue reading ‘Segurança nos Negócios, além do Firewall’ »

FortiGate-5001C blade de segurança para cloud e data center

fortinetSecurityBladeA Fortinet® (NASDAQ: FTNT) – líder mundial em segurança de rede de alto desempenho – divulga o lançamento do novo blade de segurança de alta performance para o firewall mais rápido do mundo, o FortiGate-5001C. O novo blade FortiGate-5001C fornece recursos de segurança consolidadas e desempenho de rede sem igual a grandes data centers, bem como a implementações cloud privadas e híbridas. Os abrangentes recursos de segurança e o excepcional rendimento e a ultra-baixa latência também são ideais para grandes gateways de Internet, bem como para provedores de serviços de gerenciamento de segurança (MSSPs) centralizados. Continue reading ‘FortiGate-5001C blade de segurança para cloud e data center’ »

Dicas de Segurança da Informação na Internet

O profissional hoje em dia não consegue trabalhar sem a internet. Esta off line pode ser mais do que apenas prejuízo financeiro, se traduz em uma questões até psicológicas.Para os advogados, cada vez mais são necessários conhecimentos de tecnologia, seja para pesquisar, criar e mais ainda para usar o processo eletrônico. Diante desta realidade cada vez mais web, cada vez mais conectada, muitos se deparam com problemas reais, como vírus, ataques virtuais, entre outros.

Para facilitar estes usuários, divido com vocês dicas práticas de segurança na internet, extraídas do site do Delegado especializado em crimes virtuais Dr. Emerson Wendt: Continue reading ‘Dicas de Segurança da Informação na Internet’ »

Quem é culpado pelo Caos de Vírus?

Quem é culpado pelo Caos de Vírus?

É comum ouvir nas rodas do pessoal de Tecnologia da Informação e Segurança de Sistemas sobre a necessidade de mais treinamento e conscientização dos usuários corporativos sobre as ameaças digitais.

Esse assunto ressurge a cada nova onda de ataque do novo vírus baseado em email que acaba enganando o usuário e convencendo-o a clicar em um anexo que acaba infectando seu computador. Essa ingenuidade do usuário, que é tão facilmente enganado, é algo chocante para o pessoal de TI. Continue reading ‘Quem é culpado pelo Caos de Vírus?’ »

Fechando as Portas do Windows 2000

Fechando as portas do seu Windows 2000

Um bom programa de Firewall garante um nível extra se segurança para qualquer sistema. Muitas vezes, mesmo um sistema vulnerável pode tornar-se seguro com a ajuda de um bom firewall. Afinal, mesmo que um servidor qualquer esteja habilitado, se ninguém conseguir enxergar sua máquina na Web, ou todas as tentativas de conexão forem barradas pelo firewall, ninguém poderá fazer nada.

Mas, eu penso que um sistema deve ser seguro mesmo sem a proteção de um firewall. Você se sentiria seguro contratando um segurança, mas deixando todas as portas da sua casa abertas? Continue reading ‘Fechando as Portas do Windows 2000’ »

Termos Pesquisados
  • bloqueio de porta no windows 2000

Por que ter uma Política de Segurança de Informações

As decisões que você como administrador toma ou deixa de tomar, relacionadas à segurança, irão
determinar quão segura ou insegura é a sua rede, quantas funcionalidades ela irá oferecer, e qual será a
facilidade de utilizá-la. No entanto, você não consegue tomar boas decisões sobre segurança, sem antes
determinar quais são as suas metas de segurança. Até que você determine quais sejam elas, você não
poderá fazer uso efetivo de qualquer coleção de ferramentas de segurança pois você simplesmente não
saberá o que checar e quais restrições impor.
Por exemplo, seus objetivos provavelmente serão muito diferentes dos que são definidos por um vendedor
de produto. Os vendedores procuram deixar a configuração e a operação de seus produtos o mais
simplificado possível, o que implica que as configurações default normalmente serão bastante tão abertas (e por conseguinte inseguras) quanto possível. Se por uma lado isto torna o processo de instalação de
novos produtos mais simples, também deixa acessos abertos, para qualquer usuário. Continue reading ‘Por que ter uma Política de Segurança de Informações’ »

Sua rede precisa de um Firewall

Firewalls

Uma das medidas de segurança mais amplamente empregada e publicada em uso na Internet é um “firewall“. Firewalls tem sido determinados a reputação de uma panacéia geral para muitas, senão todas, questões de segurança da Internet. Eles não são. Firewalls são apenas outra ferramenta em questão para a segurança de sistema. Eles fornecem um certo nível de proteção e são, em geral, uma maneira de implementar a política de segurança no nível de rede. O nível de segurança que um firewall fornece pode variar tanto quanto o nível de segurança em uma máquina particular. Existe o tradicional “trade-off” entre segurança, facilidade de uso, custo, complexidade, etc.

Um firewall é qualquer um dos vários mecanismos usados para controlar e observar o acesso de e para uma rede com a finalidade de protegê-la. Um firewall atua como um gateway através do qual todo o tráfego de e para a rede ou sistemas protegidos passa. Firewalls ajudam a colocar limitações na quantidade e tipo de comunicação que ocorre entre a rede protegida e a outra rede (por exemplo, a Internet, ou outra parte da rede de um site).

Um firewall geralmente é uma maneira de construir uma parede entre uma parte de uma rede, uma rede interna de uma empresa, por exemplo, e outra parte, a Internet global, por exemplo. A única característica sobre esta parede é que precisam existir maneiras para algum tráfego com características particulares passarem através de portas cuidadosamente monitoradas (“gateways”). A parte difícil é estabelecer o critério pelo qual os pacotes são permitidos ou negados acesso pelas portas.

Livros escritos sobre firewall usam terminologia diferente para descrever as várias formas de firewalls. Isto pode ser confuso para administradores de sistemas que não são familiares com firewalls. O ponto a observar aqui é que não existe nenhuma terminologia fixa para a descrição de firewalls.

Firewalls não são sempre, ou mesmo tipicamente, uma única máquina. Preferivelmente, firewalls são freqüentemente uma combinação de roteadores, segmentos de rede, e computadores host. Portanto, para o propósito desta discussão, o termo “firewall” pode consistir em mais de um dispositivo físico. Firewalls são tipicamente construídos usando dois diferentes componentes, roteadores de filtragem e servidores proxy.

Roteadores de filtragem são o componente mais fácil de conceituar em um firewall. Um roteador move dados de um lado para outro entre duas (ou mais) redes diferentes. Um roteador “normal” pega um pacote da rede A e encaminha-o para seu destino na rede B. Um roteador de filtragem faz a mesma coisa mas decide não apenas como rotear o pacote mas se deveria rotear o pacote. Isto é feito instalando uma série de filtros pelos quais o roteador decide o que fazer com qualquer pacote de dados.

Uma discussão referente a capacidades de uma marca particular de roteador, executando uma versão de software específica está fora do escopo deste documento. Porém, quando avaliando um roteador para ser usado para filtragem de pacotes , o seguinte critério pode ser importante quando da implementação de uma política de filtragem: endereço IP origem e destino, números de porta TCP origem e destino, estado do bit “ACK” no pacote TCP, números de porta UDP origem e destino, e direção do fluxo de pacotes (i.e., A->B ou B->A).

Outra informação necessária para construir um esquema de filtragem seguro é se o roteador reordena instruções de filtro (projetada para otimizar filtros, isto algumas vezes pode mudar o significado e causar acesso não pretendido), e se é possível aplicar filtros para pacotes que chegam e que saem em cada interface (se o roteador filtra somente pacotes que saem então o roteador é externo aos seus filtros e pode ser mais vulnerável para atacar). Além do roteador ser vulnerável, esta distinção entre aplicar filtros em pacotes que chegam ou que saem é especialmente relevante para roteadores com mais de duas interfaces.

Outras questões importantes são a capacidade de criar filtros baseado nas opções do cabeçalho IP e o fragmento de estado do pacote. Construir um bom filtro pode ser muito difícil e requer um bom entendimento do tipo de serviços (protocolos) que serão filtrados.
Para melhor segurança, os filtros geralmente restringem acesso entre as duas redes conectadas a apenas um host, o bastion host. Só é possível ter acesso para a outra rede através deste bastion host. Como somente este host, em lugar de algumas centenas de host´s, pode ser atacado, é mais fácil manter um certo nível de segurança pois somente este host tem que ser muito cuidadosamente protegido.

Para tornar disponível recursos para legitimar usuários através deste firewall, serviços tem que ser passados adiante pelo bastion host. Alguns servidores tem esta capacidade embutida (como servidores DNS ou servidores SMTP), para outros serviços (por exemplo, Telnet, FTP, etc.), servidores proxy podem ser usados para permitir acesso aos recursos através do firewall de modo seguro.

Um servidor proxy é um modo para concentrar serviços de aplicação através de uma única máquina. Tipicamente existe uma única máquina (o bastion host) que atua como um servidor proxy para uma variedade de protocolos (Telnet, SMTP, TFP, HTTP, etc.) mas podem existir computadores host individuais para cada serviço. Ao invés de conectar diretamente um servidor externo, o cliente conecta para o servidor proxy que em troca inicia uma conexão para o servidor externo solicitado. Dependendo do tipo de servidor proxy usado, é possível configurar clientes internos para realizar este redirecionamento automaticamente, sem conhecimento para o usuário, outros podem requerer que o usuário conecte diretamente para o servidor proxy e então iniciar a conexão através de um formato específico.

Existem significantes benefícios de segurança que podem ser obtidos pelo uso de servidores proxy. É possível adicionar listas de controle de acesso para protocolos, exigir que usuários ou sistemas forneçam algum nível de autenticação antes do acesso ser concedido.

Servidores proxy mais espertos, algumas vezes chamados Gateways da Camada de Aplicação, podem ser escritos de modo que entendam protocolos específicos e podem ser configurados para bloquear somente subseções do protocolo. Por exemplo, um Gateway de Aplicação para FTP pode reconhecer a diferença entre o comando “put” e o comando “get”; uma organização pode desejar permitir aos usuários realizar “get” de arquivos da Internet, mas não permitir “put” de arquivos internos no servidor remoto. Em contraste, um roteador de filtragem poderia ou bloquear todo acesso ao FTP, ou não, mas não um subconjunto.

Servidores proxy também podem ser configurados para encriptar fluxos de dados baseado em uma variedade de parâmetros. Uma organização pode usar esta característica para permitir conexões encriptadas entre duas localizações cujos únicos pontos de acesso estão na Internet.

Firewalls são pensados como uma maneira de manter intrusos do lado de fora, mas eles são usados geralmente como uma maneira de legitimar usuários em um site. Existem muitos exemplos onde um usuário válido poderia precisar acessar regularmente o site “home” durante viagens para apresentações e conferências, etc.. Um servidor proxy configurado corretamente pode permitir os usuários corretos no site enquanto bloqueia acesso para outros usuários.

O maior esforço atual em técnicas de firewall é encontrar uma combinação de um par de roteadores de filtragem com um ou mais servidores proxy na rede entre os dois roteadores. Esta configuração permite ao roteador externo bloquear qualquer tentativa de usar a camada IP subjacente para quebrar a segurança (IP spoofing, roteamento pela origem, fragmentos de pacotes), enquanto permite ao servidor proxy tratar potenciais furos de segurança nos protocolo das camadas superiores.

A finalidade do roteador interno é bloquear todo tráfego exceto para o servidor proxy. Se esta configuração é implementada rigorosamente, pode ser obtido um alto nível de segurança.

Muitos firewalls fornecem capacidade de log que pode ser adequado para fazer administração mais conveniente da segurança da rede. A função de log pode ser centralizada e o sistema pode ser configurado para enviar alertas para condições anormais. É importante monitorar regularmente estes logs para qualquer sinal de intrusões ou tentativas de arrombamento.

Desde que alguns intrusos tentarão encobrir seus ataques pela edição dos logs, é desejável proteger esses logs. Uma variedade de métodos está disponível, incluindo: drives escreva uma vez, leia muitos (WORM); logs em papel; e logs centralizados através do utilitário “syslog”. Outra técnica é usar um impressora serial falsa, mas ter uma porta serial conectada para uma máquina isolada ou PC que mantêm os logs.

Firewalls estão disponíveis em uma ampla faixa de qualidade e intensidade. Pacotes comerciais iniciam em aproximadamente $10,000US e alcançam mais de $250,000USD. Firewalls desenvolvidos pelo próprio site podem ser construídos para quantias menores de capital. Deve-se lembrar que a configuração correta de um firewall (comercial ou “caseiro”) requer uma significante habilidade e conhecimento do TCP/IP. Ambos os tipos requerem manutenção regular, instalação de patches de softwares e atualizações, e
monitoração regular. Quando realiza-se o orçamento de um firewall, estes custos adicionais deveriam ser considerados além do custo dos elementos físicos do firewall.

Como um aparte, construir uma solução “caseira” para um firewall requer significante habilidade e conhecimento do TCP/IP. Isto não deveria ser tentado trivialmente pois a sensação de segurança percebida é pior ao longo da execução do que saber que não existe nenhuma segurança. Como com todas as medidas de segurança, é importante decidir na ameaça, o valor do recurso a ser protegido, e os custos para implementar segurança.

Uma nota final sobre firewalls. Eles podem ser uma grande ajuda quando implementando segurança para um site e protegem contra uma grande variedade de ataques. Mas é importante ter em mente que eles são apenas uma parte da solução. Eles não podem  proteger seu site contra todos os tipos de ataque.

Além do firewall

Infelizmente, não há firewall que consiga bloquear um ataque efetuado por fora do firewall. Apesar de isso ser óbvio, a Internet parece deter o monopólio no que se refere a difundir o terror; de modo que há muita gente que só vê perigo na grande rede, deixando  de lado os outros pontos onde, com freqüência, o dano pode ser maior ou o risco mais provável.

São comuns os casos empresas que instalam firewalls de primeira ao mesmo modems permitindo acesso discado sem senha. Isso eqüivale a colocar tranca de aço na portas da frente e abandonar as janelas destrancadas.

Um firewall não impede o vazamento de dados. O correio eletrônico é de fato a forma mais simples de se enviar dados para fora da empresa, mas também é a forma mais perigosa, já que o trafego de correio pode ser controlado e auditado. Um espião consciencioso preferirá uma fita, um disquete (razão pelos quais há quem defenda o banimento dos drives de disquete) ou um simples fax. E lembre-se: se um funcionário fornecer sua senha de acesso a usuários não autorizados ou desconhecidos, não há firewall que resolva.

Firewalls podem ser muito eficientes para reconhecer e neutralizar ataques efetuados da utilização maliciosa de características específicas dos protocolos de comunicação utilizados na rede, mas pouco podem fazer contra ataques baseados em dados. Do ponto de vista do firewall, mensagens de correio ou arquivos copiados para algum servidor não constituem ataque. O resultado é que é possível que crackers se valha de características (ou, mais comumente, falhas) de programas específicos para executar ações nefastas.

O caso mais notório deste tipo de utilização mal-intencionada foi o vírus da Internet, que se valia de uma falha do sendmail (programa de envio de correio do Unix) e derrubou 6 mil maquinas em 1988. Outros exemplos particularmente graves são os vírus e programas executáveis pelos browsers (como applets java ou controles activeX); ambos os casos são tratados pelos firewalls como dados e, em geral, trafegam de uma rede a outra sem problema algum.

A maneira correta de combater vírus é a tradicional, através da utilização de programas rodando em estações e servidores de arquivos identificar e limpar arquivos contaminados logo depois sua gravação em disco.

Também já existem antivírus para servidores de correio capazes de analisar arquivos anexados a mensagens de correio, detectando e removendo vírus antes mesmo que os destinatários sejam notificados de sua chegada.

A prevenção contra o código executável distribuído através da Web deve ser feita nos programas que recebem e executam. Browsers como o Netscape e Internet Explorer têm opções de configuração que permitem que tipos de objetos podem ser recebidos e em que condições podem ser executados.

Apesar de haver no mercado excelentes soluções para proteger redes privadas contra ataque de invasores inescrupulosos, o firewall não pode ser encarado como solução isolada para a questão de segurança na comunicação com a Internet. Há empresas que gastam pequenas fortunas para montar firewall inexpugnáveis mas não se preocupam em criar políticas de segurança coerentes e consistentes.

Para ser eficaz, o firewall deve ser parte de uma política global de segurança – uma que seja realista o bastante para identificar e prevenir os riscos efetivos (maquinas que contêm dados mais confidenciais, por exemplo, não precisam de firewall: elas não devem estar ligadas à Internet), mas que, por outro lado, não seja paranóica a ponto de impedir as pessoas de trabalhar.

Webroot, um renomado provedor de solução de anti-spyware, lançou um press release identificando os dez principais ameaças emergentes de spyware e adware. Você provavelmente não ouviu falar da maioria deles e alguns podem até surpreender você.

A pesquisa estima que 9 entre 10 computadores estão infectados com spyware, também conhecido como adware, scumware, malware e muitos outros nomes pouco recomendáveis. Aqui estão os 10 mais encontrados:
PurtyScan – anúncios popup que enganam os usuários sugerindo instalar um programa para achar e apagar imagens pornográficas armazenadas no computador.
n-CASE – adware que exibe anúncios popup direcionados de acordo com seus hábitos de navegação na Web. Este programa está normalmente empacotado em um freeware e é instalado junto com ele.
Gator – adware que exibe anúncios de banners baseados em seus hábitos de navegação na Web. Este programa está normalmente empacotado em arquivos compartilhados pelo Kazaa, bem como em outros programas gratuitos.
CoolWebSearch – seqüestra a página inicial, configurações do Internet Explorer, e pesquisas na Web.
Transponder – monitora os sites visitados e quaisquer dados informados em formulários on-line, e então exibe anúncios direcionados.
ISTbar/AUpdate – spyware que se passa por uma barra de ferramentas. Usuários infectados relataram que ele exibe pornografia, pop-ups, e seqüestra a página inicial e a ferramenta de pesquisas do Internet Explorer.
KeenValue – adware que coleciona informações pessoais e exibde anúncios.
Internet Optimizer – seqüestra páginas de erro e as redireciona para seu próprio site.
Perfect Keylogger – registra todas as teclas pressionadas (inclusive informações pessoais, senhas, etc), clicks e sites visitados.
TIBS Dialer – seqüestra o telefone e o modem, desfaz sua conexão e a redireciona para serviços de pornografia que cobram por minuto. O prejuízo é notado na próxima conta telefônica.
As precauções seguintes são recomendadas na briga contra spyware:

  • Instale as correções de segurança da Microsoft
  • Evite carregar e usar programas freeware de fontes não confiáveis
  • Desabilite o download de ActiveX no Internet Explorer.
  • Instale pelo menos um programa anti-spyware. Alguns peritos recomendam realmente que você tenha dois instalados.

Para autores você pode fazer download de um dos programas grátis de remoção de spyware. Existem também alguns bons programas anti-spywares no mercado que protegem seu computador (alertando você antes do spyware ser instalado).

Quando adquirir um programa anti-spyware você precisar estar certo que é de uma companhia respeitável uma vez que a maioria do programas anti-spywares oferecidos são na realidade spyware. Eles oferecem uma varredura grátis de seu computador e instala o spyware em seu computador enquanto ele está esquadrinhando. Então eles atraem você para comprar o produto para remover o spyware.
Em conclusão, se você tomar algumas precauções e instalar software anti-spyware em seu sistema você estará bem protegido na briga contra spyware.

Sua empresa conta com a segurança que precisa?

Se alguns dizem que não é necessário um exército para enfrentar um soldado, por outro lado um soldado não tem condições de fazer frente a um exército. Por isso, hoje em dia, as soluções de segurança tendem a ser personalizadas.

De acordo com Ezequias Sena, diretor comercial da Online Data Center, empresa de soluções de tecnologia e negócios que está há 20 anos no mercado, é necessária uma metodologia efetiva para prevenir e resolver problemas de segurança da informação.

“É importante desenvolver um nível segurança adequado para cada perfil de cliente e, se necessário, até mesmo para cada departamento da empresa. A estratégia mais adequada não está apoiada apenas no uso de produtos ou na adoção de políticas internas. É necessário fazer uma varredura para detectar onde estão as falhas de segurança e corrigir o problema”.

Sena diz que além da possibilidade de haver falhas na implantação de produtos como firewalls, antivírus, detectores de invasões etc., também pode haver falta de manutenção e supervisão adequada do ambiente virtual. Em alguns casos, se faz necessário o monitoramento full time do ambiente em relação às vulnerabilidades existentes.

O executivo da Online Data Center aponta 10 soluções disponíveis para reforçar a segurança de cada empresa, desde aquelas totalmente compartimentadas e que geram informações o tempo todo, até aquelas envolvidas no comércio eletrônico, que dependem de um ambiente totalmente seguro para concretizar as vendas via internet:

Monitoramento e controle. “Além de desenvolver políticas de segurança para cada empresa ou departamento, é importante adotar um mecanismo de comunicação da política adotada, promovendo amplo entendimento das vulnerabilidades que devem ser evitadas. É importante também que esse processo seja revisado e retransmitido continuamente”.

Gestão da largura da banda. “Neste caso, o objetivo é prevenir congestionamentos, tráfego lento de informações e abusos, bem como ataques à rede”.

Inspeção de segurança. “Neste caso, a empresa conta com um monitoramento ativo, alinhado com sua política de segurança, para identificar os inúmeros tipos de ameaças e consequente solução de controle”.

Filtro de IP. “Trata-se de uma solução de baixo custo para incrementar a segurança da rede. De acordo com as definições do protocolo, é realizada a filtragem por endereços de origem ou destino. Ou seja: alguns serviços poderão ser acessados somente por determinadas máquinas e é possível, ainda, bloquear o tráfego de alguns pontos de origem”.

Pacote de integridade. “Neste caso, são adotados alguns métodos de verificação da integridade de pacotes e rastreabilidade da procedência, evitando possíveis contágios na infraestrutura através de ataques virtuais quando da instalação de pacotes”.

Backup na nuvem. “Essa solução inclui volume de backup, software de gestão e replicação de dados para um local remoto. A solução ainda contempla a centralização do volume de backup in-house, aplicando deduplicação nessa massa de dados, sendo que a empresa contrata a utilização de banda e o volume de disco necessários para a replicação para um local remoto, com um monitoramento efetivo dos processos de backup realizados por uma equipe 24x7x365”.

Controle da rede. “Ao interromper o tráfego malicioso através de um sistema que controla o transporte de dados, a segurança da empresa é potencializada de um modo sem precedentes – já que a maioria classifica apenas velocidade e desempenho como prioridade. Outro ponto forte do controle da rede é aumentar a detecção do risco e da vulnerabilidade do negócio, fazendo com que o fluxo de informações esteja sempre bem protegido e seja o grande acelerador de negócios da empresa”.

Perímetro de segurança. “Trata-se de um conjunto de políticas de segurança utilizado em programas e equipamentos que tem por objetivo reforçar o acesso físico e impedir a propagação de vírus por meio de dispositivos móveis (celulares, tablets etc.)”.

Segurança de endpoints. “Neste caso, medidas de segurança são implantadas em todos os dispositivos móveis que em algum momento são conectados à rede: pendrives, smartphones, tablets, notebooks… Essa medida complementa a solução ‘perímetro de segurança’, evitando todo tipo de fraude e contaminação”.

Antivírus e antispam. “Essas duas proteções são absolutamente necessárias hoje em dia, independentemente do tamanho da empresa, sob pena de haver uma queda brusca na produtividade ou a perda total de informações. São soluções que filtram mensagens e repelem intrusos, evitando que tenham acesso a informações estratégicas que, se violadas, podem comprometer a saúde da empresa”.

Fonte: Ezequias Sena, diretor comercial da Online Data Center, empresa de soluções de tecnologia e negócios.

ESET lança ferramenta gratuita para sistema Android

Em setembro deste ano, foi identificada uma grave vulnerabilidade no sistema operacional Android, que permite aos cibercriminosos executarem, de forma remota, um comando USSD, para bloquear o cartão SIM ou ‘resetar’ o smartphone – para a configuração de fábrica –, apagando assim todas as informações do usuário contidas no dispositivo móvel. Em resposta, a ESET acaba de lançar uma ferramenta gratuita para proteger os equipamentos Android. A versão da solução já está disponível na Google Play em: https://play.google.com/store/apps/details?id=com.eset.securedialer Continue reading ‘ESET lança ferramenta gratuita para sistema Android’ »