Livro – Linux – Referência Completa para Leigos

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Preço de Referência: R$ 65,90

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A obra traz oito diferentes guias de referência em um único livro. Juntos, estes oito mini livros trazem informações detalhadas relativas a instalação, configuração e uso do Linux.

O livro aborda instalação e configuração, conexões, Ethernet, Serviços de Internet, Fundamentos de segurança, Administração de Sistema e muito mais.

Informações Técnicas

Autor(a) Emmett Dulaney,Naba Barkakati
Título Linux
Subtítulo Referência Completa para Leigos
Autor Emmett Dulaney; Naba Barkakati
Classificação Autor Autores
Editora Alta Books
ISBN 9788576083900
Páginas 616
Edição 1
Tipo de capa Brochura
Ano 2011
Assunto Informatica-Programaçao
Idioma Português
Código de Barras 9788576083900

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Livro – Linux, a Bíblia: O Mais Abrangente e Definitivo Guia Sobre Linux

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Preço de Referência: R$ 96,42
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Quer adquirir uma base para se tornar um profissional certificado em Linux, iniciar em uma carreira que vai durar décadas, dominar habilidades que você pode usar em todas as distribuições Linux.

Inicie com qualquer sistema Linux e avance para a computação corporativa – utilize sua distribuição Linux favorita para aprender a testar suas habilidades com as ferramentas de linha de comando do Linux.

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Informações Técnicas

Autor(a) Christine Bresnahan,Christopher Negus
Título Linux, a Bíblia
Subtítulo O Mais Abrangente e Definitivo Guia Sobre Linux
ISBN 9788576087991
Páginas 852
Edição
Tipo de capa Brochura
Formato Livro
Editora Alta Books
Ano 2014
Assunto Informática – Linux
Idioma Português
Código de Barras 9788576087991

 

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Criminosos escondem malware em PDF e PNG

Criminosos escondem malware em PDF e PNGO desafio dos cibercriminosos é criar códigos maliciosos que não sejam detectados pelas soluções de segurança para infectar e roubar o máximo possível de vítimas. Com isso, os golpistas estão deixando de usar os phishing tradicionais e estão adicionando recursos avançados para aumentar o sucesso das campanhas de mensagens falsas. A última novidade, descoberta pelo analista de segurança da Kaspersky Lab no Brasil, Thiago Marques, é o uso de um arquivo PDF – anexo à mensagem – e de imagens PNG para esconder os programas maliciosos.

Este tipo de ataque que utiliza phishing em PDF surgiu meses atrás nos Estados Unidos e foi adotado agora pelos cibercriminosos brasileiros, o que demonstra que eles estão antenados às tendências globais e evoluções do malware. O golpe tem início no envio do phishing tradicional para avisar a vítima sobre uma suposta entrega e envia o código de rastreamento. Porém o link malicioso está presente no arquivo PDF associado à mensagem, que possui um conteúdo semelhante ao encontrado nos e-mails de phishing. Esta tática permite burlar os sistemas antispam que não identificam links dentro de anexos, liberando a passagem da mensagem maliciosa.

A infecção começa quando a vítima clica no link e é direcionada realizar o download de um JAR malicioso, que contém os malware. Neste ponto, o analista da Kaspersky Lab encontrou outra inovação – o uso de arquivos PNG (Portable Network Graphics), um dos formatos de imagem mais comum, para esconder o programa maliciosos, carregá-lo para a memória da máquina e executar o arquivo malicioso. Esta é a primeira vez que cibercriminosos brasileiros esta extensão para esconder seus códigos.

“Os golpistas brasileiros estão se tornando gradativamente eficientes. Por conta disso, é preciso que o usuário esteja sempre atento a e-mails desconhecidos, principalmente os que contêm links e arquivos anexos. Pois com esta técnica, os criminosos conseguem ocultar com sucesso seus malware em simples arquivos de imagem PNG – o que dificulta o trabalho de análise por parte das empresas de antimalware e burla os mecanismos de verificação automática dos serviços de hospedagem”, destaca Marques.

As URLs utilizadas neste ataque e os arquivos maliciosos já são bloqueados pelos produtos da Kaspersky Lab, sendo detectados com os seguintes vereditos: Trojan.Win32.KillAv.ovo; HEUR:Trojan.Win32.Generic; Trojan-Downloader.Win32.Banload.cxmj; Trojan-Downloader.Win32.Agent.hgpf; e HEUR:Trojan-Downloader.Java.Generic.

Sobre a Kaspersky Lab
A Kaspersky Lab é uma empresa global de cibersegurança fundada em 1997. O conhecimento profundo sobre as ameaças e a especialização em segurança da Kaspersky Lab se transformam continuamente em soluções e serviços de segurança para proteger empresas, infraestruturas críticas, governos e consumidores finais ao redor do mundo. O abrangente portfólio de segurança da empresa inclui tecnologias líderes em proteção de endpoints e diversas soluções e serviços de segurança especializados no combate de ameaças digitais sofisticadas e em evolução. Mais de 400 milhões de usuários e 270.000 clientes corporativos estão seguros por meio das tecnologias da Kaspersky Lab, que visa proteger o que é mais importante para cada um. Saiba mais em http://brazil.kaspersky.com

EMC lança o DSSD D5: armazenamento flash em escala de rack

EMC lança o DSSD D5: um salto quântico no armazenamento flashA EMC Corporation (NYSE: EMC) anuncia o EMC ® DSSD™ D5™, um salto quântico no armazenamento flash. O DSSD D5 é o primeiro de uma nova categoria de armazenamento flash em escala de rack.

O DSSD D5 traz uma arquitetura completamente nova, elaborada para os aplicativos com utilização mais intensiva de dados tanto tradicionais quanto de última geração, que exigem níveis extremos de desempenho e a menor latência possível. O DSSD D5 atinge novos níveis de desempenho, com resultados que aceleram aplicações como cálculos de sequenciamento genético, detecção de fraudes, autorização de cartões de crédito e lógica analítica avançada, em até 10 vezes.

Empresas que precisam de infraestrutura de alto desempenho como vantagem estratégica para crescer e aproveitar o crescimento exigem cada vez mais o armazenamento flash compartilhado, que está pronto para uso corporativo com os mais altos níveis de desempenho, throughput e quase nenhuma latência.

O DSSD D5 oferece armazenamento flash compartilhado ultradenso, de alto desempenho, altamente disponível e com latência muito baixa para até 48 servidores redundantes conectados. O D5 é conectado a cada nó por meio de PCIe Gen3 e aproveita a tecnologia NVMe para oferecer o desempenho do flash conectado a PCI.

O D5 é um appliance independente desagregado da computação, oferecendo os benefícios do armazenamento compartilhado. O resultado é o desempenho de última geração com latência máxima de 100 microssegundos, throughput de até 100 GB/s e I/O por segundo de até 10 milhões em um sistema de 5U.

O DSSD D5 reduz o espaço ocupado pelo datacenter e os custos com flash compartilhado ultradenso. O appliance fornece até 36 módulos flash com capacidade bruta de 144 TB (100 TB utilizáveis) em um chassi de cinco unidades de rack que pode ser acessado de modo redundante por até 48 servidores conectados diretamente.

O D5 também foi projetado para fornecer maior tempo de funcionamento de aplicativos por meio de recursos de facilidade de manutenção. Esses recursos abrangem placas client com duas portas, duas controladoras de alta disponibilidade, componentes redundantes e confiabilidade e resiliência líderes do setor do flash com Cubic RAID™, wear leveling (balanceamento de desgaste) dinâmico, controle de física do flash e coleta de lixo espaço-tempo.

A EMC oferece o DSSD D5 para beneficiar aplicativos baseados no Hadoop, bancos de dados de alto desempenho e data warehouses e processamento de dados complexo e em tempo real, lógica analítica em tempo real e percepção, acelerando as atuais soluções de bancos de dados e data warehouse, como Oracle.

Por meio de um caminho de dados inovador e de baixa latência – para oferecer latência três vezes menor, um quinto do espaço em rack e TCO 68% menor do que a solução Oracle com maior desempenho publicado – os clientes podem consolidar vários aplicativos em uma só plataforma de armazenamento e simplificar os data warehouses pela eliminação de várias cópias de dados.

Para as cargas de trabalho do Hadoop, o DSSD D5 acelera significativamente a lógica analítica operacional se comparado à infraestrutura DAS tradicional.

O DSSD D5 está criando uma nova categoria de armazenamento flash, o flash em escala de rack, e há muito mais por vir. A divisão de plataformas convergentes (VCE ®) da EMC vai incorporar o DSSD D5 a seu portfólio de infraestrutura convergente da VCE no futuro próximo.
A EMC Corporation é líder mundial em possibilitar que empresas e provedores de serviços transformem suas operações e ofereçam a TI como serviço. A computação em nuvem é fundamental para essa transformação. Através de produtos e serviços inovadores, a EMC acelera a jornada rumo à computação em nuvem, ajudando os departamentos de TI a armazenar, gerenciar, proteger e analisar seus ativos mais valiosos (as informações) de um modo mais ágil, confiável e econômico.
www.emc.com/pt-br

O papel da segurança da informação na transformação digital

O papel da segurança da informação na transformação digitalHá anos a tecnologia vem mudando a relação entre consumidores e fornecedores. Não é raro encontrar pessoas que já preferem realizar serviços como pagar uma conta, chamar um táxi ou pedir uma pizza via aplicativo do que pelo telefone ou pessoalmente; e este comportamento só tende a aumentar. Em poucos anos a tecnologia irá transformar nossa forma de estudar, ir ao médico, se locomover, etc. Estamos todos vivendo a transformação digital.

As mudanças são rápidas e as empresas de todos os setores estão sendo pressionadas a se reposicionarem para garantirem um espaço no mercado. Cada vez mais empresas inovadoras surgem, despertam a curiosidade do público e, em pouco tempo, tornam-se concorrentes vorazes, abocanhando os clientes das empresas com modelos mais tradicionais.

O processo de transformação digital, no entanto, não se resume apenas a aquisição de novas tecnologias, são necessários novos processos, novos modelos de negócios, novas experiências para o cliente através de um amplo ecossistema com capacidades de agregar valor ao seu negócio. É preciso inovação. Mas como garantir a segurança da informação quando boa parte do mercado se tornar digital?

Os ataques cibernéticos estão em constante crescimento e são cada vez mais sofisticados. De acordo com o último relatório do McAfee Labs, são descobertas 327 novas ameaças por minuto, ou mais de cinco por segundo. Roubo de dados corporativos e informações sobre clientes são os principais alvos dos cibercriminosos, que criam através destas ações a 28ª economia mundial ou algo em torno de US$ 600 bilhões anualmente.

Os investimentos em inovação realizados nas empresas dificilmente tem como foco a segurança, mas qualquer inovação traz consigo o desafio da segurança. A verdade é que nenhuma empresa quer ser notícia quando o assunto é falha na segurança, vazamento de dados ou indisponibilidade de serviços.

É preciso pensar a segurança como parte fundamental do negócio e não como apenas um projeto da área de TI. A segurança é na verdade um habilitador do modelo de negócios, e é preciso enxergar a totalidade de riscos aos quais o negócio está exposto e criar um processo mais integrado e seguro.

As tendências de cloud computing, big data, mobilidade, internet das coisas, irão forçar grandes e bruscas mudanças no meio corporativo. No futuro, todas em empresas serão empresas de tecnologia, ou pelo menos precisarão ter a tecnologia inserida em seu modelo de negócio. A segurança da informação precisa ser incluída no processo desde o início e evoluir como parte fundamental do negócio.

Márcio Kanamaru é diretor geral da Intel Security no Brasil

ESET Virtualization Security – segurança para ambientes virtualizados

A ESET – empresa líder na detecção proativa de ameaças – anuncia o lançamento da ESET Virtualization Security. Essa nova solução sem agentes é baseada em VMware vShield e pode ser combinada com o ESET Remote Administrator para garantir uma gestão adequada de segurança de ambientes virtualizados.A ESET – empresa líder na detecção proativa de ameaças – anuncia o lançamento da ESET Virtualization Security. Essa nova solução sem agentes é baseada em VMware vShield e pode ser combinada com o ESET Remote Administrator para garantir uma gestão adequada de segurança de ambientes virtualizados.

De acordo com o Quadrane Mágico do Gartner de 2015, cerca de 75% das cargas de trabalho de servidores x86 são virtualizadas*. “As empresas têm migrado para ambientes virtualizados por conta dos benefícios oferecidos por esse tipo de tecnologia. No entanto, a maioria ainda não se preocupa com os riscos associados à falta de cuidado com a segurança da informação com as informações e dados processados nesse tipo de ambiente”, alerta Camillo Di Jorge, Presidente da ESET Brasil.

A solução ESET Virtualization Security foi desenvolvida para proteger dados sensíveis e para resolver os principais problemas que as empresas vivenciam durante a adoção da virtualização, como servidores virtuais desprotegidos, a necessidade de múltiplos fornecedores para proteger ambientes físicos e virtualizados, os potenciais impactos sobre o desempenho e os complicados métodos de licenciamento.

A ESET Virtualization Security foi desenvolvida especificamente para ambientes virtualizados, o que significa que, como conta com uma ferramenta sem interface, é fácil de implementar, configurar e operar. Além disso, a solução é fácil de gerenciar graças ao ESET Remote Administrator, que fornece aos administradores acesso ilimitado em qualquer lugar e a qualquer hora.

A nova solução da ESET suporta VMware vSphere 5.0 + com vCloud Networking and Security instalado. Também é compatível com os produtos de próxima geração da ESET, sendo gerenciável por meio ESET Remote Administrator na web.

“A solução, que já está disponível para o mercado brasileiro, é otimizada para um alto desempenho e pelo baixo impacto, deixando mais recursos disponíveis para outras aplicações e processos, problemas de desempenho e prevenindo com eficácia AV Storms, que ocorrem quando uma verificação do antivírus é programada para ser executada ao mesmo tempo em múltiplas máquinas virtuais do mesmo computador, sobrecarregando o sistema”, explica Camillo Di Jorge, Presidente da ESET Brasil.

Sobre a ESET
Fundada em 1992, a ESET é uma fornecedora global de soluções de segurança que provê proteção de última geração contra ameaças virtuais. A empresa está sediada na cidade de Bratislava (Eslováquia), com centros de distribuição regionais em San Diego (Estados Unidos), Buenos Aires (Argentina) e Singapura, e com escritórios em São Paulo (Brasil), Cidade do México (México), Praga (República Chega) e Jena (Alemanha). A ESET conta ainda com Centros de Pesquisa em nove países e uma ampla rede de parceiros em mais de 180 localidades.

Empresas migram para sistema Linux a fim de economizar

Linux: Empresas migram para sistema open source a fim de economizarEntre as inúmeras consequências da alta do dólar, o aumento das licenças de softwares é mais uma despesa que impacta no orçamento das empresas. Frente a esta nova realidade, migrar as operações para plataformas open source, como as distribuições Linux, tem sido uma alternativa vantajosa. O Igloo (www.meuigloo.com.br) é uma solução que migra todos os programas de grandes companhias ao Linux. Na M Dias Branco, empresa líder no ramo de massas e biscoitos no Brasil, a economia chega a R$ 2 milhões anuais.

Desenvolvido para atender à demanda do mercado, o Igloo é customizável para se adequar a empresas de variados segmentos. O processo é simples: a equipe avalia todos os softwares utilizados por cada cliente e verifica a viabilidade de homologá-los para uso no Ubuntu, o sistema operacional escolhido para a operação. Até hoje, a taxa de sucesso da migração é de 100%.

O resultado pode ser resumido em um tripé: economia, segurança e produtividade. “Em geral, as empresas precisam pagar a licença do Windows, mais suíte Office, outros programas específicos e um bom antivírus”, conta Erlon Pinheiro, um dos desenvolvedores do Igloo. “O Linux, por sua vez, é muito mais seguro, o que dispensa o antivírus. Como é open source, possibilita fazer as mudanças necessárias para as adequações, além de ser gratuito”, explica.

Em relação à produtividade, o ganho se dá porque a migração para o Linux transforma o computador em uma estação de trabalho exclusiva. Enquanto no Windows as distrações se multiplicam – de sites variados a programas sem relação com a atividade-fim -, com a configuração feita a partir do Igloo a máquina fica apta a acessar apenas os recursos necessários.

Na M Dias Branco, o processo de adequação durou três meses e foi concluído em novembro do ano passado – no total, 50% dos desktops – 1.500 máquinas – passaram a utilizar o Linux, o que resultará numa economia de R$ 2 milhões por ano. “Não foi uma migração simples, pois envolveu muitas customizações para que o Ubuntu fosse eficiente e se adequasse à realidade da empresa”, afirma Daniel Simon, gerente de infraestrutura de TI da M Dias Branco.

Ao efetivar a migração dos sistemas, os desenvolvedores do Igloo oferecem todo o treinamento para a equipe dos clientes aprenderem a utilizar a nova plataforma. A customização permite, ainda, construir perfis de uso, com diferentes níveis de acesso. Além disso, os gestores têm total controle remoto sobre a máquina, o que permite fazer atualizações segundo seus próprios cronogramas.

“A curva de aprendizado rápida e a interface que limita o uso dos computadores para funções de trabalho já mostraram resultados. O nosso próximo passo é adaptar os notebooks”, conta o gerente da M Dias Branco. Essa segunda etapa deve começar a partir do meio do ano. Para o especialista do Igloo, a perspectiva de 2016 é positiva: “Já estamos negociando com diversas empresas para utilizarem nosso sistema e fazerem a migração”.

Sobre o Igloo

Solução tecnológica de migração do parque computacional de empresas para o sistema open source Linux. O Igloo foi desenvolvido para atender demandas específicas e é 100% customizável para se adequar às necessidades de companhias de variados segmentos. Além de proporcionar economia ao dispensar licenças de uso, o Igloo oferece maior segurança de sistemas e melhora a produtividade ao transformar os computadores em estações de trabalho exclusivas. Desenvolvido pela F13 Tecnologia em 2010. www.meuigloo.com.br

Ramsonware KeRanger ataca usuários de Mac

Usuários de Mac são atacados por ransomwareOs usuários de Macintosh em geral achavam quase impossível serem atingidos por malware, mas o fato é que no último fim-de-semana o noticiário de TI informou que um ransomware projetado para atacar precisamente o OS X foi descoberto por pesquisadores, que o apelidaram de “KeRanger”.

“Os Macs têm a reputação de serem seguros quando se trata de ataques de malware, mas este novo ransomware mostra que eles não são completamente imunes. Ameaças similares focadas em PCs já foram adaptadas para pegarem dispositivos móveis e a mesma estratégia provavelmente é verdadeira para os Macs”, disse Jan Sirmer, analista sênior de malware da Avast Software.

O ransomware já foi bem-sucedido atacando usuários de Windows e de Android, geralmente ao clicarem num link infectado contido num e-mail ou anúncio ou num anúncio infectado num website. O ransomware então bloqueia todos os arquivos no sistema e exige dinheiro em troca da chave que destravará os arquivos (outra boa razão para não clicar nos links de e-mails).

“Qualquer ransomware que atinja seu dispositivo – seja ele Mac, PC ou smartphone – é uma ameaça extremamente séria. A maioria das pessoas fica apavorada quando descobre que seu dispositivo está travado e seus dados criptografados e elas decidem pagar o resgate”, disse Jan Sirmer. “Geralmente não conselhamos a pagar esse resgate, porque isso gratifica os autores do malware pelo seu trabalho e os encoraja a continuar espalhando malware por aí, mas às vezes não se pode evitar”.

Um dos ataques mais recentes travou os servidores do Centro Médico Presbiteriano de Hollywood, em Los Angeles. Como seus registros de pacientes são vitais para a operação do hospital, a diretoria optou por pagar US $ 17.000 em bitcoin, a moeda digital preferida pelos bandidos virtuais, para recuperá-los. Também já foram vítimas as prefeituras brasileiras de Sorriso e Castanheira (Mato Grosso), Pratânia (São Paulo), Guaranésia (Minas), Japorã (Mato Grosso do Sul), Pitanga e Guarapuava (Paraná).

O ataque à plataforma OS X foi feito de um modo diferente. Os hackers infectaram dois instaladores de um programa chamado Transmission, usado para transferir dados através da rede BitTorrent de compartilhamento de arquivos peer-to-peer. O malware criptografa os arquivos e exige resgate de um bitcoin, que vale cerca de US$ 400 (perto de R$ 1.600,00) para descriptografar os arquivos e devolver o controle aos usuários.

“Este ransomware em particular foca no cliente Transmission BitTorrent, de modo que os usuários devem fazer upgrade para a versão mais atualizada o mais rápido possível”, avisa Sirmer. “Isso pode inclusive ajudar os usuários que recentemente fizeram update para o Transmission 2.90, já que o ransomware leva três dias antes de fazer contato com o servidor de comando e controle”.

Embora a Apple tenha agido rápido para bloquear o ransomware, Sirmer disse que os usuários de Mac continuam precisando proteger-se.

“Neste momento, os usuários de Windows ainda são os maiores alvos. Os autores desses malwares, no entanto, começam a ver os Macs como alvos mais atraentes. O número de usuários de Macs está crescendo e, mais importante, muitos deles pensam que seus dispositivos são imunes aos ataques e portanto não os protegem com programas antivírus, deixando-os abertos aos atacantes.”

Proteja-se de ransomware

As principais ameaças para os usuários de Macintosh são os adware, mas esta nova ameaça mostra que essa tendência pode mudar. A coisa mais importante que você pode fazer para proteger-se é instalar um antivírus como o Avast Free Mac Security, que pode detectar e bloquear o ransomware antes que ele entre no dispositivo.

A Avast Software (www.avast.com), produtora da mais acreditada segurança para PCs e dispositivos móveis no mundo, protege 230 milhões de pessoas e empresas com suas aplicações de segurança.

A revolução do conteúdo

A Revolução Do ConteúdoEm cerca de 20 anos da internet comercial no Brasil e um pouco mais no mundo, já são apontadas três diferentes fases para o marketing digital. Quem acredita que ser visto na internet é o suficiente está ficando para trás. Hoje, o importante é ser relevante. De nada adianta ter um grande número de acessos e não atender à expectativa do público. Esse é o sentido da Revolução do Conteúdo.

As três revoluções – a do estar presente, a do ser descoberto e a do ser útil – mostram o amadurecimento da comunicação digital. No começo da internet, ter um site era um diferencial. A presença por si só garantia uma boa percepção de marca. No início dos anos 2000, as empresas perceberam que um “www” não teria valor se ele não fosse acessado por muitos consumidores em potencial. Daí para frente, tudo era SEO (Search Engine Optimization), links patrocinados, e uma indústria bilionária se formou.

Os desafios são cada vez maiores para os profissionais de marketing. Além de criar estratégias para que as marcas sejam descobertas, é preciso pensar em como ser relevante. A palavra de ordem é engajamento. Devido, principalmente, ao acesso às mídias sociais e à popularização dos smartphones, o público ocidental consome hoje mais de 10 horas de conteúdo por dia. E eles querem aprender com as marcas, estabelecendo diálogos que passem conhecimento.

A melhor maneira para começar a fazer isso é pensar em produzir vídeos. Segundo o Cisco, até 2017, 69% do tráfego da internet vai ser para consumo desse formato. O vídeo é a forma mais clara e efetiva de comunicação. Isso porque mais do que receber informações, as pessoas querem que as marcas mostrem algo para elas. Está tudo tão corrido que, quanto mais rápida a mensagem for passada, melhor. Ninguém tem muito tempo. Nem o público, nem as marcas.

Quem sai na frente sempre tem vantagem. As marcas atentas são ditadoras de tendências e se destacam sempre, pois iniciam com menor concorrência. Basta comparar o Guaraná com a Coca-Cola no YouTube para entender a situação. Mais cedo ou mais tarde, vai ser mandatório produzir conteúdos para ser visto e reconhecido no meio on-line. Novas revoluções estão por vir. E, em breve, ser útil já não será mais suficiente. Run, Forest, Run!

Sobre a MPQuatro

Criada pelos empreendedores Greta Paz e Miguel Luz, a MPQuatro é a primeira startup do Brasil dedicada a estratégias no Youtube. A empresa atua na produção, roteirização, finalização de webvídeos e seu diferencial está na ativação desse conteúdo no ambiente online, com um custo acessível às PME’s porque realiza o ciclo completo de divulgação e elimina a necessidade de contratação de diversos prestadores de serviço.