Adoção do protocolo IPv6 é irreversível.

O esgotamento dos endereços na internet é uma realidade cada vez mais próxima, que vem acelerando a adoção, em todo o mundo, da nova versão do Protocolo Internet – o IPv6. E o CPqD, como organização voltada à inovação em tecnologias da informação e comunicação, já iniciou a migração de sua infraestrutura para essa nova versão – o que permitirá o acesso de seus funcionários aos conteúdos IPv6 disponíveis na rede mundial.

“A versão atual do protocolo (IPv4) não suporta mais o crescimento da internet e, por isso, mais cedo ou mais tarde, todas as organizações terão de se adequar ao IPv6”, afirma Luciano Martins, consultor em telecomunicações do CPqD que, desde 2001, atua em consultoria na área de redes e em projetos com o protocolo IPv6. “A quantidade quase ilimitada de endereços é o principal benefício dessa nova versão, que traz também outras vantagens, como a viabilização de novos serviços na internet, a mobilidade e a segurança nativas, entre outras”, acrescenta.

No CPqD, o processo de migração para o IPv6 deverá ocorrer em três grandes fases. A primeira foi concluída em meados de outubro e contemplou três firewalls, um roteador e um switch Layer 3. Segundo Martins, todo o trabalho durou cerca de três meses e começou com o planejamento da migração, que seguiu um plano detalhado, definido de acordo com as estratégias da organização e a disponibilidade de recursos para a adequação da infraestrutura de TIC ao novo protocolo.

“Fizemos um diagnóstico dessa infraestrutura, envolvendo hardware, software e configurações, com o objetivo de mapear a capacidade dos elementos de suportar o IPv6”, conta o especialista. A partir desse diagnóstico, foram definidos o escopo da rede que deveria ter o novo protocolo implantado e os elementos a serem atualizados. “Em seguida, foi feito o plano de endereçamento, seguido da adequação da infraestrutura de rede, das configurações (de endereços, do roteamento e de protocolos específicos) e, por fim, os testes de conectividade em IPv6 e também em IPv4, que mostraram o sucesso dessa primeira fase da migração”, enfatiza Martins.

A segunda fase, já em planejamento, contemplará a migração – prevista para este mês de novembro – dos servidores web e de DNS (Domain Name System) do CPqD e, ainda, de um servidor DHCPv6 (responsável pelo serviço automatizado de distribuição de endereços IPv6). Além disso, nessa etapa, será realizada a migração de outros roteadores e firewalls existentes na infraestrutura de TIC do CPqD.

A terceira fase é a da migração de aplicações corporativas, que deverá ser concluída até o final de 2016. Todo esse trabalho vem sendo conduzido por profissionais especializados em redes de comunicações IP da Diretoria de Redes Convergentes e, também, da área de TIC do próprio CPqD. “É importante contar, nesse processo, com profissionais capacitados em redes e no protocolo IPv6, para que o planejamento e a execução das ações sejam feitos de forma adequada”, pondera Martins.

Com essa migração, o CPqD reforça ainda mais o seu know how e a experiência na execução de projetos envolvendo o IPv6 – que vem sendo adquirida desde 2001, quando começaram os primeiros estudos na organização sobre essa nova versão do Protocolo Internet. “É fundamental que as empresas estejam preparadas para esse novo protocolo. Afinal, diante do esgotamento dos endereços IP no mundo, sua adoção tornou-se um caminho sem volta”, enfatiza Martins. “E o CPqD, com sua experiência, está pronto para ajudar outras organizações a realizar a migração para o IPv6, garantindo a continuidade do negócio.”

Sobre o CPqD
O CPqD é uma instituição independente, com foco na inovação em tecnologias da informação e comunicação (TICs). As soluções do CPqD são utilizadas por empresas e instituições no Brasil e no mercado internacional, em setores como comunicação e multimídia, utilities, financeiro, indústrias, administração pública e defesa e segurança.

Morphis apresenta soluções de modernização de sistemas legados na IT Forum Expo 2015

Com o objetivo de disseminar a marca e o grande potencial dos produtos e serviços da empresa, a Morphis estará presente no IT Forum Expo 2015, com o objetivo de reforçar seu reconhecimento no Brasil, estabelecer seu patamar de grife mundial e criar oportunidades de negócio em modernização de sistemas legados.
O foco da Morphis é abordar a demanda explosiva para modernização de sistemas legados que estão inibindo a agilidade e a inovação dentro das empresas. Os clientes-alvo primários da Morphis são ISVs (Independent Software Vendors), departamentos de TI corporativos que estão lutando para modernizar os seus produtos e sistemas, e os integradores de sistemas que os suportam. O Brasil, como um dos grandes mercados para a computação empresarial, está na lista de prioridades de crescimento da empresa que já possui clientes brasileiros.
“A pressão para oferecer, em nuvem, uma interface cada vez mais móvel a clientes e funcionários está chegando a um ponto de inflexão crítico, especialmente, nas grandes indústrias voltadas ao consumidor, tais como varejo, serviços financeiros e governo” afirma Luis Andrade, CEO da Morphis.
“O emaranhado de código de sistemas de software mais velhos está prejudicando a competitividade de muitas empresas, impedindo que mantenham a sua parcela de mercado e, ainda mais grave, se defendam contra violações de segurança. O saneamento e a migração de aplicações para a nuvem é, atualmente, um imperativo fundamental nas empresas”, conclui Andrade.
A Morphis é uma empresa de software “do-legado-a-nuvem”, baseada em Portugal e com escritórios no Reino Unido, Espanha, Brasil e  Estados Unidos, onde recentemente estabeleceu uma maior presença com a abertura de sua sede no condado de Boulder, no estado do Colorado.
Sobre a Morphis
Em 1995, uma equipe de estudantes de pós-graduação liderada pelo CEO e Fundador Luis Andrade embarcou em uma missão para criar as melhores ferramentas de software para modernização do legado no mundo. Altamente voltada à internet, a Morphis está sediada em Lisboa, Portugal, com escritórios na Europa e nas Américas, para oferecer as soluções mais completas de modernização “legado-a-nuvem” para fornecedores de software, empresas globais e seus integradores de sistemas.
www.morphis-tech.com

4 dicas da Kaspersky para a segurança das crianças nas redes sociais

As redes sociais estão transformando a vida das pessoas e, para algumas em especial, que não resistem à oportunidade de conquistar um pouco de fama no mundo virtual, as atividades do dia-a-dia acabaram se tornando um grande programa de televisão aberto em tempo real. “No entanto, tal comportamento pode ter consequências virais, principalmente, quando a foto ou vídeo mostram uma criança”, explica Fabio Assolini, analista sênior de segurança da Kaspersky Lab.

Na empolgação, pais costumam postar fotos e vídeos engraçados de seus filhos esquecendo de aplicar as devidas configurações de segurança. Geralmente, eles não estão pensando na privacidade, e sim que amigos e conhecidos se derreterão ao ver a fofura da criançada. “Só que os pais não levam em consideração que os próprios filhos, no futuro, podem não gostar de terem sido superexpostos e até se sentirem constrangidos com algumas das postagens”, alerta Assolini.

Para evitar esse problema, confira abaixo quatro dicas da Kaspersky Lab para alertar os pais antes das postagens:

  1. Pense nas consequências. Ao publicar vídeos em canais abertos do Youtube, o usuário precisa estar preparado para lidar com ‘trolls’ mais cedo ou mais tarde. São pessoas que vasculham o site e deixam comentários negativos nos vídeos mais visualizados, não importando qual o conteúdo destes. “Imagine que alguém faça comentários racistas ou de mau gosto em um vídeo fofo do seu filho. Se decidir publicar vídeos caseiros sem restrição de acesso, prepare-se para, no mínimo, enfrentar comentários desagradáveis”, alerta o analista da Kaspersky Lab.
  2. Ignore os Trolls. Existem ”estraga-prazeres’ em qualquer lugar. Na internet, há pessoas que se dedicam a assistir fotos e vídeos apenas para criticar, seja a música que está tocando ou algum detalhe no fundo do vídeo. Quando há crianças envolvidas, estes trolls costumam fazer críticas à postura dos pais. Em 2009, o pai de um menino de sete anos, chamado David, postou um vídeo no Youtube que mostrava a divertida reação do seu filho após uma visita ao dentista. O post viralizou, recebendo muitos comentários positivos e, claro, alguns negativos. No começo, esse pai e a esposa admitiram que deram muita atenção às reações negativas, até que, decidiram ignorar os trolls. No fim, o casal transformou uma situação inesperada em uma grande experiência familiar e até chegou a ganhar algum dinheiro ao aprender a gerenciar a licença e publicidade do vídeo pelo Youtube Adds.
  3. Limite o acesso aos comentários. O melhor jeito de evitar críticas que gerem constrangimento é restringindo os comentários das publicações. Os parentes e amigos podem comentar usando chats ou pessoalmente, já os demais poderão apenas gostar (ou não gostar) do vídeo.
  4. Conceda acesso ao vídeo a um número limitado de pessoas. Para evitar que a criança se torne um ‘meme’ na internet, basta limitar o acesso dos vídeos. Existem três opções de privacidade: “público”, “vídeo não listado” e “privado”. Por padrão, todos os vídeos no Youtube são públicos, o que significa que qualquer pessoa pode acessá-los ou encontra-los nos resultados de pesquisas. No caso dos vídeos não listados, a pessoa que posta o conteúdo compartilha o link diretamente com os usuários que quiser. Ainda assim, tome cuidado, pois os convidados podem espalhar o endereço do vídeo para mais e mais gente, e a divulgação pode sair do controle. A melhor opção para os pais preocupados é a função “privada”, onde o vídeo só poderá ser exibido para as pessoas autorizadas e que estejam logadas em uma conta do Youtube.