SaaS:o valor do tempo é o tempo para alcançar o valor

SaaS - soluções no menor tempo e custo de implantaçãoHá algum tempo a expressão “as soon as possible” (ASAP), antes utilizada para pedir agilidade na resolução de algumas questões, se tornou sinônimo de imediatismo. Este é um exemplo da pressão por tempo que os negócios exigem atualmente. Uma solução rápida que atenda ao menor tempo possível, contudo, não pressupõe ser incompleta ou pouco qualificada. Pelo contrário, aquele que exige imediatismo não abrirá mão de uma solução completa e com qualidade suficiente para resolver um problema ou necessidade, hoje e amanhã.

Então nos deparamos com outra questão: a certeza no mundo atual dos negócios de que a solução que apresentamos hoje já não será tão adequada amanhã e, provavelmente, será inadequada no curto prazo. Aliás, já parou para pensar o que é curto, médio e longo prazo no seu negócio? Os períodos estão cada vez menores!

Se você acha que implantar a última inovação é o melhor que você pode fazer, fique sabendo que o melhor é preparar a implantação da próxima inovação que você ainda nem sabe qual será. A dinâmica da inovação impõe que a solução implantada retorne o valor procurado o mais rápido possível para que possa ser substituída em prazos cada vez menores.

Neste cenário, ao invés de falarmos somente de ROI (retorno do Investimento), VPL (Valor Presente Líquido) ou Payback, devemos também considerar o indicador “Time to Value” (TtV). Nem sempre a solução que traz o melhor resultado financeiro e/ou de melhor qualidade é a ideal para o dinamismo do negócio, mas sim aquela que traz o valor mínimo esperado no menor prazo.

TtV é um termo que descreve o tempo entre a identificação de uma necessidade específica (um valor para o negócio) e o início da entrega deste valor. Entenda-se valor como o total de resultados financeiros, e outros mensuráveis, e também benefícios intangíveis. Quanto menor o TtV, melhor será o desempenho da solução para o negócio. Em outras palavras, mais cedo o negócio irá usufruir do valor entregue pela solução.

A evolução da Tecnologia da Informação e da rede de comunicação fizeram surgir soluções, como o SaaS (Software como Serviço), que permitem uma modalidade diferente da tradicional para aquisição de licenças de software. Os indicadores financeiros tradicionais, contudo, não conseguem responder a todas as questões para uma tomada de decisão segura entre o tradicional e o SaaS. É nesta hora que entram em cena novos fatores de avaliação, como o TtV.

Em termos de comparação, as tradicionais soluções “on-premise” (aquisições de licenças de software) – desde uma simples gestão de e-mails até projetos de missão crítica com oum ERP – precisam ser adaptadas ao seu negócio, gerando customizações que tornarão o projeto mais complexo, demorado e custoso. Já o SaaS tem como foco oferecer as melhores práticas do mercado e uma implantação rápida e menos custosa. Além do benefício financeiro, esta modalidade permite que a empresa obtenha o valor da solução em um prazo menor.

A chave do sucesso é obter valor e benefícios financeiros no menor prazo, para que a sua empresa possa se preparar para a próxima inovação e manter-se a frente da competição. Não precisa de bola de cristal para adivinhar o que vem pela frente.

Fabio Barnes é Diretor Executivo da Engine, companhia especializada no modelo SaaS (Software as a Service) que oferece soluções de gestão empresarial.

Vale a pena investir em certificações em TI

Certificação em TI vale a pena mesmo?Muito se discute hoje em dia entre os profissionais de TI se vale ou não a pena o esforço de estudo e o investimento financeiro para ter certificações no currículo. Na realidade essa é uma discussão antiga entre os profissionais certificados e não certificados. Quem tem certificações defende a importância em tê-las e por outro lado quem não tem diz que o mais importante é a experiência profissional. Afinal de contas, quem está certo?

Não existe o certo ou o errado, e sim alguns fatos importantes que precisam ser considerados. Não temos como argumentar que as certificações se tornaram requisitos básicos nas seleções de RH para os profissionais em todas as áreas de TI. Um exemplo disso, são as diversas Licitações que exigem profissionais certificados. Sem dúvida ter a certificação no currículo faz a diferença na hora da seleção do RH, pois comprova algum conhecimento técnico específico que você possui. Para o recrutador que está selecionando um candidato que não conhece e não tem referências, faz toda a diferença.

Um profissional certificado tem maior chance de ser selecionado para uma entrevista em relação a um não certificado com um currículo semelhante em termos de experiência profissional. A certificação não comprova a competência do profissional, muito menos a experiência, ser certificado não é sinônimo de ser um bom profissional, mas é fato que a certificação é um diferencial no currículo.

Além da certificação, do conhecimento técnico, existe o lado comportamental e a experiência profissional do candidato que serão analisados durante todo o processo de seleção. A certificação é apenas um “cartão de visita” para “abrir portas”, mas não garante que você será contratado. Por isso não basta ter apenas as certificações, elas apenas fazem parte de um conjunto de requisitos.

Na prática não quer dizer que um profissional certificado seja melhor que um não certificado e vice-versa. Um bom profissional precisa ter outas qualificações, além das certificações no currículo.

Certificação é mais um investimento que você faz na sua carreira, assim como uma Graduação, uma Pós-Graduação, um MBA, um Mestrado, etc. Na minha opinião e visão profissional, quanto mais você estuda e valida o seu estudo com certificados acadêmicos e/ou técnicos, melhor será para sua carreira profissional.

Fábio Mourão é Bacharel em Análise de Sistemas com MBA em Gestão Empresarial pela FGV-RJ, atuando na área de tecnologia há 20 anos, sendo 10 anos com Gestão de Projetos e Serviços de TI • Possui diversas certificações, dentre elas: PMP, PRINCE2, PSM-I, ASF, SFC, MCTS, CI-ASP, COBIT, ITIL V3, ISO20000, ISO27000, CCF, CI-SCS, GRITC e CCSP

Microsoft anuncia o lançamento mundial do Windows 10 no dia 29 de julho

Windows 10A Microsoft anunciou planos para lançar o Windows 10 no dia 29 de julho com uma série de ações: celebrações junto a fãs; esforços conjuntos com milhares de varejistas, dentre os quais algumas lojas da Microsoft; uma nova campanha publicitária global; e uma nova iniciativa de um ano de duração para celebrar pessoas e organizações que estão fazendo a diferença em todo o mundo. Disponível pela primeira vez como um upgrade gratuito*, o Windows 10 traz uma rápida e familiar experiência de navegação, mais segura e que tem update automático. Trazendo inovações como Cortana**, Microsoft Edge, integração do Xbox, o Windows 10 é o melhor Windows de todos os tempos.

“Windows 10 foi concebido para possibilitar que as pessoas façam coisas incríveis. Estamos muito animados por celebrar o lançamento do Windows 10 com nossos fãs”, afirma Yususf Mehdi, vice-presidente corporativo da Divisão de Windows e Dispositivos. “Vamos marcar o lançamento do Windows 10 ao celebrar as pessoas e organizações que melhoram o mundo a cada dia – ajudando-as a fazer cada vez mais em suas comunidades”.

Os fãs do Windows ajudaram a construir o Windows 10, com 5 milhões de Windows Insiders oferecendo valiosos feedbacks. Os membros dessa comunidade serão os primeiros a receber o Windows 10 e são convidados a se juntar às celebrações dos fãs em 13 cidades ao redor do mundo: Sidney, Tóquio, Cingapura, Pequim, Nova Déli, Dubai, Nairóbi, Berlim, Johanesburgo, Madri, Londres, São Paulo e Nova Iorque. As comemorações permitirão experiências práticas, além de demos, entretenimento e oportunidades de relacionamento com o time do Windows.

As Microsoft Stores vão comemorar o lançamento do Windows 10 em mais de 110 unidades nos Estados Unidos, Canadá e Porto Rico. Em algumas delas, haverá demonstrações de uso do Windows 10, com prêmios e brindes. As Microsoft Stores estão comprometidas em entregar aos consumidores excelentes opções de compra, valores e serviços, incluindo serviços de Answer Desk e workshops gratuitos que auxiliarão os usuários a extrair o máximo do Windows 10.

Grandes varejistas, como Best Buy, Bic Camera, Croma, Currys/PC World, Elkjøp, Jarrir, Incredible Connection, Media Market, Staples, Wal-Mart, Yamada, Yodobashi e muitos outros ao redor do mundo irão adotar programas para ajudar os consumidores a fazer o upgrade facilmente. Os serviços da Tech Bench vão proporcionar suporte para os upgrades feitos para Windows 10, além de serviços de migração de dados para ajudar as pessoas a transferir dados do antigo PC para o novo e estações de experimentações nas quais as pessoas podem conhecer o Windows 10.

Uma nova campanha publicitária global para o Windows 10 celebrará a nova geração do Windows e convidará o público a se juntar a uma nova era. No dia 20 de julho, nos Estados Unidos, e no dia 29, globalmente, a primeira leva de peças para TV e para o ambiente digital irão ressaltar como o Windows 10 propicia um jeito mais humano de fazer as coisas – dando vida a recursos como o Windows Hello e o Microsoft Edge.

Upgrade Your World é uma nova iniciativa com um ano de duração para celebrar aqueles que inspiram e capacitam as pessoas, liderada pela visão da Microsoft de ajudar as pessoas a fazerem mais através da tecnologia e em celebração ao lançamento do Windows 10.

Durante o ano, a Microsoft fará uma parceria com 10 organizações globais e 100 instituições locais sem fins lucrativos para ajudá-las a melhorar o mundo. Em apoio às suas missões e para promover a consciência de suas causas, a companhia fará um investimento total de 10 milhões de dólares em dinheiro.

As organizações globais participantes são: CARE, Code.org, Keep a Child Alive, Malala Fund, Pencils of Promise, Save the Children, Special Olympics, The Global Poverty Project e The Nature Conservancy. Microsoft irá trabalhar com essas organizações em projetos e iniciativas para melhorar o mundo através de uma combinação entre tecnologia, investimentos financeiros, e desenvolvimento de campanhas compartilhadas para gerar conscientização.

A partir do dia 29 de julho, a Microsoft e seus parceiros irão convidar as pessoas a votar em uma 10ª organização global para participar do Upgrade Your World. As pessoas também serão incentivadas a participar compartilhando informações que mostram como estão fazendo grandes e pequenas coisas para criar impacto em suas comunidades, utilizando a hashtag #UpgradeYourWorld.

Além dessas entidades globais, a partir de setembro, a Microsoft irá estimular parceiros e fãs a selecionar 10 organizações em 10 países – Austrália, China, França, Alemanha, Índia, Japão, Quênia, México, Reino Unido e Estados Unidos. Elas receberão investimentos em dinheiro e tecnologia para ajudá-las a melhorar o mundo em suas comunidades.

Em todo o mundo, funcionários da Microsoft vão participar da iniciativa Upgrade Your World e terão um dia de folga para trabalhar como voluntários e melhorar sua comunidade. Milhares deles farão este trabalho no dia 29 de julho, em comemoração ao lançamento do Windows 10. Mais informações sobre como participar do #UpgradeYourWorld podem ser encontradas em: http://windows.com/upgradeyourworld

Redes sociais na empresa: liberar ou proibir?

Redes SociaisRedes sociais na empresa: liberar ou proibir? Este questionamento mostra um dilema vivido diariamente por muitas empresas: proibir o acesso a uma rede que automaticamente tira o foco de seus colaboradores ou permitir o acesso a essa rede, visando o bem estar deles.

Com a grande quantidade disponível de gadgets e o rápido acesso através de inúmeros dispositivos, as redes sociais são inevitáveis. Aliás, o número de redes é exorbitante e para todos os gostos. A divulgação alimentada pelo próprio usuário dissemina e cria a famosa “modinha”. As redes sociais se reinventam e, paralelo a isso, seus criadores ainda compram novas startups para continuar no gosto e no dia a dia dos usuários. Sendo assim, o acesso às redes é inevitável, seja no celular, tablet ou desktop.

Fato é: vivemos a era do C – Curte, Clica, Compartilha – e em questão de segundos, uma informação é divulgada, visualizada e já vira comentário até nos telejornais. Então, por que fugir delas?

Atuo em empresas que possuem tanto políticas liberais como mais conservadoras. Por isso, posso dizer com toda certeza: a diferença não está no acesso que você bloqueia ou libera, mas na maturidade de suas equipes. Esse é o detalhe que faz toda diferença. Se você tiver uma equipe madura, que faz as entregas e atende as expectativas e mesmo assim você bancar o “rei dos bloqueios”, terá um grande problema com a equipe. O contrário também vale, liberar o acesso para uma equipe que sabe que não atenderá as expectativas fará com que ela perca ainda mais o foco.

A grande questão é: você quer buscar soluções para a empresa e trabalhar com uma equipe estratégica ou buscar bloqueios para que, cada vez mais, sua equipe não perca o foco? Pode ser que esse bloqueio faça parte da política da empresa, mas vale a pena brigar para que isso mude, desde que você tenha os argumentos certos e a certeza de que sua equipe produzirá mais com isso. Além do mais, qual a diferença entre seu colaborador acessar suas redes pelo micro da empresa ou olhar pelo celular (afinal, esse você não pode bloquear)?

Existem ainda empresas onde somente a direção e a gerência têm acesso permitido às redes. Os demais colaboradores, não. Nesse caso, a situação é muito mais complicada, pois impera a hierarquia piramidal, que tende a morrer aos poucos com o novo ritmo imposto pelas novas gerações que adentram o mercado de trabalho. Então, a empresa que não se adequar a isso, tende a ter dificuldades em reter talentos, pois o impacto na motivação e na liberdade são fatores que pesam muito na decisão desses novos profissionais.

Sou um gestor com foco em equipe e, quando analisamos a maturidade e nivelamos para um melhor ambiente e uma entrega mais rápida, faz toda a diferença. Uma equipe que tem maturidade, tem comprometimento e foco nas entregas, não será o acesso às redes sociais que fará diferença. Se você como líder visualiza que sua equipe faz as entregas, mas passa mais tempo nas redes sociais do que você imagina, saiba que a questão está com você. Quais são os desafios dessa equipe? As metas não estão baixas para ela? Como fazer para que eles possam superar e se reinventar a cada dia? Na maioria das vezes essas equipes são motivadas por desafios e, quanto mais complexo for o desafio, mais eles se engajarão para dar o resultado. Faça uma análise de sua equipe e veja quanto eles podem se superar.

O mesmo se passa com as equipes que precisam de um bloqueio para poder produzir e não dispersar. Nesse caso, vale uma análise mais profunda. Se isso se passa com parte da equipe ou uma única pessoa – e nesse caso vale uma conversa franca e aberta com os membros, onde muitas vezes uma ruptura é necessária para um ânimo da equipe. Em outras ocasiões, a falta de desafio desmotiva e a rede social acaba virando foco para se distrair de tarefas que podem parecer chatas. Agora, se você tem desafio, muitos projetos e a equipe não os entrega, tenha certeza de que a rede social não fará diferença, pois quando a equipe deseja chegar a um objetivo e traça isso como meta, não há rede social que a segure. Nesse caso, tanto faz você liberar ou bloquear o acesso.

Faça a experiência de desafios à equipe com bloqueios e acessos liberados, preste atenção na receptividade dos membros da equipe e equipare resultados. Você se surpreenderá do que o colaborador é capaz de fazer, seja para o bem ou para o mal.

Lembre-se: a empresa é composta de pessoas e esse é seu maior patrimônio. Por isso, cuide delas!

Renato Lopes – Gestor da área de TI e acredita que a humanização dessa área é a chave para conquistar equipes de alta performance e auto gerenciáveis. Palestrante e Professor Universitário, Renato busca compartilhar técnicas e soluções para formar times vencedores e entusiastas, buscando a qualidade de vida junto à satisfação do trabalho. www.renatolopespalestrante.com.br

Novas experiências de compras

De que forma você faz as suas compras? Prefere ir até a loja física ou costuma navegar pelo mundo virtual para encontrar o que precisa? É comum as pessoas utilizarem diferentes tipos de dispositivos na hora das compras e, com tantas plataformas digitais disponíveis, a relação entre marcas e consumidores está cada vez mais próxima.

Segundo a E-bit, empresa referência no fornecimento de informações sobre e-commerce nacional, o número de usuários que compraram pelo menos uma vez na internet ultrapassa 51 milhões de pessoas. Seja pela comodidade, preço diferenciado ou pela diversidade de ofertas, os consumidores virtuais buscam novas experiências de compras.

Por exemplo: quem nunca pesquisou um produto eletrônico, uma roupa, um calçado ou qualquer outro objeto no site da marca e depois foi na loja física em busca do que gostou? Ou, então, viu o produto em uma rede social e, na sequência, acessou a loja virtual para adquiri-lo?

Em um mundo interligado que valoriza o relacionamento, tudo é possível. Imagine que uma consultora de beleza chega na sua casa ou no trabalho, você escolhe o seu perfume preferido e, na mesma hora, ela pega o smartphone e confirma o pedido e já te diz a data em que o produto será entregue. A situação acima mostra que até a venda porta a porta está integrada – o tempo entre o pedido feito à consultora e o pedido enviado ao estoque foi eliminado.

Não resta dúvida que a estratégia de conectar os canais de vendas físicos com o online e o mobile, com as mesmas informações sobre os produtos é uma forte tendência para o varejo, afinal agiliza o atendimento, diminui custos e tempo de entrega. A experiência com a marca fica mais agradável e eficiente.

Mas como é possível tanta agilidade? A FH, empresa de tecnologia especializada em negócios e soluções em TI, ciente das necessidades e desejos do “consumidor conectado”, lançou o Flieger Commerce, uma solução digital commerce voltada para o varejo.

“Existe uma percepção grande na experiência de navegação, devido às funcionalidades diferenciadas, responsive designer, alta performance, exatidão nas informações e possibilidade de usar diversos canais. Com o Flieger Commerce, o consumidor tem a mesma experiência seja na loja física, no site ou ainda nas redes sociais. É algo único e integrado”, explica Sandro A. Stanczyk, Gerente de Technology da FH.

Com a maior capacidade instalada do Brasil para projetos omnichannel, em especial, para plataforma hybris, o software da FH permite uma visão completa dos canais de venda ao contemplar diversos cenários: B2C, B2B, B2C2B, venda direta (porta a porta) e OMS.

De acordo o gerente, o desenvolvimento da solução englobou um estudo de cada segmento com o objetivo de construir uma solução flexível, escalável e configurável. “No caso do Flieger Commerce, é possível fazer integrações com CRM, e-mail marketing, meios de pagamentos diversos e operadores logísticas diversos, entre outros meios”, completa.

 

Com 15 anos de mercado, a FH é uma empresa de tecnologia especializada em negócios e soluções em TI. Conta com mais de 165 clientes ativos, aproximadamente 450 colaboradores, oito sedes – Curitiba, São Paulo, Porto Alegre, Joinville, Rio de Janeiro, Brasília, Stuttgart e Madrid. A FH tem atuação em mais de 25 países nos segmentos da indústria, varejo, manufatura, fashion, utilities, energia, financeiro, farmoquímica, agroindústria e setor público.

Desenvolver a resiliência para manter seu emprego

Desenvolver a resiliência é fundamental para enfrentar os desafios pessoais e também os profissionaisDesenvolver a resiliência é fundamental para enfrentar os desafios pessoais e também os profissionais. No mundo corporativo, principalmente em tempos de crise como o que estamos enfrentando, a pressão por resultados é enorme. Por isso, quanto mais resiliente for o profissional, maior será sua vantagem competitiva e maior será sua capacidade de lidar com essas adversidades.

Hoje, nas organizações, a resiliência é uma característica cada vez mais valorizada e observada já nos processos seletivos. Algumas empresas aplicam testes a seus candidatos, como dinâmicas de grupo, nas quais o perfil é mensurado.

A resiliência no meio profissional é fundamental para: atuar com competência mesmo sob pressão, responder rapidamente às crises, demonstrar criatividade, encontrar soluções mesmo com poucos recursos, além de manter a integridade e a alta performance em situações difíceis. Algumas pessoas são mais resilientes, outras menos, mas todas têm algum grau de resiliência e podem aprender a elevá-lo.

Essa característica também pode ser encontrada nas corporações. As empresas resilientes possuem missão, visão e valores sólidos, compartilhados por todos os funcionários. Por isso, são capazes de seguir adiante mesmo em momentos difíceis. Elas avaliam riscos e oportunidades de modo ético e realista, e ainda respondem de modo rápido e eficaz a imprevistos, crises e fatalidades.

Companhias resilientes podem treinar seus funcionários para que se tornem também resilientes, visto que a característica envolve mentalidades, comportamentos e ações que podem ser aprendidas e desenvolvidas. Através de um processo de coaching, as emoções de sua equipe são trabalhadas. Neste processo, o ponto-chave é a percepção que, embora determinadas emoções possam ser ativadas por fatores externos, o modo de lidar com elas e de expressá-las é responsabilidade de cada um.

A maneira de lidar com as emoções pode contribuir para aumentar ou para diminuir seu nível de resiliência. Assim, o coaching funciona para todos os que realmente se comprometem e assumem a responsabilidade de agir.

Uma tática bem comum nas empresas é o feedback. No entanto, ele requer uma boa aplicação para surtir os resultados esperados. Durante o feedback é importante que o gestor tenha em mente que precisa encorajar, focar no aprendizado, criar confiança, cooperação, visar a solução dos problemas e o aprimoramento de habilidades de sua equipe.

Por fim, pessoas resilientes apresentam basicamente três pontos fundamentais: a aceitação da realidade, com otimismo, porém sempre com os pés no chão; vivem em congruência com os valores e propósitos da vida; e uma grande capacidade de improvisar. Veja algumas dicas para alcançar o comportamento e pensamento resiliente:

  • Foque no futuro. Olhe para frente e não se prenda ao passado;
  • Mantenha-se motivado. É importante lutar por seus sonhos e objetivos;
  • Invista em relacionamentos, eles são uma grande fonte de apoio e de encorajamento;
  • Fique atento as suas necessidades, cuide da mente, do corpo e da sua saúde;
  • Não permita que emoções negativas o controlem;
  • Evite colocar defeito nas coisas.

Bibianna Teodori é Executive e Master Coach, idealizadora e fundadora da Positive Transformation Coaching. Autora do livro “Coaching para pais e mães – Saiba como fazer a diferença no desenvolvimento de seus filhos” e coautora de “Coaching na Prática – Como o Coaching pode contribuir em todas as áreas da sua vida”. www.bibiannateodoricoach.com.br

O que você precisa para tornar-se o profissional que o mercado busca

Como tornar-se o profissional que o mercado desejaSegundo a Pesquisa Nacional por Amostras de Domicílios (Pnad) Contínua, realizada pelo IBGE, a taxa de desemprego chega a 8% no segundo trimestre, compreendido entre fevereiro e abril. Neste trimestre o número de pessoas ativas aumentou 1,6% comparado ao mesmo período do ano anterior, porém deste total representado por aproximadamente 1,6 milhão de pessoas, apenas 0,7% conseguiram um emprego.

Diante de tais números e da instabilidade econômica que vive o país, o mercado tem se tornado cada vez mais competitivo e a seleção de profissionais cada vez mais exigente.

Veja alguns ingredientes fundamentais para você tornar-se o profissional que o mercado busca:

  • Propósito de vida no trabalho: qual é o seu proposito com o seu trabalho? Antes de buscar novas oportunidades é preciso questionar-se como é que você deseja que seja sua vida no trabalho. Questione-se a respeito do papel que deseja desempenhar dentro da empresa e na vida. Você deseja ser um gestor, um colaborador de longa data ou um CEO? Pretende ser alguém que deixa um legado por onde passa? Para isso é preciso desenvolver-se, conhecer-se, planejar-se e desenvolver suas habilidades profissionais e pessoais. É fortalecer-se internamente, pois o dia-a-dia consome e, muitas vezes, o faz sair do trilho e do seu maior objetivo.
  • Cultura: conteúdo, ler, saber, entender, compreender o contexto, re-significar. O profissional com boa formação cultural acessa um patamar elevado, tem condições de alcançar uma compreensão mais apurada e diferenciada das razões, motivos para determinadas situações, comportamentos, que podem ser determinantes na criação de estratégias.
  • Informação: um profissional bem informado destaca-se em qualquer setor do mercado de trabalho, pois as empresas têm carência de profissionais atualizados que contribuam com conhecimento que abra portas, dê alternativas e, muitas vezes, soluções. Lembre-se: informação é poder.
  • Relações interpessoais: um ponto de muita relevância para as empresas no momento da seleção é a capacidade do profissional estabelecer relações positivas com o grupo que está inserido. Trabalhar em equipe, gerar discussões construtivas e pró-atividade são características que acrescentam dentro de uma empresa, pois uma pessoa deselegante pode gerar desconforto no ambiente de trabalho e consequentemente comprometer o desempenho da equipe.
  • Valores da empresa: existe uma pergunta que é feita na grande maioria das seleções de vagas: por que você deseja a vaga e quer trabalhar nesta empresa? Pode parecer jargão, mas não é. É imprescindível para uma corporação ter um colaborador alinhado com os valores e visão da empresa. Imagine trabalhar em um local em que discorda das ações e decisões da organização a todo momento? Com certeza o trabalho não renderá e tanto o profissional quanto o empregador sairão prejudicados. Então antes de candidatar-se a qualquer vaga, conheça a atuação da empresa, a história, missão, visão e valores. Essa é uma das fortalezas de conexão da empresa com o profissional.
  • Visão: procure aculturar-se e saber o que está acontecendo no mundo, que está cada dia menor, em diversas áreas. Por mais que um profissional tenha tendência em enfatizar o conhecimento na sua área de atuação, entenda que fatores externos influenciam diretamente na empresa que trabalha e no seu papel dentro dela. Esteja atualizado sobre política, cultura, economia, lazer, cotidiano, etc. Um profissional diferenciado possui repertório para dominar assuntos específicos da área e também triviais para uma reunião de negócios com um cliente importante da empresa ou um fornecedor.

Em um momento de crise econômica como o Brasil enfrenta atualmente e o aumento do desemprego ser diferente da massa o torna relevante para empresa. Pense nisso!

Regina Nogueira é coach, consultora empresarial e fundadora da Regina Nogueira Coaching e Consultoria. www.reginanogueira.com.br

Novas tecnologias conseguem reduzir os custos de impressão

Com o aumento do valor do dólar e a atual taxa de inflação, as PMEs estão “apertando os cintos” e contendo todo tipo de gastos com materiais utilizados no dia a dia da empresa. Mesmo assim, ainda são poucos os gestores que buscam verificar o quanto gastam com impressão de documentos. Colocando na ponta do lápis, pode-se confirmar que esse custo não sofreu aumento com o passar dos anos. Porém, atualizando o equipamento é possível reduzir ainda mais o gasto médio por uso.

A constante evolução tecnológica no mercado de impressoras fez com que, nos últimos anos, surgissem novos equipamentos de alto rendimento e com melhores suprimentos, que fazem as atuais impressoras terem maior vida útil, além de produzir mais em menos tempo, permitindo reduzir os custos de impressão e o custo total de propriedade do parque de impressoras.

Se o valor dos equipamentos e suprimentos pode assustar em um primeiro momento, a questão do custo/benefício aparece com o menor consumo de energia e novas tecnologias como o Duplex, que imprime automaticamente a frente e o verso da folha, ajudando as empresas a reduzirem significativamente os custos com desperdício de papel.

As inovações nas tintas e cartuchos também acabam colaborando com o baixo custo de impressão por página. Antes, as impressoras demandavam uma troca mais frequente dos cartuchos e isso fazia com que as empresas buscassem nos remanufaturados uma forma de reduzir custo. Porém, se o valor era menor que o de um modelo original, o risco de causar algum problema no aparelho era muito grande. Já hoje, as fabricantes de impressoras produzem cartuchos e toners preparados para suportar um grande número de impressões.

A Canon, por exemplo, possui modelos de impressoras com um sistema próprio de tanque de tinta integrado. Ao invés de precisar trocar o cartucho, o usuário enche os compartimentos com tinta específica. O custo por página colorida de alta qualidade é, em média, de R$ 0,28 para uma impressora Epson que utiliza o sistema Ecotank.

Empresas que costumam imprimir um grande volume de documentos podem utilizar impressoras laser de alto rendimento. Um toner para impressora laser Brother pode fazer com que o gasto para impressão monocromática seja de R$ 0,03 por página.

O consumidor, porém, deve entender bem a sua necessidade de impressão diária para escolher um equipamento que melhor se adapte à situação, é o que alerta Cezar Loureiro, gerente da ImpressorAjato (www.impressorajato.com.br), e-commerce especializada no ramo de impressoras de grande porte. Uma PME pode, por exemplo, cair no erro de adquirir uma impressora mais barata, mas que necessite de uma troca mais constante de cartuchos para atender a demanda. Um equipamento mais caro pode chegar a imprimir 12.000 páginas com um único toner, acarretando uma diferença enorme de economia a médio e longo prazo.

Para ajudar os consumidores a escolherem o modelo correto para seu negócio, a ImpressorAjato presta um atendimento especializado, capaz de verificar a necessidade da PME e oferecer as melhores opções para que o custo com impressão seja o menor possível.

Press Works é uma Assessoria de Imprensa especializada em soluções de comunicação para Pequenas Empresas, Startups, Franquias e Profissionais Liberais.
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Uso da biometria deve crescer mais de 25% ao ano até 2024

O uso da tecnologia biométrica vem se consolidando mundialmente nos últimos dois anos. De acordo com estudo realizado pela consultoria norte-americana Tractica, esse mercado de reconhecimento de impressões digitais, íris e voz está sendo incorporado em vários países e em diferentes segmentos – que vão desde sistemas de acesso da população pouco escolarizada a benefícios governamentais até o acesso restrito a áreas estratégicas dentro de uma empresa ou governo. A expectativa é que esse mercado salte de US$ 2 bilhões em 2015 para quase US$ 15 bilhões em 2024, com receita acumulada de US$ 67,8 bilhões em dez anos.

Ainda de acordo com o estudo, alguns usos serão especialmente beneficiados pela biometria na próxima década: finanças, dispositivos de consumo, saúde, governo, empresas, defesa, educação, aplicação da lei e organizações não-governamentais. As pessoas vão se familiarizar com autenticação biométrica nos caixas eletrônicos e, inclusive, nos dispositivos móveis. Também vão se acostumar a verificações de autenticidade em ambientes virtuais de sistemas governamentais, transações em pontos de venda, acesso a áreas restritas de distribuição de medicamentos e muito mais.

Na opinião de Kerry Reid, vice-presidente global de vendas da HID Biometrics – empresa líder em tecnologia de impressão digital de imagem multiespectral – o estudo da Tractica comprova o que já é possível perceber na prática. “Enquanto estamos avançando muito no setor financeiro da América Latina, ainda bastante suscetíveis a fraudes e com importantes programas de inclusão social e financeira, nos demais continentes o uso da biometria tem outras funções. É o caso do aeroporto norte-americano de Baltimore-Washington, em que nossos leitores de impressão digital controlam inclusive o acesso à pista através de unidades implantadas ao ar livre. Ou ainda a experiência asiática, em que parques temáticos associam o uso da biometria com tecnologia RFID para que as crianças não se percam enquanto brincam e possam ser rapidamente localizadas por seus pais. Somente em um dos parques, o Chime Long Guagnzhou, os sensores biométricos são acionados mais de quatro milhões de vezes ao ano.”

Reid também aponta o caso do Senegal, país africano em que os sensores de impressão digital foram implantados aos pares em 66 estações fixadas em embaixadas, consulados e postos de fronteira. Essas estações devem integrar soluções de biometria, registro biográfico e fotográfico, além de assinatura digital. São ergonômicas, fáceis de manter, e devem produzir 300 mil vistos por ano naquele país. Além da identificação biométrica, o turista também poderá contar com uma solução de pagamento online. Assim, o processo será totalmente facilitado.

Na Oceania, os sensores de impressão digital auxiliam um projeto que atende a população de Papua Nova Guiné com médicos ocidentais, enfermeiros, laboratório, farmácia, e exames de raio-X. Com a tecnologia de imagem multiespectral, a missão pode identificar corretamente todo paciente em tratamento, mesmo que seus dedos estejam desgastados ou machucados – como é comum naquela região. Numa cultura com centenas de tribos indígenas com diferentes idiomas – e onde as pessoas não costumam ter qualquer documento de identidade, já que muitos não sabem ler – a biometria é o recurso mais apropriado para garantir uma identificação rápida, simples e confiável.

O Brasil ocupa um lugar de destaque no uso da biometria na América Latina. “O sistema financeiro brasileiro é bastante amadurecido e extremamente consciente sobre a importância de salvaguardar a identidade dos clientes – ao mesmo tempo em que simplifica o acesso de milhares de pessoas às suas contas bancárias. Nossos sensores de impressão digital estão presentes em dois de cada três caixas eletrônicos distribuídos no país. Hoje, apesar de haver cerca de 90 mil caixas eletrônicos que contam com sensores biométricos, ainda há mais de 70 mil que não dispõem dessa tecnologia tão importante para agilizar procedimentos e agir como barreira contra atos fraudulentos. E esse é somente um dos segmentos analisados nesse país”, diz Reid. “Ainda há muito a crescer em termos de uso da tecnologia biométrica”.

Fonte: Kerry Reid, vice-presidente global de vendas da HID Biometrics – divisão da HID Global formada a partir da aquisição da Lumidigm.