AVAST alerta: CryptoWall está de volta

CryptoWall
A AVAST, fornecedora de soluções de segurança, representada no Brasil pela Stity Tecnologia, identificou o retorno de uma antiga ameaça aos usuários de computador: o CriptoWall, descoberto em novembro de 2013, mas uma nova e melhorada variante deste ransomware começou a infectar computadores em todo o mundo nas últimas semanas, agora em sua versão 3.0. Na versão anterior estima-se que ele tenha infectado mais de 700 mil computadores.
O CryptoWall é um ransomware que criptografa certos arquivos do computador (e apaga completamente os originais) e, uma vez ativado, exige um resgate de cerca de 500 dólares para fornecer a senha da criptografia. Ele exige que você pague em Bitcoins em até 170 horas (quase uma semana). Depois deste período, o resgate sobe para 1.000 dólares.

Continue reading ‘AVAST alerta: CryptoWall está de volta’ »

5 passos para ganhar dinheiro usando o WhatsApp

Ganhar dinheiro com o Whatsapp

A velocidade de comunicação proporcionada pelas últimas tecnologias vem sendo utilizada, em especial nas redes sociais e aplicativos, como estratégia para melhorar os negócios. É o caso do WhatsApp, um aplicativo de bate-papo que já tem mais de 47 milhões de usuários no país e que, justamente por alcançar tanta gente, ganhou uma função para lá de lucrativa entre comerciantes e autônomos.

Márcio Ribeiro, professor de Marketing Digital da Universidade Presbiteriana Mackenzie, ressalta que o aplicativo, assim como outros, ultrapassou fronteiras das relações sociais, indo além do uso recreativo. “Uma empresa precisa estar atualizada, senão fica para trás. No cenário das novas tecnologias, abre-se espaço também para novos profissionais, qualificados por dominarem as redes sociais e aplicativos”, diz o especialista. Uma mão de obra relativamente barata para as empresas vira chance de grana extra para muitos autônomos. Continue reading ‘5 passos para ganhar dinheiro usando o WhatsApp’ »

74% dos brasileiros disponibilizam dados pessoais aos desenvolvedores de apps

Segurança Apps
Apesar de muitas ameaças online estarem escondidas nas permissões aceitas ao baixar um aplicativo móvel, os usuários de smartphone, muitas vezes, abrem mão da sua privacidade e informações pessoais em troca de entretenimento, como jogos e redes socais. A pesquisa da Symantec, Norton Mobile, aponta que 74% dos brasileiros cedem diversos tipos de informações, como por exemplo, sua geolocalização, contatos, fotos, senhas, pacote de dados do aparelho, que podem ser usadas pelos criminosos digitais em busca de ganho financeiro. Até mesmo os aplicativos legítimos podem apresentar brechas de segurança, que são aproveitadas pelos malfeitores.
O estudo também traz que os brasileiros estão preocupados com as golpes e armadilhas digitais no mundo móvel. Do total dos entrevistados, 63% se preocupam com vírus ou malware. No Brasil, este número cresce para 89%. Apesar disso, em sua grande maioria, os usuários desconhecem quais informações estão cedendo aos desenvolvedores de aplicativos, comprometem sua própria privacidade e colocam-se em risco.
Este cenário acontece pois, muitos dos usuários que mais se preocupam com a privacidade móvel são os que menos tendem a tomar precauções para se proteger – tudo em troca de downloads gratuitos de aplicativos.
Além disso, a pesquisa também inclui que:
  • 81% dos entrevistados não sabe que aplicativos podem modificar seus favoritos no celular;
  • 75% não sabe que permitem o acesso à câmera e microfone do smartphone;
  • 38% está disposto a permitir que os aplicativos usem mais a bateria para obter um aplicativo gratuito;
  • 45% sabe que estão cedendo a localização de seu aparelho aos desenvolvedores;
  • 1 em cada cinco consumidores permite que um aplicativo controle o quanto usa de seu pacote de dados.
“Muitas das ameaças móveis atuais estão localizadas em aplicativos para smartphones e tablets. Globalmente, são mais de 3 milhões de aplicativos maliciosos e 8 milhões que podem expor a privacidade dos dados”, revela Beto Santos, Diretor de Consumo da Symantec. “Por isso, é necessário saber que, quando se trata de aplicativos, a palavra ‘grátis’ raramente vem sem um custo. Os dados pessoais se tornam a moeda de troca e como a maioria dos usuários não sabem das vantagens e desvantagens de privacidade online, acabam por expor suas informações”, complementa o executivo.
Para mais informações sobre a pesquisa Norton Mobile, acesse o Blog Post no site da Symantec: www.symantec.com.br

Malwares convergentes atacam smartphones e desktops

malware

A tendência de crescimento e a complexidade de malwares para smartphones parece não parar, assim como sua evolução. De acordo com a Fortinet (NASDAQ: FTNT), líder mundial em soluções de segurança de alto desempenho, em 2015 espera-se que o malware (geralmente exclusivo para PCs), torne-se mais “móvel”, afetando smartphones e tablets, representando um comprometimento generalizado uma vez que milhões de dispositivos móveis são alvos potenciais para malwares diariamente. Sim, falamos de malwares convergentes que atacam tanto smartphones quanto desktops.

A tendência de comprometimento da plataforma Android continua a aumentar. Durante 2014, 90% dos vírus afetaram esse sistema. Isto se deve ao fato de o Android ser o sistema operacional mais utilizado em smartphones, fazendo com que o desenvolvimento de códigos maliciosos seja focado nessa plataforma, com maior presença no mercado. Continue reading ‘Malwares convergentes atacam smartphones e desktops’ »

Empreendedor, em momentos de crise, crie!

Empreendedorismo e criatividade
A inflação volta a ser um fantasma em nossas vidas. O preço da gasolina aumentou, a energia elétrica está mais cara, vários alimentos também sofreram reajustes nos preços, a Petrobras está quebrada, as montadoras sofreram forte redução em suas vendas de automóveis.

Ok, o cenário é de crise. Mas isso não é motivo para se desesperar. Essa não é a primeira vez que nós, brasileiros, passamos por momentos negativos na economia. E não pense que o cenário fora daqui está muito melhor. Na América Latina, muitos “hermanos” também sofrem esse panorama sombrio, assim como vários países europeus. Até mesmo a China já não apresenta mais todo aquele crescimento de alguns anos atrás.

Nessas situações, temos dois caminhos básicos: o primeiro é bem simples. Faça nada. Sim, deixe tudo fluir naturalmente e espere o momento passar. Nenhuma crise econômica é eterna. Se você possui condições de fazer isso, ótimo. Mas talvez algumas pessoas possam se sentir incomodadas nessa situação. Então existe o segundo caminho: crie. Sim, do verbo criar, produzir, inovar! Continue reading ‘Empreendedor, em momentos de crise, crie!’ »

Cinco estratégias para tornar sua manhã mais produtiva

Como ter uma manhã com mais produtividade

Uma pesquisa realizada nos EUA apontou que o período da manhã é o mais estressante para pais e mães. A analise destacou que o pico do estresse acontece sempre pela manhã, geralmente no horário em que os pais estão indo ou voltando da escola dos filhos. Além disso, o organismo sofre as consequências dessa agitação por 2h30, período em que o coração fica mais acelerado, resultando no aumento do nível de cortisol na corrente sanguínea, hormônio do estresse.

No entanto, não são apenas os pais que sofrem no início do dia. As manhãs costumam ser menos produtiva para grande parte das pessoas e, em alguns casos, por mais que a pessoa tente, ela não consegue render logo cedo, isso vai contra o funcionamento do relógio biológico dela. Afinal, com uma manhã mais produtiva seu dia inteiro será mais produtivo. Continue reading ‘Cinco estratégias para tornar sua manhã mais produtiva’ »

Sua imagem pessoal impacta sua vida profissional

imagem-pessoal-profissionalNão adianta: com a internet todos ficam sabendo da vida de todos, seja uma promoção no trabalho, passando pelas festas, comemorações e postagens de gosto duvidoso. Querendo ou não, as redes sociais revelam traços de personalidade e postura pessoal, e, de repente, a forma a qual uma pessoa é vista em seu ambiente de trabalho pode ser prejudicada por causa da sua presença mal aproveitada nas redes sociais, – afinal, ali não existe privacidade e pode ser chocante ver um funcionário ou colega envolvido em alguma postagem de cunho preconceituoso, por exemplo.

E é muito por causa desse demasiado uso da internet que hoje se tornou mais difícil separar a imagem pessoal da profissional – e isso pode, muitas vezes, prejudicar aqueles que não sabem como alinhar as duas. Cíntia Seabra, Master Coach e Psicóloga Clínica, comenta que a forma a qual se enxerga uma pessoa é a soma de sua imagem pessoal com a profissional, – e que, quando há algum problema em uma das duas, ambas podem ser afetadas.

A profissional ressalta que o bom senso deve estar acima de tudo e de todos e lembra que com o advento das redes sociais, pode ser bem arriscado uma pessoa se manifestar nestes espaços para falar mal ou reclamar da empresa em que trabalha, expor intimidades pessoais, mentir ou se exceder em vantagens pessoais. “Todos conhecem pessoas que são legais pessoalmente, mas que, quando se trata da postura online, são chatas – e, muitas vezes por causa dessas atitudes nas redes sociais, elas acabam sendo mal vistas no âmbito pessoal e profissional”, comenta Seabra.

Muito disso acontece porque, quando se está na internet, é possível “vestir uma máscara” e falar tudo aquilo que não se tem coragem de se dizer pessoalmente – uma atitude condenável, porém, muito comum. “Para evitar que isso aconteça, a pessoa precisa estar ciente de suas ideias, postura, e de como deseja ser vista pelos outros, seja pessoal ou virtualmente. É preciso que ambas as imagens sejam condizentes e complementares – e não opostas”, exalta.

Porém, a psicóloga lembra que existem também outros aspectos importantes na hora de conhecer melhor o lado pessoal de alguém, como a aparência física e o comportamento. “Para evitar que a imagem pessoal interfira negativamente na profissional, é preciso estar atento, sim, a sua aparência: independente do que digam, sua aparência é seu cartão de visitas. É claro que não é preciso ser a ‘Miss Brasil’, mas pessoas que se portam de maneira correta, com roupas adequadas, cabelos, dentes, unhas e barbas bem cuidados, são mais bem vistos no ambiente de trabalho, afinal, como se pode exigir qualidade, esmero e que algo seja impecável no trabalho, quando a sua imagem pessoal não condiz com isto que você prega e defende?”, ressalta Seabra.

Além disso, a Coach comenta que outros aspectos importantes para manter uma boa imagem frente aos colegas de trabalho, aos amigos virtuais e em todas as outras áreas da vida são: evitar a fofoca, manter a saúde – física e mental – em dia, não se envolver com o que não lhe diz respeito, ser pontual, proativo, organizado, positivo e estar sempre disposto a ajudar e a aprender coisas novas. “Mas não para por aí. Mantenha sempre em mente a importância de levar a sério a tríade: responsabilidade, competência e ética. Isto é: se comporte de forma responsável dentro e fora do ambiente de trabalho; esbanje sua competência ao desenvolver suas atividades profissionais e, independente da situação, seja ético”, conclui Seabra.

Cintia Seabra. Master Coach  e ​​Psicóloga Clínica
http://www.seabracoaching.com.br

10 dicas para criar sua loja virtual

Confira 10 dicas para criar uma loja virtual, com base em orientações dadas pela Webjump, empresa especializada em plataformas de e-commerce.

O comércio eletrônico caiu no gosto de consumidores e, consequentemente, de lojistas. O número de usuários que já realizaram pelo menos uma compra pela Internet já ultrapassa os 51 milhões.

Além do aumento de consumidores, muitos comerciantes tem a ilusão de que manter um e-commerce é simples, e não exige tanto esforço.

Mas criar uma loja virtual não é uma tarefa fácil. “Um erro recorrente de muitos lojistas é que eles esquecem de que para manter um e-commerce é preciso montar uma estrutura assim como de uma loja física”, afirma Ivan Bastos, cofundador da Webjump, empresa especializada em desenvolvimento de plataformas para e-commerces. O especialista ainda afirma que, além de ter claramente definidos os tipos de produtos que pretende vender, é de extrema importância conhecer a fundo o segmento de mercado que estará presente com o e-commerce.

A seguir você pode conferir 10 dicas para criar uma loja virtual

  1. Público. Antes de tudo, você deve pensar e estabelecer o seu público-alvo. Defina para quem, com quem e como você vai falar. Depois desenvolva uma estratégia de comunicação que siga corretamente a forma de informar seu público-alvo para que a sua loja virtual seja capaz de suprir os desejos, necessidades, informações e produtos do seu público.
  2. Estoque. Ter um bom estoque é algo fundamental para otimizar a logística. Quanto mais produtos vendidos, maior deve ser seu estoque. Evite transtornos com seus futuros consumidores. Não venda aquilo que você não possa entregar. Procure estar certo de que poderá atender de forma rápida e segura o seu cliente. Na Internet, um cliente insatisfeito pode reduzir a reputação da sua loja em mídias sociais e canais de comunicação.
  3. Atendimento. Ofereça diversos canais de atendimento e contato ao cliente. Além de telefone e e-mail, invista em atendimento personalizado por meio de chat e redes sociais, como Facebook e Twitter. Esses últimos estão como os favoritos do público, graças a velocidade do serviço. Lembre-se, o seu e-commerce está online e o seu consumidor também. Você deve estar sempre próximo a ele.
  4. Política de trocas. Estabeleça e disponibilize no site como funciona o processo de troca e devolução de sua loja. Respeite os prazos e respeite a política descrita pelo Código de Defesa do Consumidor (CDC). Você tem mais chances de fazer vendas para quem já comprou no seu site do que para quem nunca comprou. Portanto, se o consumidor estiver satisfeito com os seus serviços, ele voltará a comprar na sua loja.
  5. Divulgação. Se ninguém sabe que sua loja existe, não adianta oferecer o melhor preço. Invista em ferramentas de marketing digital, como otimização SEO, links patrocinados (Google Adwords), e-mail marketing e redes sociais. Lembre-se de estar presente onde o seu público-alvo está presente. Atendimento, informação e qualidade geram vendas e clientes.
  6. Fornecedores. Faça uma cotação e procure por bons fornecedores. Escolha aqueles que entregam produtos de qualidade e no prazo correto. Também estabeleça um contrato mostrando responsabilidades e direitos de ambas as partes. Se você conseguir bons fornecedores de produtos e com entrega rápida, poderá trabalhar com menos estoque e rentabilizar a sua operação.
  7. Cadastro de produtos. Todos os produtos devem ter fotos com resolução adequada e descrição detalhada. Tome cuidado, pois dados incorretos geram reclamações, inclusive ao Órgão de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon). A página do seu produto deve estar recheada de detalhes do produto, especificações técnicas, depoimento de outros compradores, produtos relacionados, entre muitas outras informações. Lembre-se de que o consumidor não está com o produto em mãos, portanto, a venda através da internet é muito diferente do que em uma loja física. O seu produto precisa encantar o seu cliente através da tela de um computador ou tablet. Uma página pobre e com poucas informações não gera resultados e vendas.
  8. Formas de pagamento. Escolha os parceiros financeiros e os meios de pagamento mais adequados para os clientes. Os mais utilizados são: cartão de crédito e boleto bancário. Se possível, também parcele o valor dos produtos. Escolha integrações com bons gateways de pagamento, integradores ou até mesmo operadoras de cartões. Se na hora de fechar uma compra no seu site a comunicação entre as empresa falhar, o pedido não será gerado e consumidor certamente sairá da sua loja para comprar em outra.
  9. Resultados. Depois de criar uma loja virtual, utilize ferramentas para analisar os resultados. Por meio das plataformas, como o Google Analytics, é possível saber o que está dando certo e o que ainda precisa melhorar em seu e-commerce. Essas ferramentas são essenciais para os próximos passos de sua loja virtual. Tente descobrir qual é o comportamento do seu público, qual produto mais lhe agrada, porque ele abandona carrinhos de compras, entre outros dados. Qualquer informação é útil para gerar uma nova funcionalidade ou alteração na loja que gere resultados.
  10. Plataforma. Escolha uma boa plataforma para criar uma loja virtual. Ela deve estar preparada para o crescimento do seu e-commerce. De nada adianta contratar um serviço simples e que atenda às suas necessidades atuais se ele não possibilitar o crescimento do e-commerce. Se você não escolher uma boa plataforma no começo, certamente terá que trocar no meio do caminho e iniciar tudo do zero. Esse caminho é mais trabalhoso, custa mais dinheiro e estanca o crescimento do seu e-commerce.

Portal Administradores

Crescem as ameaças ao sistema Android

A Alcatel-Lucent divulgou nesta quinta-feira, 12, números que mostram que as ameaças contra a segurança de dispositivos móveis e residenciais, e os ataques a redes de comunicações aumentaram em 2014. Os ataques ameaçam tanto informações e privacidade pessoal quanto corporativa. O número de ameaças ao sistema android cresceram tanto que já aproxima do sistema Windows.

Segundo o levantamento, 16 milhões de dispositivos móveis no mundo (0,68% da base instalada) estão infectados por softwares maliciosos – ou “malwares”. Esses programas roubam informações, fazem ataques de negação de serviços a sites de empresas e governos, e cometem fraudes bancárias e em publicidade.

Comparando Plataformas

O relatório examinou todos as plataformas populares de dispositivos móveis. Descobriu que o número de infecções por malware em dispositivos móveis aumentou 25% em 2014, em comparação com um aumento de 20% em 2013. Os dispositivos Android estão agora no mesmo nível dos laptops Windows – que tinham sido o principal “cavalo de tróia” do cibercrime.

Os dois sistemas dividiram as taxas de infecção em 2014. São quase 12 milhões de programas maliciosos para o sistema desenvolvido pelo Google. Dos dispositivos contaminados, quase 50% são Android. Número semelhante entre os aparelhos com Windows. Menos de 1% das infecções vêm dos smartphones iPhone e Blackberry, novas vulnerabilidades surgiram no ano passado, mostrando que eles não estão imunes às ameaças de malwares.

O relatório revela que os consumidores que evitam compras online por medo que suas informações de cartão de crédito ou débito possam ser roubadas, estão – na verdade – expondo-se a um risco maior: o aumento na violação da segurança cibernética no varejo, em 2014, foi o resultado das infecções por malware em caixas registradoras ou terminais de ponto de venda, e não em lojas online. A razão principal é que os cartões roubados dos varejistas online não são tão valiosos para os criminosos, exatamente por só poderem ser usados para compras na internet.

A maioria dos proprietários de dispositivos móveis não tomam precauções de segurança. O Motive Security Labs, laboratório da Alcatel-Lucent responsável pela pesquisa, descobriu que 65% dos assinantes espera que o fornecedor de serviços proteja seus dispositivos móveis e domésticos. O relatório conclui que as taxas de infecção em redes residenciais também aumentaram significativamente em 2014, com malwares sendo encontrados em 13,6% das residências, um aumento de 5% em relação ao ano anterior.

A taxa de infecção geral e mensal das redes de banda larga fixas residenciais é pouco menos de 14%. Este é um aumento substancial em comparação com os 9% visto em 2013. Isto se atribui principalmente ao aumento de infecções por adware de nível moderado de ameaça; As ameaças de alto nível, tais como ‘bots’, ‘rootkits’ e ‘trojans bancários’ permanecem estáveis em torno dos 5%.

O relatório Motive Security Labs também observou em 2014 um aumento no número de ataques distribuídos de negação de serviço (Distributed Denial of Service – “DDOS”) usando componentes de infraestrutura de rede, tais como roteadores domésticos, modems DSL, modems a cabo, pontos de acesso a WiFi móvel, servidores DNS e servidores NTP. Além disso, aconteceram os primeiros ataques DDOS feitos a partir de telefones celulares, indicando a forma como os chamados movimentos de ‘hacktivismo’ contra a infraestrutura móvel podem ser feitos no futuro.